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MENSAGENS  DE INTERESSE GERAL DA CATEGORIA  MARÍTIMA E DO PESSOAL DE TERRA


 
  CNPJ: 33.652.355/0001-14 

 


EDITORIAL
Participação de empregado no CA da Petrobrás (Petrobrás/Transpetro/TBG)
Em dezembro de 2002, logo após a eleição de Lula, um seminário, no Rio, que reuniu mais de cem petroleiros, lideranças de todos os sindicatos da categoria do país, então coordenados pela FUP, aprovou o documento “O Setor Petróleo e a Petrobras no Governo Lula”. 

Nesse documento, entregue ao presidente eleito, entre inúmeras propostas para uma Petrobrás democrática e transparente, é expressa a reivindicação de “garantir a participação dos trabalhadores no Conselho de Administração e Fiscal, democratizando e tornando transparente a gestão da maior empresa do país”. 

Dez anos depois, a despeito dos desvios de alguns companheiros seduzidos pelos cargos no novo governo, o ex-presidente Lula, em 28/12/2010, no apagar das luzes de seu segundo mandato, assinou a Lei nº 12.353, que garante a participação de um empregado nos conselhos das empresas públicas e de economia mista. Cumpriu um compromisso com uma reivindicação histórica do movimento dos trabalhadores, no rol de um conjunto de bandeiras para a democratização e controle social das empresas públicas.

No entanto, não podemos tapar o sol com a peneira. Esse novo membro do CA tem restrições para participar plenamente das deliberações, como nos pontos de pauta que dizem respeito diretamente aos empregados, o que não constava da reivindicação inicial.Entretanto, sendo o CA um espaço de deliberações estratégicas onde convivem interesses dos acionistas privados.

e os do Estado, cabe ao conselheiro eleito pelos empregados manter postura firme e clara contra o enfoque somente financeiro e imediatista nas deliberações do CA e a favor do fortalecimento da Petrobras como indutora do desenvolvimento econômico do Brasil em harmonia com a preservação do meio ambiente, a eliminação das desigualdades e a valorização do trabalho. 

Nesse sentido, os interesses maiores dos trabalhadores em geral e dos petroleiros, em particular, se alinham com a defesa do patrimônio público e o seu desempenho como empresa estatal, contra a venda de ativos da empresa e subsidiárias e os leilões do petróleo e gás – monopólio da União, segundo o art. 177 da Constituição Federal. A expansão das atividades no Pré-sal deve se subordinar aos interesses estratégicos do Brasil mudando o enfoque “exportador” de petróleo cru. 

Um Plano Estratégico, com a visão social da geração de empregos no país e de desenvolvimento de tecnologia e da engenharia nacional, a exploração do Pré-sal, com suas gigantescas reservas, deve ocorrer em um ritmo tal que permita o atendimento das crescentes demandas por máquinas e equipamentos pela cadeia de fornecedores nacionais. Seu Centro de Pesquisas deve ser fortalecido na direção do aumento da produção de inovações tecnológicas para suportar essa expansão. 

Em relação aos impactos ambientais associados à indústria do petróleo e gás, é necessário defender uma política de médio e longo prazo de mitigação desses impactos e de planejamento para o futuro, considerando, também, o declínio das atividades exploratórias e de produção nas atuais localidades. Como empresa integrada de energia, cabe a Petrobrás incrementar a pesquisa e a oferta de energias alternativas e renováveis como os biocombustíveis, o álcool, a eólica e outras, contribuindo para uma matriz energética sustentável e apoiada na agricultura familiar. 

Da mesma forma, não se pode transigir com o respeito a todos trabalhadores, empregados e contratados, da ativa e aposentados, a sua organização sindical, a segurança operacional e a saúde no trabalho e com a discriminação, de qualquer forma. Analisar e criticar os assuntos colocados para deliberação do Conselho, sob o ponto de vista dos trabalhadores, é o papel que cabe ao seu representante no CA. Atuar com independência e compromisso com as necessidades e anseios dos trabalhadores, demarcando com nitidez o espaço dos empregados, sem entrar no jogo de interesses imediatistas dos acionistas que ocorre na retaguarda do processo decisório do CA, é o que interessa aos petroleiros. Ou seja, que o representante dos empregados seja, realmente, dos empregados, e não da empresa.

Com um voto entre 10, o poder de representante pode não ser suficiente para mudar as votações, mas, o voto de qualidade da representação dos empregados pode sensibilizar os demais conselheiros e influir no processo decisório dificultando a aprovação de decisões “absurdas” que eventualmente sejam colocadas em discussão no CA. O mandato do representante dos empregados no CA deve se subordinar a um programa e critérios de atuação do representante democraticamente elaborado e aprovado em um fórum aberto aos diversos segmentos e correntes de pensamento existentes no seio da categoria, como sindicatos e associações de empregados. Esse fórum, com base nesse programa, escolheria o melhor representante entre os vários bons candidatos que surgirem. 

O fórum deve ser permanente, acompanhando e assessorando, periodicamente, a atuação do representante escolhido. Eis a síntese do programa proposto pela diretoria do Sindipetro-RJ a ser debatido com os candidatos e as entidades afins: ter seis meses de sindicalizado; apoiar o projeto de lei do petróleo, PLS 531/09; defender a pauta histórica da categoria; disponibilizar*30% dos vencimentos do C.A. exclusivamente para um fundo de campanha do petróleo. Quem estiver interessado deve comparecer a próxima reunião do colegiado do Sindipetro-RJ, na segunda-feira (30), na av. Passos 34 às 17h.

* errata: no Surgente saiu errado; o percentual é de 30%.



GIRANDO PELA BASE

Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2012.

Carta Sindipetro RJ - nº 021/2012

À
Petróleo Brasileiro S.A. Petrobrás
At:. Presidente José Sérgio Gabrielli de Azevedo
C/C:. Gerente Executivo de RH Diego Hernandes

Assunto: desabamento de prédios próximos

Prezado Senhor,

O sindicato se mostra preocupado com a exposição dos trabalhadores do EDISE a poeira, fumaça e odor dos prédios que desabaram próximos ao local. 

Gostaríamos de fazer esse registro e solicitar que os serviços Médico, de AMS, atuassem de imediato no sentido de tranquilizar ou, se for preciso, evacuar o prédio. 

O sindicato foi acionado por vários trabalhadores da base e solicita providências urgentes.


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Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 2012.
 
Carta – Sindipetro – RJ - nº 019/2012
 
Da Secretaria de Saúde, Meio Ambiente, Segurança e Novas Tecnologias do Sindipetro-RJ.
A Paulo Ferraz Mansur – Gerente do E&P-CORP/RH/ARH
C/c a Jose Luiz Roque – Gerente Executivo do E&P-CPM e Humberto de Oliveira Maia Neto – Gerente Geral do E&P-CPM/CP-EXP
 
Assunto: regime de folga

O SINDIPETRO-RJ recebeu reclamações dos trabalhadores da Construção de Poços Exploratórios, E&P-CPM/CP-EXP, sobre as irregularidades e desrespeito ao regime de folga destes. 
 
Eles alegam que atualmente trabalham em regime de 14X14, com variações de 15X13, 16X12 ou 17X11, devido a reuniões pré-embarque, obrigatoriedade de comparecer no escritório logo após o desembarque e palestras de aprendizado. 
 
Alegam que o RH informou que podem trabalhar assim, pois não possuem escala definida, porém o termo "sem escala definida" no padrão "6.3.2 Sem escala definida – para os empregados implantados em regimes especiais onde as características das atividades não permitam a definição de escala fixa e regular, podendo haver alternância de trabalhos em regime especial e em regime administrativo, com média anual igual ou superior a 10 (dez) dias/mês de trabalho em regime especial.", além de não existir em nosso ACT, não exime o RH de respeitar o Acordo Coletivo de Trabalho vigente. 
 
Da mesma forma que solicitamos durante a negociação de ACT a discussão do regime de trabalho da Aquisição Marítima, por questões logísticas, também solicitamos reunião para regularizarmos o regime de trabalho para quem trabalha embarcando no E&P-CPM. 
 
Além disso, também queremos saber atualmente o número de sondas em atividade, quantos engenheiros fiscalizam estas sondas, quantas sondas estão para chegar e quantos engenheiros devem chegar do curso de formação para esta gerência.


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Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 2012.

Carta Sindipetro RJ nº 018/2012

À
Petrobrás Transportes S.A. Transpetro
At:.Gerente Executivo de RH Cláudio Francisco Negrão

Assunto: troca de turno

Prezado Senhor,

O Sindipetro-RJ solicita a revisão do tempo de troca de turno, em função do TABG ter criado um novo píer. Poderíamos marcar medições como no passado, via sindicato/empregados, e também pela empresa para confrontarmos.


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Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 2012.
 
Carta – Sindipetro – RJ - nº 013/2012
 
À
Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobrás
At:. Gerente Executivo de RH – Diego Hernandes
C/C:. Gerente de Relações Trabalhistas e Sindicais – Jorge Antonio Cândido 
 
Assunto: acordo em ação judicial coletiva
 
Prezado Senhor,
 
Servimo-nos da presente para solicitar, com a maior brevidade possível, a realização de reunião com o objetivo de viabilizar a celebração de acordo em ação judicial, já transitada em julgado, referente à troca de turno (similar à ação “Minuto à Minuto” de Caxias, que pode servir de parâmetro para a viabilização do acordo).
 
Processo nº 00143000-44.2004.5.01.0041


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Rio, 27 de janeiro de 2012.
Sindipetro-RJ

 

 

 

 

 

 


 

CNPJ: 33.652.355/0001-14

 

 

 

VAMOS ELEGER A CHAPA 2, “Viva a AEPET!”
A Chapa 2 tem Silvio Sinedino como presidente e Fernando Siqueira como vice. É a chapa apoiada não só pelo Sindipetro-RJ, mas também pela FNP, pela Astape, do Adelino Chaves, pela Fenasp  e  afiliadas.

Entre os membros da Chapa 2 existem vários conselheiros da Petros, eleitos pela categoria: o próprio Silvio Sinedino, Fernando Siqueira, Paulo Brandão, Ronaldo Tedesco. Na Chapa 2 temos também um diretor do Sindipetro-RJ, Francisco Soriano.

A Chapa 2 mantém um diálogo permanente com a direção da empresa, sem abrir mão da independência. Além disso, os membros da Chapa 2 cultivam excelente relação com o movimento social. O engenheiro Fernando Siqueira tem sido convidado, reiteradas vezes, para debates promovidos pela UNE e pelas outras organizações estudantis.

Diferente da Chapa 1, que declara inconveniente a participação do Sindipetro-RJ na eleição da AEPET,  a Chapa 2 considera fundamental. Até porque Sindipetro-RJ e AEPET têm várias lutas em comum: pela valorização da remuneração do petroleiro; pela correção do PCAC; contra o assédio moral; Petrobrás 100% estatal e pública e a volta do monopólio; a luta contra a repactuação.

Temos profundo respeito pela Chapa 1. Achamos bastante saudável que exista mais de uma chapa na eleição. Porém o nosso apoio é para a Chapa 2, “Viva a AEPET!” - Até porque não se mexe em time que está vencendo!

O período de votação vai até as 12 horas do dia 13/01/2012, quando será fechada a urna e, em seguida, iniciada a apuração pela Comissão Eleitoral.

Os votos deverão ser encaminhados pelo correio (o envelope resposta será anexado ao material) para a AEPET.


IMPORTANTE!
"O sócio que desejar, ou que não tiver recebido a correspondência da AEPET para votação em seu endereço, poderá votar na sede da AEPET no Rio: Av. Nilo Peçanha, 50 - sala 2409 - Ed. De Paoli, no horário de expediente"


Rio, 12 de janeiro de 2012.
Sindipetro-RJ

 

 

 

 

 

 


 

EDITORIAL
Desconto assistencial e a campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso!
Sem dúvida, uma das principais lutas que o Sindipetro-RJ constrói é a campanha “O Petróleo Tem que Ser Nosso!” Nesse movimento defendemos a Petrobrás 100% estatal e pública, a volta do monopólio estatal do petróleo e o fim dos leilões. 
 
Essas são algumas das bandeiras do projeto de lei 531/09, que tramita no Senado Federal. São signatários dessa lei FUP, FNP, Aepet, Sindipetro-RJ e os demais sindicatos de petroleiros. Também endossam esse projeto diversos partidos políticos, como PT, PDT, PSol, PCB, PCdoB, PSTU, várias centrais sindicais, como CUT, Conlutas, CTB e Intersindical, e muitos movimentos sociais como UNE, MST, MTD, MAB etc. 
 
Apesar do apoio dos partidos políticos, centrais sindicais, sindicatos e do movimentos sociais, poucos empunham a bandeira da campanha com a firmeza necessária. O Sindipetro-RJ prioriza essa campanha e se dedica para conquistar mais aliados efetivos para o movimento contra a privatização do petróleo brasileiro. Em todo espaço e em cada oportunidade que encontramos, lá está nosso sindicato travando a luta em defesa da apropriação popular do nosso ouro negro.
 
Prova disso é que agora em janeiro vamos levar a luta do petróleo para o Fórum Social Mundial Temático que vai acontecer em Porto Alegre. O evento que nasceu no Rio Grande do Sul surgiu em contraposição ao Fórum Econômico Mundial de Davos. O Fórum realizado na Suíça reúne as grandes potências capitalistas para discutir a economia global e fechar acordos internacionais, que estão sempre distantes dos anseios populares. O já tradicional FSM reúne dezenas de milhares de ativistas sociais para trocar idéias e apontar alternativas para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna.
 
O Sindipetro-RJ vai levar para o Fórum mais de uma dezena de diretores, dois jornalistas, a nossa TV Web, a peça teatral do petróleo, um ônibus com apoiadores de nossa campanha, além das nossas cartilhas, do cordel e das animações da campanha. Ainda está em produção um jornal com 20 mil cópias para distribuir ao público presente. Para alcançar inclusive os militantes estrangeiros, essa publicação virá também nas versões em inglês e espanhol. 
 
Estamos organizando junto ao FSM debates exclusivos sobre o petróleo e construindo a participação em outras mesas temáticas. E daí, o que a categoria tem a ver com isso? Tudo. A nossa luta é para garantir que todo petróleo seja propriedade dos brasileiros e usado para pagar a divida social, principalmente com os mais pobres. 
 
O governo brasileiro e a direção da Petrobrás caminham na contramão dos interesses de nosso povo. Querem transformar nosso país num grande exportador de petróleo. Vamos abastecer os EUA e os europeus com nosso petróleo e nosso país vai continuar a ser o país do futuro. Para enfraquecer nossa campanha, a companhia estimula as cartinhas com a negativa do desconto assistencial. Como diz o ditado popular “se fazem de morto para enterrar o coveiro!”
 
Todo ano as gerências distribuem formulário sem explicar para que é o desconto. No texto dessas cartas, vem apenas a pergunta: “Se você concorda ou não com o desconto”. O desconto é de 0,5% do salário básico dos petroleiros ativos e de uma única vez. A categoria petroleira tem que ser a guardiã de nosso petróleo e da Petrobrás 100% pública e estatal. Assim como executamos o preceito constitucional de produzir e abastecer todo o território nacional de derivados de petróleo. Resultado também da nossa força de trabalho são os sucessivos recordes de produção e lucros.
 
Além disso, desenvolvemos tecnologia inédita no mundo que propiciou a descoberta do pré-sal. Temos que garantir que todo petróleo seja do povo brasileiro! E com isso contribuir para o futuro de nossos filhos e para uma sociedade mais justa e fraterna.


Rio, 05 de janeiro de 2012.
Sindipetro-RJ

 

 

 


 

 

EDITORIAL
Fora Diego Hernandes! 
Realmente fica difícil para os sindicatos dos trabalhadores conviverem com um RH de tão baixa estatura moral. Como se não bastasse toda a falência da política de recursos humanos da companhia, que garante aos petroleiros a remuneração mais rebaixada dentre as estatais. Só no Rio de Janeiro, em busca de melhores salários, deixaram a Petrobrás mais de 600 petroleiros, que homologaram no Sindipetro-RJ em 2010. Essa política fragiliza e faz da companhia uma “fornecedora de mão obra para as concorrentes”.

Na AMS, o RH introduziu no grande risco as “negativas”. Se o companheiro Lula fosse petroleiro, poderia receber uma negativa para seu tratamento do câncer. O RH disse em reunião que “qualquer um está sujeito às negativas, inclusive os diretores e os gerentes”, o que não acreditamos. Citamos o presidente Lula, porque foi em seu governo que muitas coisas na companhia mudaram para melhor, mas é de seu governo a herança maldita desse RH. 

Outro fato grave é a repactuação e as mentiras plantadas por esse senhor; dentre elas a gravação da declaração do RH em debate, que o dinheiro pago pela adesão à repactuação seria para repor perdas salariais. Declaração esta que o próprio, logo depois, negou nos tribunais. 

Fato grave também foi a divulgação, em documentos oficiais da companhia, de que a repactuação seria implementada somente com 90% de adesão da categoria. Só conseguiram, naquele momento, 52,8% e, mesmo assim, deram prosseguimento. Agora, em total desrespeito à lei, reabrem a repactuação, cuja data limite de adesão já tinha se esgotado, sem permitir à categoria a desrepactuação. Inclusive o principal alvo da repactuação são os aposentados e pensionistas, vítimas do arrocho salarial implementado pelo próprio RH. 

Grave também é o fato desse senhor ter saído do meio sindical e trazer para a companhia o que há de pior no sindicalismo. Se aliar a uma Federação em prejuízo do conjunto da categoria? Sem contar as mentiras. É intolerável o fato de o RH dar prosseguimento à política de FHC, que rasgou o contrato dos aposentados e pensionistas, arrochando de forma criminosa os seus salários. 

A atual direção da Petrobrás diz que tem responsabilidade social e que respeita os contratos. No caso dos aposentados e pensionistas, o RH – com respaldo da direção da empresa – não só desrespeita os contratos, como tem total apoio da companhia que, em reconhecimento aos “serviços prestados”, promove o RH ao cargo de presidente do Conselho Deliberativo da Petros, órgão máximo de nosso fundo de pensão. 

Como se não bastasse toda a sacanagem praticada pelo RH da companhia com a categoria, em especial com os aposentados e pensionistas, a Petros até agora não informou a data exata de pagamento desses trabalhadores. E quem são esses aposentados e pensionistas que não sabem quando receberão? Justamente os que não aderiram à farsa da repactuação, implementada pelo RH. 

Vale lembrar que a empresa se comprometeu a pagar aos petroleiros no dia 12/12. Isto porque o Sindipetro-RJ assinou o acordo no dia 1º de dezembro. Acreditávamos que os aposentados e pensionistas estavam também incluídos nesse calendário. Enviamos ofício à direção da empresa no dia 5 de dezembro cobrando que o pagamento dos aposentados e pensionistas ocorresse junto com os trabalhadores da ativa. A Petros, nos inúmeros telefonemas que recebeu, não sabia informar o dia do pagamento. A alegação da Fundação é que não tinha recebido ainda a tabela da Petrobrás e só após o recebimento dessa tabela poderia marcar a data de pagamento. Como ontem (06/12) aconteceu a reunião mensal dos aposentados e a data do pagamento foi discutida, resolvemos ir ao RH cobrar essa data. 

Não fomos recebidos pelo RH, Diego Hernandes, que estaria em reunião, mas por outro gerente do RH, Jorge Cândido, que não soube informar a data do pagamento. Ficou de ligar depois com essa informação. Sem receber a confirmação da data, fizemos novos contatos com a Petrobrás e com a Petros. Num “jogo de empurra”, a Petrobrás disse que mandou a tabela e a Petros afirmou não ter recebido. Finalmente, a Petros nos informou que talvez pague aos aposentados e pensionistas no dia 20/12”. Nem certeza da data eles deram. Esse não é o “padrão Petrobrás”. Isso é resultado da política nefasta do RH da companhia. Pelo conjunto da obra propomos: 

Fora, Diego Hernandes, do RH da Petrobrás! 

 

 


 

Assembleia aprova acordo
Contra o indicativo da direção do Sindipetro-RJ, a categoria petroleira aprovou a terceira e última proposta da campanha. O acordo foi assinado no dia 01/12, com exceção do TBG que, a pedido do RH, foi assinado hoje (02/12). 

O Sindipetro-RJ aguarda o RH para assinatura do acordo da PBio. Esperamos que seja respeitada a mesma data de pagamento para todos, ou seja, 12 de dezembro.

Veja (anexa) a tabela com o resultado das assembleias.


Editorial
A FUP conspirou o tempo todo contra a categoria
A nossa pauta, do Sindipetro-RJ e da FNP, foi protocolada no dia 6 de setembro, após ser amplamente divulgada e aprovada nas assembleias. A FUP, que não divulgou sua pauta e nem a submeteu às assembleias, entregou antes ainda. Aí começa a manobra da FUP: quiseram impor à categoria um Termo de Compromisso, para “matar os aposentados de véspera”. 

Alegavam garantir para a categoria a reposição salarial e nós sempre reivindicamos o ICV-DIEESE. Mas na verdade a reposição era o IPCA, que atrela os petroleiros que repactuaram a esse índice, que o RH e a FUP querem – e têm conseguido – impor a todos os aposentados, “repactuantes” ou não.

Vários sindicatos da FUP assinaram esse termo sem passar pelas assembleias. Esse termo, nas bases em que foi “aprovado”, vai ser usado contra os aposentados nas ações judiciais. Nenhum dos quatro sindicatos da FNP, nem o Sindipetro-RJ, o assinaram. Além disso, o RH/FUP reabriu a repactuação. Arrocha o a salário dos aposentados e pensionistas, depois lhes oferece a “tábua de salvação”: reabre a repactuação. É muita maldade!

Depois a FUP marcou a greve (que não fez!) por tempo indeterminado, com parada e controle de produção, para o dia 16 de novembro. A questão fundamental da greve para a FUP era 17% de aumento, sendo IPCA e 10% de aumento real no salário básico; pleiteavam também a revisão no PCAC e SMS, entre outros pontos.

A própria data da greve, dia 16 de novembro, já era uma manobra da FUP/RH para levar a categoria ao desespero. Qual seria a outra finalidade, já que não fizeram a greve? O Sindipetro-RJ e a FNP, em nome da unidade da categoria, acompanharam o indicativo da FUP e fizeram a greve, que a própria FUP não fez.

As principais reivindicações da categoria não foram atendidas: não tivemos aumento real no salário básico; não revisamos o PCAC e, se depender de mudanças na política de SMS, os petroleiros vão continuar morrendo na companhia. Ainda pior é que a FUP suspendeu a greve no dia 22, com um documento da Petrobrás (que saiu da reunião entre a FUP e o presidente Gabrielli), que não garantia nada. Nem para a holding. 

Se nem para a holding este documento garantia nada, para as demais empresas do Sistema menos ainda. Não existia proposta. Só fomos receber qualquer documento depois de cobrar publicamente, no dia 25/11. Inclusive recebemos a proposta da TBG e da Petroquisa em 28/11. Da PBio só hoje (30/11). A FUP fez assembleias em várias bases da Transpetro, indicando aceitação, sem ter a proposta. Veja a data da proposta da Transpetro e observe quando começaram as assembleias em Campos Elísios, ligado ao Sindipetro Caxias, e em Cabiúnas, base do Sindipetro-NF.

Grande parte da categoria ainda não sabe que a progressão de níveis de 12/18/24 meses só começa em julho de 2012. O benzenismo, que conseguimos tirar da proposta da Petrobrás, na Transpetro não tinha nenhuma proposta. Depois das nossas cobranças ainda veio com benzenismo e, só depois de nossas denúncias, foi retirado. Houve avanços, é verdade, graças à greve do Sindipetro-RJ e FNP, mas:

Não superamos a discriminação com os aposentados; continuamos a receber aumento real na RMNR, que não contribui para a Petros e não entra no cálculo para nossa aposentadoria, discriminando antigos funcionários; não corrigimos as distorções do nosso PCAC; na AMS não conseguimos colocar nossos pais, na Transpetro os aposentados vão continuar a não ter direito a AMS; vão continuar as “negativas” na AMS no grande risco, vamos ter que continuar a recorrer à justiça; e o pior – as cláusulas sociais, por imposição da FUP/RH, valem por dois anos.



Rio, 02 de dezembro de 2011.
Sindipetro-RJ

 

 

 

 


 

 

 

SINDIPETRO-RJ URGENTE

Amanhã, 25/11, pela manhã, o boletim Surgente nas bases petroleiras do Rio vem com os seguintes destaques:

- FUP aceita a proposta, sem esclarecer à categoria os seus itens. A Federação, que ia fazer a greve com parada e controle de produção, “sentou no colo” de Gabrielli e capitulou.

- Perguntas que não querem calar: o avanço de níveis é retroativo, a partir de quando? Essas propostas valem para as demais empresas do Sistema Petrobrás (Transpetro, TBG, PBio, Petroquisa)? Vai voltar a “curva forçada”?

- Na questão do benzeno, se ficar como está, ninguém da Transpetro vai se aposentar na especial.

Vamos, no boletim de amanhã, marcar as assembleias, mas exigimos do RH reunião para esclarecer esses e alguns outros pontos.

Encaminhe suas dúvidas sobre a proposta para os diretores do sindicato pessoalmente, por e-mail ou telefone.

Não podemos entrar na esparrela de fazer as assembleias e a base social do RH, apoiada pelos fupistas, aprovar qualquer coisa. 

Veja anexo: o boletim da FNP e a última proposta da Petrobrás.


Rio, 24 de novembro de 2011.
Sindipetro-RJ

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

No 2º dia, cresce greve nacional dos petroleiros

Veja fotos da greve (da base do RJ) em http://www.apn.org.br/apn/ content/view/3524/1/

Pelo segundo dia, trabalhadores paralisam atividades da Petrobrás, terceira maior empresa de energia do mundo, segundo a PFC Energy. A greve dos petroleiros iniciada ontem ganhou força nessa quinta (17). Destaque para a adesão ao movimento das importantes refinarias da Bahia, em Mataripe, e de São Paulo, em Cubatão. No Rio de Janeiro, os terminais da Baía de Ilha Grande (TEBIG) e o Aquaviário da Baia de Guanabara (TABG) também se somaram. O Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro ainda organizou nessa manhã um ato em frente a um dos prédios administrativos da Petrobrás no centro do Rio. O trancaço no Edifício Torre Almirante atrasou por mais de uma hora a entrada dos trabalhadores, esquentou a greve no Rio com uma multidão se aglomerando em frente ao prédio e se solidarizando à luta. Até Polícia Militar interviu para acelerar o encerramento do ato. 

A revolta dos petroleiros em greve se explica pelo fato de que os grandes lucros da empresa e a descoberta do pré-sal não chegam até os trabalhadores. Por isso, exigem aumento do salário e melhoria das condições de trabalho daqueles que dedicaram e ainda dedicam sua vida à construção da Petrobrás. A Frente Nacional dos Petroleiros (FNP) e o Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro prometem greve por tempo indeterminado até que a gerência de Recursos Humanos dialogue efetivamente com a pauta de negociação da categoria. 

A direção do Sindipetro-RJ avalia que a greve está numa crescente. O diretor Emanuel Cancella mostra-se indignado com a truculência da Petrobrás e com a intransigência da empresa em repassar ganhos reais aos trabalhadores:

- Vamos fortalecer a mobilização de luta dos petroleiros em todo o Brasil. Essa mobilização no Rio de Janeiro vai continuar todos os dias até que a empresa avance nas negociações – afirma o coordenador da Secretaria Geral do sindicato.

Os petroleiros, entre outros pontos, reivindicam aumento real (percentual incidindo sobre o salário básico), melhorias na AMS (assistência médica) e mais segurança no trabalho. Em 2011, a companhia já computa 16 mortos em acidentes de trabalho. A luta pelo monopólio estatal do petróleo e pela Petrobrás 100% pública e estatal também fazem parte das bandeiras do movimento.
 

Veja abaixo o quadro atualizado do 2º dia da greve nacional dos petroleiros:
 
SINDIPETRO RJ
No estado do Rio de Janeiro, os petroleiros do TEBIG, em Angra dos Reis, encontram-se com adesão de cerca de 80% à greve entre turno e administrativo. Desde ontem realiza-se assembleias a cada troca de turno para avaliar o movimento. Com truculência, a empresa determinou que a vigilância comunicasse aos grevistas a proibição da entrada para almoçar no refeitório da companhia.
 
No TABG estão sendo realizadas paralisações de duas horas em cada turno. A maioria do administrativo e do turno aderiu. Também estão realizando o corte da emissão de PT (permissão de trabalho), assim nem os terceirizados estão conseguindo trabalhar.
 
Nos prédios administrativos, no centro do Rio, foram realizados trancaços de uma hora e meia (entre as 7h e 8h30). O Sindipetro-RJ realizou um grande ato no Edita, edifício da Petrobrás no Centro do Rio, retardando em mais de uma hora a entrado dos trabalhadores. Juntou-se um grande contingente de petroleiros na porta do prédio. No final da atividade, aplaudiram o movimento de luta e o Sindicato. A Polícia Militar chegou com armamento pesado ao final do ato forçando seu encerramento.
 
 
SINDIPETRO DO LITORAL PAULISTA
Os petroleiros do Litoral Paulista entraram no segundo dia de greve por tempo indeterminado. 
Nesta quinta-feira (17/11), os trabalhadores fizeram novas concentrações na porta das unidades e, logo em seguida, voltaram para as suas casas. Todas as unidade de terra na região foram afetadas pelo movimento.

Na RPBC, em Cubatão, a adesão foi de 100% do turno e de 80% do administrativo. Em represália ao movimento, a gerência da refinaria cortou o transporte dos grevistas. A justificativa apresentada foi de que a companhia não poderia liberar os ônibus para os trabalhadores, pois a empresa estaria colaborando com o movimento. No entanto, esta é a primeira vez que a RPBC adota esta medida.

No Terminal Alemoa, repetindo o quadro do primeiro dia de greve, a adesão foi de 100%, atingindo os trabalhadores do turno, ADM e terceirizados. Desde ontem (16/11), por volta das 16 horas, houve corte de rendição na troca de turno. Agora, está nas instalações da unidade apenas o grupo de contingência da empresa. O Terminal Alemoa também enfrenta uma greve de petroleiros terceirizados. Desde sexta-feira (11/11), os trabalhadores da empresa TQM reivindicam melhores salários. Em Pilões, a greve ganhou corpo e teve a participação do Turno, ADM e petroleiros terceirizados. A adesão foi de praticamente 100%.

Nas duas unidades da Petrobrás no Litoral Norte – Tebar (São Sebastião) e UTGCA (Caraguatatuba) – todos os trabalhadores do Turno participaram da greve. No ADM, cerca de 90% dos empregados aderiram ao movimento. Já em Itanhaém, mais uma vez os diretores do Sindicato estiveram presentes no aeroporto para debater com os petroleiros embarcados os próximos passos da campanha nas plataformas de Merluza e Mexilhão.
 
SINDIPETRO BAHIA:  continua a  GREVE POR TEMPO INDETERMINADO, com paralisação em todas as áreas operacionais, RLAM, FAFEN e outras áreas, (instalações de piquetes na capital e interior); Todas as unidades estão sendo afetadas pelo movimento, que já ganha peso nacional e repercussão positiva em outras bases. Prova disso é a antecipação da reunião do Conselho Deliberativo da Federação Única dos Petroleiros para amanhã (18/11), que está sendo solicitada pelo Sindipetro Bahia com o apoio do Sindipetro-RN.
 
 
SINDIPETRO AL/SE: SERGIPE: Atalaia, Sede da Rua Acre, FAFEN, Carmópolis (Jordão, Siriri, Riachuelo e base de CP) a greve continua forte, com paralisação das obras na FAFEN. ALAGOAS: Porto (Transpetro AL) houve uma trancaço, está em greve com 70% de adesão, corte de rendição de 90% dos trunos, Estação do Pilar realizaram atraso de tres horas, 
 
SINDIPETRO SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
Em São José dos Campos, a greve continua, desde às 15 horas de ontem (16/11) houve corte de rendição nos grupos de turno. A proposta da empresa esta sendo rejeitada.
 
SINDIPETRO PA/AM/MA/AP 
No Sindipetro-PA/AM/MA/AP, os trabalhadores estão intensificando os atrasos nas unidades. Nesta quinta-feira (17/11), a entrada dos trabalhadores do prédio administrativo de Manaus foi atrasada em duas horas e meia.
 
 
Fonte: Agência Petroleira de Notícias, com informações do Sindipetro-LP e da FNP.



Rio, 17 de novembro de 2011.
Sindipetro-RJ

 

 

 

NÃO HÁ GANHO REAL NO SALÁRIO BÁSICO
A Petrobrás oferece a reposição da inflação, pelo índice do IPCA, de 7,23% na tabela do salário básico, fazendo com que os adicionais que incidem sobre o mesmo não reflitam ganhos reais, com prejuízos para o futuro do empregado e causando um prejuízo maior aos aposentados com esta política. Os funcionários da ativa também perdem com a RMNR. Além de não entrar no cálculo de nossa aposentadoria e não contribuir para a Petros, o aumento real na RMNR penaliza os antigos funcionários. A Petrobrás apresenta uma tabela, que estamos colocando mais detalhes, demonstrando que não há ganho real no Salário Básico e que, no período de 2002 a 2011, a empresa praticou concessão de nível até 2006. A partir de 2007, com a introdução das tabelas de RMNR, foi concedido um reajuste na Remuneração de 160,05% na RMNR, enquanto que na tabela de Salário Base acumula apenas 88,51% no mesmo período, já incluído os 10,71% oferecido na nova proposta da companhia. Há perdas acumuladas nos benefícios pagos aos aposentados e as pensionistas de 39,38% e também no salário básico. O Dieese alerta que, mantida essa política de RH, a RMNR poderá ser maior que o salário básico, acarretando prejuízos irreversíveis à categoria. Veja a tabela anexa com os índices, preparada pelo Dieese. Propomos que cada trabalhador faça sua comparação, pegando seu salário básico em 2002, aplicando os índices que foram praticados e mais os adicionais, para constatar as perdas, em torno de 39,38%.


Em tempo:
No dia 16/11 (quarta-feira), os diretores do sindicato estarão em todas as bases pela manhã, discutindo os encaminhamentos. 

A coordenação do Sindipetro-RJ se reunirá, ainda na quarta-feira (16/11), às 14h, para avaliar a mobilização nacional.

A posição do sindicato é: greve nacional unificada, podendo ser deflagrada a qualquer momento, a partir do dia 16. 

Estamos enviando anexa a última proposta, na íntegra, apresentada pela Petrobrás.
 
O Sindipetro-RJ está sintonizado com os 17 sindicatos (FNP e FUP), tanto na deflagração de greve, como na marcação de assembleias. 



Rio, 14 de novembro de 2011.
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FIQUE LIGADO
Na segunda-feira, 14, na TV Petroleira, às 17h (com reprise às 20h), será transmitido o programa com a avaliação da Campanha Reivindicatória e da greve, prevista para acontecer a partir do dia 16. Clique www.tvpetroleira.tv/ e confira!



TV Petroleira: a nossa luta, você vê!
Aquela opinião que a maioria dos meios de comunicação boicota, aquela luta social que mídia grande criminaliza: o outro lado das notícias o internauta já pode ver e ouvir, na TV Petroleira.  
 
Além de programas ao vivo, ficam  arquivados na videoteca  programas  de interesse não só dos petroleiros mas de todo o público que deseja uma informação  além da versão oficial dos fatos e que questione o senso comum.  Na disputa pelo direito à informação , a TV Petroleira cerra fileiras ao lado dos movimentos sociais e sindicais. Está ao lado dos movimentos contra-hegemônicos nos campos cultural, social e político.

De segunda a sexta, sempre às 19h30, o internauta poderá assistir sempre  a um novo programa da nossa grade. Confira a programação da semana:

Quinta-feira, 10 –  A TV Petroleira estará nas ruas, transmitindo as manifestações em favor dos royalties para o Rio de Janeiro.

Às 19h 30, assista ao programa Entrevista Petroleira, com o dirigente da Batalha Operária, Didier Dominique. O líder sindical do Haiti denuncia, no Brasil, atrocidades praticadas pelas tropas de ocupação da ONU e pede a imediata retirada dos militares estrangeiros do Haiti. Participam, também, o diretor do Sindipetro-RJ Claiton Coffy e o representante da CSP-Conlutas, Júlio César.

Sexta-feira, 11, às 20h – Assista ao Boletim da APN: um resumo das principais notícias da semana, abordando  temas como petróleo, lutas sindicais e sociais, apresentadas pelo repórter Pedro Azevedo. O programa também é transmitido pela Rádio Petroleira.

Segunda-feira, 14, às 19h30 -  No programa O Petróleo Tem que Ser Nosso, o economista e professor universitário Rodrigo Valente Serra, com doutorado em royalties, explica tudo sobre a disputa entre os estados produtores e não produtores. Participa o diretor do Sindipetro-RJ, Francisco Soriano.

Terça-feira, 15, às 19h30 – Circuito Petroleiro é um programa voltado para  os interesses mais específicos da categoria. Confira a entrevista com o advogado do Sindipetro-RJ Luís Fernando, que tira dúvidas sobre a legislação trabalhista, dentre outros assuntos.  Participa também o diretor do Sindipetro-RJ Emanuel Cancella.

Quarta-feira, 16, às 19h30 – Em Pão e Circo, a escritora Ana Cruz apresenta ao público o DVD  “Mulheres Bantas”, que resgata, com muita arte,  o papel da mulher negra na preservação da religiosidade e sua importância na cultura afro-brasileira.

Quinta-feira, 17, às 19h30 – Entrevista Petroleira, com Modesto da Silveira. O tema é direitos humanos e comissão da verdade: será que vai acabar em pizza?

Sexta-feira, 18, às 19h30 -  Programa Verso e Reverso. Quem derrubou Gaddafi? O povo ou a Otan? O jornalista Mário Augusto Jacobskind acaba de lançar livro sobre a Líbia. No debate, posições confrontantes, a luz do pensamento das esquerdas, prometem caloroso debate.


REPORTAGENS ESPECIAIS

Confira na videoteca as reportagens especiais. Já estão disponíveis os programas:

O Grito dos Excluídos: cobertura do ato, realizado após o desfile oficial de 7 de Setembro, no Rio.

Dia Nacional de Luta Contra as Privatizações: a cobertura do ato realizado pela campanha O Petróleo tem que Ser Nosso, no dia do aniversário da Petrobrás.

Dia Mundial de Democratização da Comunicação – a cobertura completa do ato realizado no Rio.

Sindipetro-RJ apoia manifestação 10% do PIB para Educação, com cobertura do ato do dia 20 de outubro. 

O que o trabalhador espera da campanha salarial? – a TV Petroleira entrevista trabalhadores, na porta do Edise.

Entrevista com o senador Paulo Paim (PT-RS): o senador aborda direitos dos aposentados, criminalização dos movimentos sociais, o projeto de lei do petróleo proposto pelos movimentos sociais.

Entrevista com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ): uma conversa sobre royalties

Lançamento do livro "68: a geração que queria mudar o mundo":  cobertura da solenidade, na Assembléia Legislativa.
 
Fonte:  Agência Petroleira de Notícias


INFORME SOBRE NEGOCIAÇÃO DO ACT
Ao final da negociação de hoje, 11/11, a Petrobrás apresentou a proposta (anexa). 

A direção da empresa, desrespeitando a diretoria do Sindipetro-RJ e a FNP, ficou de enviar o complemento, que seria a proposta na íntegra, até as 20h; o que não aconteceu.



EDITORIAL
Contra a Injustiça, em Defesa do Brasil
A Passeata “Contra a Injustiça, em Defesa do Rio” não passa de uma gran­de farsa! Com certeza estamos fazendo o jogo das multinacionais do petróleo e de seu representante no Brasil, o Ins­tituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Bi­combustíveis – IBP. Discutir os royalties é como discutir o rabo do elefante e que­­remos discutir o elefante, já disse o ex-diretor da Petrobrás e professor da USP, Ildo Sauer. 

Os governos do Rio e do Espírito San­­to nunca prestaram contas de onde aplicaram esse dinheiro e nem dizem onde vão aplicar no futuro. Diante da a­meaça de diminuição do repasse, a­mea­­çam os salários dos aposentados. Isso é uma grande injustiça e covardia! Precisamos exigir de todos os gover­nan­tes o destino dos royalties: saúde, edu­ca­ção e saneamento básico, por exemplo. 

Além disso, os royalties represen­tam 10% da indústria do petróleo e po­dem chegar a 15%. Enquanto discutimos quem leva mais, se Rio, Espírito Santo ou os demais Estados brasileiros, os es­tran­geiros principalmente Europa e EUA vão se beneficiar do Brasil, o grande ex­portador de petróleo. Por efeito da lei, do governo brasileiro e da Petrobrás, o Brasil vai se transformar num grande expor­tador de petróleo, ou seja, mais uma vez fornece matéria prima para enrique­ci­mento dos colonizadores de sempre. 

Isto porque, como fizemos com nossas riquezas naturais, borracha, pau-brasil, café, açúcar,  minério de ferro, prata e ouro, agora vamos fornecer ao mundo nosso ouro negro. Ou, como denominam nos­sos militares, “
a Amazônia azul”. Vamos abastecer os EUA e a Europa, ajudando a resolver os problemas da crise financeira internacional e o Brasil vai continuar a ser o país do futuro. 

Será que o povo brasileiro foi às ruas no maior movimento cívico, 
“O pe­tróleo é nosso!” para depois entregá-lo de mãos beijadas? Quando o pe­tróleo era um so­nho, na década de 40 e 50, o povo foi às ruas lutar: muitos mor­­reram, foram presos e perseguidos, e agora quando o pe­tróleo é uma rea­li­dade vamos capitular? 

Estamos fazendo exatamente a von­tade do IBP denunciada pelo Wikilikes: não debater o petróleo para não des­pertar o nacionalismo dos brasileiros. Sem esquecer que, por menos que isso, os americanos arrasam o Iraque, Afe­ganistão, entre outros, e tentam ani­quilar a Venezuela. Quanto ao debate dos royalties, acreditamos que todos devam receber sem prejuízo dos estados e municípios produtores. Mas o mais im­portante, o fundamental é a garantia: Que todo o petróleo seja nosso!



Rio, 11 de novembro de 2011.
Sindipetro-RJ

 

 

 

 


 

 

EDITORIAL
Rejeitar a contraproposta e preparar a greve com parada e controle da produção
 
Essa é a proposta da FUP que nós va­mos submeter às assembléias com in­dicativo também da direção do Sin­di­petro-RJ. Na última terça-feira (01/11), a FNP e o Sindipetro-RJ encerraram a ro­dada de negociação iniciada na sexta-feira (28/10) com a Petrobrás. Reafir­ma­mos na mesa de negociação toda nossa pauta com 208 itens protocolada nos dia 6 de setembro. A pauta foi amplamente divulgada nas bases, através do boletim Surgente, debatida e aprovada nas as­sembléias, nas unidades do RJ.
 
Vamos propor a greve para que haja aumento real no salário básico. Não a­cei­tamos aumento real na RMNR porque não entra no cálculo para aposentadoria nem contribui para a Petros. Denúncia do Dieese: a relação RMNR salário bá­sico no futuro em breve vai esvaziar o sa­lário básico e aumentar a RMNR. Co­bramos essa relação ao RH para mos­trarmos à categoria.
Queremos o aumento real para todos, inclusive para os aposentados que pa­ga­ram e pagam a Petros para ter esse direito. Não podemos aceitar nenhum ti­po de discriminação. 
 
Vamos rejeitar a proposta e propor a greve porque queremos a abertura do PCAC para correção, como o piso sala­rial na tabela dos técnicos: dos Ins­pe­to­res de Segurança Patrimonial, dos Téc­nicos de Enfermagem e de Contabi­li­da­de; a promoção automática de pleno pa­ra sênior 
entre outras.
 
A categoria não aceita que o direito de se aposentar e continuar a trabalhar, direito esse garantido através do STF, se­ja questionado pelo RH, assim como a licença maternidade de 180 dias que é lei. Por que a petroleira tem que pedir au­torização ao gerente? Decisão judicial não se discute, se cumpre. Alguns desses ca­­patazes estão tirando as mamães da lista de promoção assim como da con­ces­são de níveis. Segundo denúncia das mu­lheres, somente algumas poucas mulheres pós-maternidade fizeram jus a essas promoções na empresa. 
 
O Sindipetro-RJ é contra a Repac­tua­ção, aprovamos isso na direção do sin­di­cato e nas assembléias de base do RJ. En­tramos na Justiça e queremos a abertura opcional do Plano Petros BD para toda a ca­tegoria e que ela tenha a oportunidade de adesão ao melhor plano previdenciário do mundo. No Plano Petros BD o garan­ti­dor é a Petrobrás e na adesão você sabe quan­to vai pagar e também quanto vai receber na aposentadoria. É um absurdo o RH junto com a FUP reabrirem nova­men­te a Repactuação: o RH escreveu à categoria que, caso a repactuação não al­cançasse 90% de adesão, seria cancela­da, mas só alcançou 53% e foi mantida. A­gora quer reabrir a Repactuação ofere­cen­do novamente dinheiro para assediar a categoria. Inaceitável a postura da di­reção da Petrobrás, da Petros e da FUP, mais uma vez se utilizando da dificuldade finan­ceira da categoria, principalmente dos apo­sentados e pensionistas que acumulam perdas gigantescas em seus salários, para venderem seus direitos. 
Temos que exigir do RH, da FUP e da Petros respeito aos aposentados e pensio­nistas. Que parem de dizer que os aposen­tados e pensionistas que repactuaram estão tendo aumento real, pois esses pe­tro­leiros acumulam perdas de mais de 30%. Além de mentira deslavada, é uma for­ma de atraí-los para a repactuação. O Sindipetro-RJ e a FNP continuam a im­plementar ações de desrepactuação para a categoria. 
 
Queremos também que os trabalha­dores da Transpetro tenham direito à AMS na aposentadoria. 
 
Na AMS, o RH insiste na existência da “Negativa”: Petroleiros da ativa e apo­­sen­tados, e seus dependentes, po­dem ter a co­bertura de seu tratamento negada pe­la AMS. Tratamento de câncer e tumor no cérebro, só para citar exem­plos que já vivenciamos na base do Rio de Janei­ro, estão tendo seus trata­men­tos rejeita­dos pela AMS. Tratamentos que deveriam ser cobertos pelo seguro de grande risco que pagamos.
 
O Sindipetro-RJ, quando solicitado, tem entrado na justiça com pedidos de li­minares que são prontamente acatadas pelo Judiciário. É preciso dar um basta nes­sa situação da AMS. Nossa solicitação é que os tratamentos sejam efetuados, pois a vida não espera. O RH alega preços diferenciados dos tratamentos e dos acessórios diferentes nas regiões. 
Estranhamos que nenhum diretor ou gerente da alta cúpula da empresa tenha procurado o sindicato com esse tipo de pro­blema. Será que a negativa só vale para “petroleiros pobres mortais”?
 
Vamos aprovar a rejeição da pro­pos­ta e a greve nacional da categoria.
 
Quem descobriu o pré-sal merece mais! Princi­pal­mente mais respeito dig­nidade, sa­lá­rio justo e condições dignas de trabalho. E temos que debater nas as­sembléias a postura adesista do RH à FUP, nunca an­tes na historia da Petro­brás isso existiu!
 
 
______________________________ ________
 
QUADRO DE ASSEMBLÉIAS
 
QUARTA-FEIRA 09 DE NOVEMBRO DE 2011
CNCO (Grupo 1 - Entrada)                            06h30
CNCO (Grupo 2 - Saída)                               06h30
TABG (Grupo D - Entrada)                            07h00
TABG (Grupo B - Saída)                               08h00 
TBG (Adm)                                                      12h30
Ventura/Metropolitan/Cititower (Adm)         12h30
Transpetro Angra                                             14h00
CNCO (Grupo 4 - Entrada)                             14h30
Cenpes TIC (Grupos 1 - Entrada)                  18h30
 
QUINTA-FEIRA 10 DE NOVEMBRO DE 2011
Cenpes RBG (Grupos B - Entrada)            06h30
Cenpes RBG (Grupos E - Saída)                 07h00
TABG (Adm)                                                    07h00 
TABG (Grupo A  - Saída)                              08h00
Transpetro Angra (Terminal)                         08h00
Edita/Castelo (Adm)                                    12h30
Edihb/Ouro Negro(Fundos-Adm)              12h30
Aposentados                                                14h00
Edise (Grupo 2 - Entrada)                           14h00
Cenpes RBG (Grupos A - Entrada)           14h30
Edise (Grupo 4 - Saída)                               14h30
Transpetro Angra (Padaria)                        15h30
Transpetro Angra (Terminal)                       16h00
Transpetro Angra (Padaria)                         23h30
Cenpes (Grupos A - Entrada)                     14h30
Tevol (Adm e Turno)                                      15h00 
Cenpes TIC (Grupos 2 - Entrada)               18h30
Cenpes TIC (Grupos 3 - Saída)                   19h00
 
SEXTA-FEIRA 11 DE NOVEMBRO DE 2011
Transpetro Angra (Terminal)                     00h00
Comperj (Adm)                                            07h30
CNCO (Grupo 3 - Saída)                            07h00
Cenpes (Adm)                                             07h30
Edicin/Teleporto (Adm)                              12h30
Edise/Sedan (Adm)                                    12h30
Transpetro Sede/RB1/Sulacap (Adm)     12h30
CNCO (Grupo 5 - Entrada)                         14h30
Transpetro Angra (Padaria)                        23h30
 
SÁBADO 12 DE NOVEMBRO DE 2011
Transpetro Angra (Padaria)                        00h00
Edise (Grupo 1 - Entrada)                           06h00
Cenpes RBG (Grupo C - Entrada)              06h30
Cenpes TIC (Grupo 4 - Entrada)                06h30
Edise (Grupo 5 - Saída)                                06h30
Cenpes (Grupo C - Entrada)                       06h30
Cenpes (Grupo D - Saída)                           07h00
Cenpes RBG (Grupo D - Saída)                  07h00
TABG (Grupo C  - Entrada)                          07h00
TABG (Grupo E  - Saída)                              08h00

 
Obs. Votam em qualquer assembléia: grupo 3 do Edise, grupo 5 do Cenpes Tic, e os petroleiros de Angra - aposentados, ativos do administrativo e grupos.
 


Rio, 04 de novembro de 2011.
Sindipetro-RJ
 

 

 

 

 


[]  CNPJ: 33.652.355/0001-14 Emacs! 


PLENÁRIA DEFINE PRIORIDADES
Rejeitar a contraproposta da Petrobrás e preparar Greve Nacional Unificada
 
Após a negociação com a Petrobrás, Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Sindipetro-RJ, Sindipetro-BA e Oposição do Norte Fluminense, além de petroleiros que integram a luta pela Anistia, realizaram no último sábado (29/10) uma Plenária para definir os próximos passos da campanha reivindicatória 2011.

Apontar a REJEIÇÃO da contraproposta da companhia e preparar uma GREVE NACIONAL UNIFICADA foram as principais resoluções do encontro, que ainda definiu esta sexta-feira (04/11) como prazo final para a Petrobrás entregar a proposta completa. Após sua divulgação pela empresa, a FNP indicará o calendário de assembleias e da greve nacional unificada. Enquanto isso, agitações, setoriais e paralisações fazem parte das estratégias traçadas para mobilizar a categoria e derrotar o que o RH chama descaradamente de “empenho da Petrobrás em atender aos anseios dos empregados”.

A negociação continua - Para reafirmar as principais reivindicações da categoria e dar sequência à negociação da última sexta-feira (28/10), que não foi esgotada, FNP e Sindipetro-RJ voltam a se reunir com a empresa nestas segunda e terça-feira (31/10 e 01/11). Estão sendo exigidas da companhia respostas concretas para a pauta reivindicatória.

Principal eixo da campanha, a bandeira por GANHO REAL DE 10% NO SALÁRIO BÁSICO será mais uma vez levada à mesa de negociação, somada às bandeiras pela reposição das perdas salariais, pela incorporação da RMNR no salário básico e por Periculosidade pra Valer! A reabertura do PCAC, com a implantação de melhorias imediatas, também segue sendo bandeira prioritária da FNP. A empresa afronta e desafia o poder de mobilização da categoria ao ignorar uma das maiores fonte de insatisfação dos trabalhadores.

Construindo a unidade - Ainda durante a Plenária realizada no último sábado, foi votada a construção de uma nova Carta Aberta aos Petroleiros pela Unificação da Luta, que será divulgada, em breve, em todas as bases petroleiras do País. O objetivo é avançar na unificação dos sindipetros que estão engajados em construir um calendário unificado de lutas e que defendem mesa única de negociação, e estimular os trabalhadores das demais bases a cobrarem de suas direções a construção desta unidade.

Também participaram da Plenária as assessorias jurídicas dos sindipetros Alagoas e Sergipe e Rio de Janeiro, além do representante do DIEESE, Jardel Leal. O economista fez um balanço das negociações que ocorreram em outras categorias e opinou sobre a campanha reivindicatória dos petroleiros. Já os advogados dos sindipetros apontaram as alternativas jurídicas que podem ser usadas pelas direções para fortalecer a campanha.

 
A FNP também LUTA:

- Pela progressão do ATS para todos os trabalhadores e Progressão na tabela a partir dos 30 anos;
- Pela Inclusão dos Pais na AMS e melhoria no Benefício; mesmo benefício com as mesmas condições para todas as empresas do Sistema, inclusive na Transpetro;
- Por políticas de SMS concretas para acabar com os acidentes de trabalho e com o caos aéreo na Bacia de Campos
- Contra a alteração da norma sobre o BENZENO, que tentam impor à revelia da legislação brasileira específica limites mínimos de exposição
- Pelo Aumento do Efetivo;
- Pela Aposentadoria Especial;
- Pela Anistia e Cancelamento das Punições dos Trabalhadores do Tecab (Cabiúnas-NF) e dos demais trabalhadores;
- Fim das Práticas Antissindicais;
- Igualdade de direitos para combater a precarização do trabalho terceirizado;
- Acordo único para todos os Trabalhadores do Sistema Petrobrás;
- Contra Remuneração Variável e a Tabela Congelada,
- Pelo Fim do Administrativo de Campo e Contra a Criação do Regime de 4×3 – “Regime Administrativo Contínuo”
- Contra a Repactuação, BPO e a Separação de Massa;
- Contra o Regramento da PLR;
 


Rio, 01 de novembro de 2011.
Sindipetro-RJ

 

 

 

 

 


CNPJ: 33.652.355/0001-14

 

 

EDITORIAL
ACT 2011: está chegando a hora!
A empresa convocou o Sindipetro-RJ e a FNP para reunião (RH/AMB/RTS – 50096/11 – 19/10/11). Como previsto, para dar continuidade ao processo de negociação, estamos agendando para o próximo dia 28 de outubro, sexta-feira, às 14h, reunião para discussão das cláusulas econômicas. Ressaltamos que as cláusulas sociais diretamente impactadas pelas econômicas serão revisitadas após o fechamento dessas, caso necessário.

Lembramos que protocolamos nossa pauta no RH dia 06 de setembro. O Sindipetro-RJ e a FNP vão se pintar para a guerra, como fazem os índios, e rezar pela paz. Vamos usar a sabedoria dos mais velhos e a rebeldia dos jovens. Queremos uma proposta que atenda ao conjunto da categoria!
Uma proposta que una a categoria. Não aceitamos proposta que discrimine nenhum setor dos petroleiros. A descoberta do pré-sal, os recordes de lucros e de aumento na produção é resultado do trabalho de toda a categoria. 

Para nos prepararmos para qualquer cenário e não sermos surpreendidos, nesse sábado (29/10), às 9h, realizaremos na subsede do Sindipetro-RJ na Avenida Presidente Vargas, 502 - 7º andar, uma Plenária Nacional que vai reunir a direção do Sindipetro-RJ, da FNP, da Fenasp e os petroleiros da base do Estado do Rio de Janeiro. 

No dia 19/10, a categoria realizou nacionalmente manifestações nas várias unidades, deixando claro que a proposta que foi apresentada não atendeu aos anseios da categoria.  E se na próxima reunião o RH mantiver a intransigência, não avançar nas cláusulas sociais e não apresentar uma proposta econômica razoável (17%, incluindo reposição e produtividade), a resposta da categoria vai ser a greve.

Venha participar da Plenária. A categoria já mostrou no dia a dia que "o desafio é a nossa energia". Que ninguém ouse desafiar os petroleiros! 



Sindicatos exigem nova negociação e já preparam próximos passos da campanha do ACT 2011
Foi realizada na tarde desta sexta-feira (28/10) mais uma negociação de ACT 2011 entre FNP, Sindipetro-RJ e Petrobrás. Com o objetivo de avançar na construção da unidade nacional, também estiveram presentes na mesa de negociação Sindipetro-BA e Oposição do Norte Fluminense.

Os dirigentes sindicais iniciaram a reunião fazendo uma crítica contundente à dinâmica de negociação que vem sendo imposta pela Petrobrás, tendo como um dos maiores exemplos um fato recente: a apresentação da proposta econômica da companhia à força de trabalho antes mesmo de se reunir com a FNP. O que para a empresa é uma questão “técnica” e “circunstancial”, é na verdade uma tentativa de desqualificar os representantes sindicais e, por conseqüência, um importante setor da categoria. Ao desrespeitar as entidades, a companhia desrespeita os trabalhadores.

Como se não bastasse fragmentar o ACT, separando as discussões sociais das econômicas, agora a empresa assume publicamente que privilegia a outra federação. Tanto é que no mesmo instante em que estava reunida com a FNP nesta sexta-feira, realizava uma reunião paralela com a FUP, demonstrando total desrespeito com as demais representações sindicais.

Diante disso, a FNP exige que a companhia não repita esta prática, no mínimo, desrespeitosa, que já vem se tornando uma marca desta gestão de Recursos Humanos. Uma empresa que se orgulha de ser a quarta maior companhia de energia do Mundo não pode dar continuidade a esta política mesquinha com os trabalhadores.

A FNP também exigiu da empresa uma proposta de ACT, de fato, completa. Segundo a Petrobrás, as duas cartas compromissos apresentadas até aqui, somadas às atuais cláusulas do ACT, são o que a empresa tem de proposta para a categoria. Entretanto, entendemos que uma proposta rebaixada como esta é uma afronta aos trabalhadores e não pode ser encarada como definitiva. 

A companhia tem o dever de avançar. O que a empresa chama de negociação, até o momento tem sido uma comunicação intransigente das migalhas que ela ofereceu até aqui. Até agora, a companhia ignorou todas as cláusulas (no total, 208) que compõem a nossa pauta reivindicatória. Se a companhia não tem condições, ou melhor, não quer atender os pleitos da categoria, exigimos que ela apresente justificativas concretas para o motivo da recusa ou impossibilidade.
 
PRÓXIMOS PASSOS
A reunião desta sexta-feira (28/10) não foi esgotada. Por isso, FNP e Sindipetro-RJ comunicaram à empresa que irão dar sequência às negociações para que sejam colocados em discussão todos o itens que não foram contemplados pela empresa. Questões como ganho real, PCAC, Anistiados e Aposentados, por exemplo, não foram sequer abordadas pela Petrobrás nas duas cartas compromisso enviadas à categoria, com as propostas sociais e econômicas.

A data desta nova reunião entre Sindicatos e Petrobrás deve ser fechada ainda neste sábado (29/10), quando os sindicatos petroleiros realizarão uma Plenária para discutir os próximos passos da campanha. No encontro, que acontecerá na sede do Sindipetro-RJ na Av. Presidente Vargas, serão debatidos a construção de um calendário de assembleias e a indicação de greve. Para arrancar da empresa uma proposta justa é urgente construirmos um calendário forte de mobilizações.


PETROQUISA
O Sindipetro-RJ pede desculpas aos trabalhadores da Petroquisa lotados em nossa base, pelo adiamento da assembleia, que foi remarcada para a próxima sexta-feira (04/11), às 17h30, na Avenida Passos, 34 - Centro.

Pauta: Ticket X Auxílio Almoço

Obs.: a assembleia foi adiada por considerarmos que não houve ampla divulgação.



Rio, 28 de outubro de 2011.
Sindipetro-RJ


CNPJ: 33.652.355/0001-14

 

SINDIPETRO GARANTE NA JUSTIÇA O DIREITO À AMS

O Sindipetro-RJ conseguiu mais uma liminar na justiça em defesa do trabalhador. Graças à intervenção do sindicato, um ex-empregado aposentado da Petrobrás garantiu a manutenção de sua assistência médica supletiva (AMS) que havia sido suspensa arbitrariamente. 

Trata-se de um aposentado com sérios problemas de saúde, dentre os quais, uma diabete avançada e um quadro de hipertensão. Com a liminar do dia 11/10 em mãos, os diretores do Sindipetro-RJ, Emanuel, Munhoz e Soriano partiram rumo a mais uma difícil tarefa: conseguir no RH, a pedido do nosso setor jurídico, o recibo no documento judicial.

Como esperado, o gerente de RH, Jorge Cândido, não quis assinar o recebimento da liminar da justiça. O Juiz determinou multa de R$ 1 000,00 por dia em caso de descumprimento da decisão. Os Tribunais já conhecem essa atitude de recusa da Petrobrás e orienta que, duas ou mais testemunhas, atestem a atitude da empresa e o ato jurídico se torna perfeito. 

O Sindipetro-RJ alerta a categoria que a mais corriqueira recusa da AMS em cobrir o tratamento deve ser levada à justiça. Os juízes estão dando todas as liminares solicitadas. A atuação da assistente social do sindicato buscando a solução é importante, mas, simultaneamente, tem que se buscar a liminar na justiça. A vida não espera e estamos lidando com pessoas que tratam o ser humano como se fossem peças descartáveis! 


EDITORIAL 

SINDICATO É PARA LUTAR

Os trabalhadores no mundo estão lutando contra as tentativas dos governos de jogar em nossos ombros os efeitos da crise. É assim na Grécia, no Chile, nos EUA e no Brasil. 

No Brasil, Bancários e Correios estão em greve, buscando aumento real de salários e melhores condições de trabalho. Estas categorias rejeitaram proposta do governo que – inclusive - inclui aumento real. É um absurdo que no Brasil em pleno crescimento da economia não consigamos aumento real de salário. 

Mas é isso que o governo Dilma quer fazer. Não dar aumento real aos trabalhadores. Aqui na Petrobrás os resultados da companhia são estupendos graças à sua força de trabalho. De comum acordo com o governo, o RH da Petrobrás insiste em pagar a inflação para aqueles sindicatos que assinarem a Carta Compromisso. 

Se a empresa quer pagar, que pague. Aliás, já fez isso em vários momentos sem documento. Porque agora a empresa quer, em plena discussão de nosso ACT, um termo de compromisso assinado? 

Por conta do termo de compromisso, alguns companheiros têm atacado nossa direção sindical. Alguns por desconhecimento de causa, outros de caso pensado: acusam-nos de ser sindicato dos aposentados. Mas ninguém lutou mais pelos novos do que o Sindipetro-RJ. Não temos duvidas que foram no Rio de Janeiro as grandes mobilizações para que os novos funcionários recebessem os 30%. Lutamos e conquistamos, junto com os trabalhadores, a equiparação dos novos na década de 90 e agora a partir de 2000. O RJ também foi palco da conquista da licença-maternidade de 180 dias. 

Na verdade, o Sindipetro-RJ nunca aceitou nenhum tipo de discriminação, seja com o novo funcionário, seja com o aposentado. 
Assim como lutamos pela anistia e contra as demissões de nossos companheiros. O Edise foi palco da reintegração de mais de 800 demitidos do Plano Collor em 1992, depois de 42 dias de ocupação na sede da empresa. Muitos dos que voltaram viraram as costas para o sindicato e nem sequer são sindicalizados. 

Em 1990, o Sindipetro-RJ se orgulha de ter ocupado a sede da Interbrás contra as demissões dos trabalhadores das empresas do Sistema Petrobras no governo Collor, resistindo ao desmonte da empresa e tentando barrar as demissões. Com apoio do Sindipetro-RJ e de outros sindicatos da categoria que financiaram e participaram da luta a maioria desses companheiros da Interbrás/Petromisa/Nitriflex e Petroflex estão de volta. E para que não haja duvida da nossa posição, nossa pauta de reivindicação do ACT de 2011 é composta de vários pleitos desses companheiros. 

E hoje com tristeza constatamos que grande parte de nossa oposição é formada por esses mesmos companheiros. Lógico que não são todos e nem tudo está perdido. Uma oposição que, segundo o seu próprio boletim, está dividida. Além de ingratos são aliados do RH da empresa. Além de aliados do RH utilizam a categoria como escada para subir na companhia, alguns deram calote no sindicato. Estão sendo devidamente cobrados porque o dinheiro não é nosso. 

Mas nada disso muda nossa posição, e temos o orgulho de anunciar através do companheiro Jorge Haydt, cujo grupo se organiza em nosso sindicato, o retorno de 27 companheiros da Interbrás no dia 27 de setembro graças a ajuda da categoria e do Sindipetro-RJ.

Tudo isso sem contar os gerentes que subiram na companhia através dos sindicatos e que hoje fazem o jogo sujo da empresa. 

Pedimos paciência a categoria, até porque ninguém vai deixar de receber a reposição salarial retrativa a setembro. Tem sido assim durante anos.

Não podemos ficar a mercê dos vira-casacas, dos mercenários e dos maus gerentes e também não podemos nos transformar no sindicato dos inadimplentes, daqueles que gastam por conta, estão permanentemente endividados e querem que o sindicato resolva seu problema. Sindicato é para lutar!


Rio, 14 de outubro de 2011.
Sindipetro-RJ
 

 

 

 

 


 

PETROBRÁS CONVOCA SINDICATOS PARA NEGOCIAR

No próximo dia 18 de outubro a Petrobrás chama os sindicatos para discutir: AMS, BENEFICIOS EDUCACIONAIS, PETROS. No dia 19 de outubro SMS, VANTAGENS, PCAC.

Diz a empresa em seu informativo: “... considerando a complexidade do ACT 2011, a companhia propõe avançar, inicialmente nos temas que compõe as clausulas sociais. As clausulas econômicas serão tratadas logo em sequência...”

A companhia leva mais de um mês para responder aos sindicatos, pois a pauta dos trabalhadores foi protocolada no dia 6 de setembro. Bancários e Correios - que tem a mesma data base de petroleiros - já tiveram mais de uma proposta rejeitada e estão em greve. Os petroleiros, além de toda adversidade de uma negociação salarial, enfrentam o triunvirato direção da Petrobrás/Petros/FUP que esticam a corda acenando com o IPCA antecipado, mas impõe um Termo de Compromisso a ser assinado pelas direções sindicais. Se a Petrobrás quer pagar, que pague como fez com os 160% de uma remuneração paga aos gerentes: os R$ 400 mil de PLR e abono a ser pago aos diretores da companhia. Para nada disso teve Termo de Compromisso. Por que a reposição salarial que os petroleiros sempre conquistaram nos últimos anos retroativos a nossa data base setembro precisa de Termo Compromisso?



Rio, 07 de outubro de 2011.
Sindipetro-RJ

 

 

 


 

 

 

Assembleia elege Diretoria do SINDMAR 2012/2016 



Fotos: Luciana Aguiar 

Foi realizada no dia 5 de outubro, na Sede do SINDMAR, no Rio de Janeiro, a Assembleia Geral Extraordinária que oficializou a eleição da única chapa inscrita para dirigir os rumos da entidade, no período de 2012/2016. Por aclamação, conforme determina o estatuto social do Sindicato, os associados em pleno gozo de seus direitos que compareceram à solenidade confirmaram os integrantes da Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e Delegados Federativos, com os respectivos suplentes.

 

Durante a cerimônia, que foi conduzida pelo CLC Raimundo Nonato, membro ativo do Departamento de Aposentados do SINDMAR, o Primeiro Presidente Severino Almeida lembrou que o Sindicato é obra de um “grande time”, no qual os aposentados se sobressaem por sua presença e participação efetiva em todos os momentos importantes da entidade. “Aliás, quanto mais antigo o companheiro, mais participativo”, afirmou.

 

O Presidente reeleito também externou suas impressões sobre o atual cenário da Marinha Mercante brasileira e as perspectivas para o futuro da categoria. Em especial, destacou o fato  preocupante de que, hoje, o grande mercado de trabalho dos marítimos brasileiros está em navios estrangeiros – e o único dispositivo legal que ainda regula o nível de empregabilidade, que é a RN-72, vem sendo seriamente ameaçado.

 

“O SINDMAR tem a responsabilidade de lutar para preservar isso. De um momento para outro, as condições atuais de remuneração e trabalho podem ruir, exatamente como aconteceu na Noruega e na Argentina. O que faz diferença nesse processo é não nos acomodarmos. O SINDMAR precisa do apoio de seus associados para se manter forte, vigoroso, e se contrapor ao poder econômico que não quer compromisso com os trabalhadores”, ressaltou.

 

A ata da Assembleia será elaborada pelo Diretor Secretário Odilon Braga. A posse da nova Direção do SINDMAR será em março de 2012.

 

Chapa Eleita

Diretoria Executiva

Primeiro Presidente – Severino Almeida Filho
Segundo Presidente – José Válido Azevêdo da Conceição
Diretor Secretário – Odilon dos Santos Braga
Primeiro Diretor Financeiro – Nilson José Lima
Segundo Diretor Financeiro – Jailson Bispo Ferreira
Diretor de Comunicação – Paulo Rosa da Silva
Diretor Procurador – Marco Aurélio Lucas da Silva
Diretor de Educação e Formação Profissional – José Nilson Silva Serra
Diretor de Relações Internacionais – Darlei Santos Pinheiro
Diretor de Previdência Social – Nelson Nunes

Suplentes da Diretoria Executiva

Ana Cláudia Guimarães Ribeiro Bouillet; Yana Bell Cotting Mesquita; Edilson Esteves de Souza; Miguel Angelo de Vasconcellos Cunha Pereira; Raimundo Marques Machado;  Francisco de Assis Neves Vieira; Carlos Olímpio Gomes de Oliveira; Rinaldo Antônio de Medeiros Filho; Hélio Manhães Palumbo de Albuquerque; José Reginaldo Teixeira da Silva; Jonathas Celestino Teixeira Neto.

 

Conselho Fiscal

Laura Feitosa Teixeira; Ivaldo Odir de Morais Mamede; Ricardo Cerdeira de Lemos.

Suplentes do Conselho Fiscal

Raimundo Nonato de Souza; Fernando Brito Lisboa; Aldo Bispo dos Santos; Francisco de Paula Matos Filho; Vinicius Medeiros de Souza; Luiz Carlos de Souza; Claudio Henrique Barbosa; Aloysio Ferreira Magalhães Filho.

 

Delegados na Federação: Severino Almeida Filho; José Válido Azevêdo da Conceição
Suplentes: Jailson Bispo Ferreira; Marco Aurélio Lucas da Silva


 

 

 

 

 

 


 

 

 

Manifestação pelo aniversário da Petrobrás para as ruas do Centro do Rio

No dia em que a Petrobrás comemorava seus 58 anos, um ato organizado pelo Sindipetro-RJ reuniu bombeiros, professores, profissionais da sáude, petroleiros, aposentados, movimentos sociais e o movimento estudantil em frente à sede da empresa na Avenida Chile. Caravana de estudantes do Rio e de Niterói também estiveram presentes, além de estudantes do Mato Grosso e do Espírito Santo, que vieram de ônibus, patrocinado pelo Sindipetro-RJ, para prestigiar o nosso ato. Entre todos estes segmentos sociais o discurso era comum: as riquezas do pré-sal têm de servir para acabar com todas as nossas mazelas sociais

E sob este espírito de uma Petrobrás 100% estatal e pública que diversas lideranças discursaram em frente a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), aonde desde o meio-dia, os manifestantes se concentravam. O deputado estadual Paulo Ramos, do PDT, deu o seu depoimento à TV Petroleira: 
 
"É uma alegria muito grande comemorar os 58 anos da Petrobrás. Se estamos alegres, também estamos muito preocupados. A Petrobrás consegue descobrir petróleo em camadas profundas como o Pré-Sal e vêm os leilões para as empresas estrangeiras, os malandros de sempre. O Petróleo é Nosso e há de ser Nosso!"
 
Várias lideranças dos movimentos sociais estiveram presentes preocupados com um petróleo sob controle estatal, a serviço dos interesses populares.
 
"Queremos uma empresa que não gere somente lucros econômicos, mas também desenvolvimento para o país, na saúde e na ciência e tecnologia", afirmou Darby Igayara presidente da CUT-RJ.
 
Petroleiros da ativa e aposentados deram sua contribuição e seguiram com a caravana que partiu às 15 horas das escadarias da ALERJ em direção à sede da Petrobrás.
 
Renan Lacerda, petroleiro, realçou o simbolismo daquela data: "Para a sua criação, muitos brasileiros deram a sua vida. A Petrobrás tem que ser uma empresa 100% pública. Nada de leilões, nem privatizações. Toda a riqueza do pré-sal tem que ser revertida em benesses para a população brasileira."
 
Já Paulo Roberto Prata, aposentado da Petrobrás, demonstrou sua preocupação com os rumos que a empresa vem tomando nos últimos anos: "Ela está cada vez mais longe de ser uma empresa brasileira, do povo brasileiro."
  

Fonte: Agência Petroleira de Notícias.  



Rio, 03 de outubro de 2011.
Sindipetro-R

 


 

Movimentos sociais vão distribuir bolo no aniversário da Petrobrás

No próximo 3 de outubro, segunda-feira, o aniversário da Petrobrás vai ser comemorado em grande estilo por trabalhadores que integram vários sindicatos e movimentos sociais: petroleiros, bombeiros, estudantes, trabalhadores sem teto e sem terra, profissionais da saúde e da educação, dentre outras categorias, vão se concentrar em frente à Assembleia Legislativa, ao meio-dia, e dali sairão em passeata até à sede da empresa, quando um grande bolo será partilhado entre todos os presentes.

Às vésperas da votação da lei dos royalties, os trabalhadores decidiram organizar esse evento para chamar atenção da autoridade para suas reivindicações. A principal delas é que as grandes reservas de petróleo do país devem ser exploradas visando o atendimento das necessidades da população brasileira, como moradia, educação e saúde pública e gratuita para todos. Devem servir à democratização do uso do solo nas cidades e da terra, no campo. A pauta de reivindicações também inclui o combate aos corruptos e corruptores. 

O grande bolo que será servido a todos ao final do ato simboliza a necessidade de repartir a renda nacional de forma democrática, atendendo às necessidade básicas dos brasileiros, e não engordando as campanhas partidárias e os setores empresariais, no Brasil e no exterior. Eles protestam contra a privatização dos serviços públicos e contra a entrega do petróleo a testas de ferro nacionais e a oligopólios internacionais.

A história da Petrobras em cordel

No ato também será lançado um livro de cordel, de autoria de João Batista de Melo, contando a história da Petrobrás. “O cordel é o terceiro de uma trilogia sobre a importância do petróleo e da participação popular, na defesa dos interesses do país” – explica João Batista, um ardoroso defensor da estatal.

O evento denuncia a privatização da saúde, da educação, dos correios e alerta para a necessidade de todos se mobilizarem contra uma nova onda de privatizações que está em curso. Mas o protesto será bem humorado e alegre. Haverá apresentação de um grupo de teatro, cantores de Rapper e outras atrações. 

O diretor do Sindicato dos Petroleiros, Emanuel Cancella, uma das entidades que organizam a manifestação, ressaltou que “é hora de reacender entre os brasileiros o sentimento de nacionalismo.  As reservas estimadas de petróleo vão colocar o nosso país entre os maiores produtores do mundo. Precisamos de um projeto de nação, aproveitando esses recursos para solucionar nossos problemas sociais. E não para satisfazer a sede de lucro do mercado e resolver a crise dos países ricos”.

Fonte: Agência Petroleira de Notícias


 

EDITORIAL
O triunvirato direção da Petrobrás, da Petros e da Fup ataca!
A FUP, em conluio com a direção da empresa, de uma cajadada só, quer matar dois coelhos: acabar com nossa campanha reivindicatória e angariar votos na eleição da Petros.
 
A Petrobrás nunca precisou do nosso aval para pagar nada à categoria. E foi assim quando pagou o bônus de 160% de uma remuneração aos gerentes, como também quando pagou 400 mil reais de bônus e PLR aos diretores da empresa. Por acaso a companhia consultou os sindicatos? Não! 

Mas agora, a FUP pediu o pagamento da reposição da inflação (ICV/Dieese) no nosso salário, para depois então discutirmos o restante da pauta, querendo jogar uma pá de cal em nossa campanha pelo ACT. A Petrobrás sabe que para a Justiça 
“quem paga mal, paga duas vezes”. Além disso, isso cheira à manobra eleitoral na reta final da eleição na tentativa de angariar votos na eleição da Petros para a chapa da Fup.

A diretoria do Sindipetro-RJ já se posicionou: queremos o atendimento de nossa pauta 
“histórica” protocolada no dia 6/9 que reivindica, entre outras cláusulas: o reajuste pela inflação do período, aumento real no salário; correção no PCAC; melhorias no SMS para evitar a morte de petroleiros; discutir todo o capítulo Petros e AMS de qualidade totalmente custeada pela Petrobrás.

Jogar o foco da nossa campanha nessa farsa de antecipação do ICV/Dieese (reposição da inflação) ajuda em quê a mobilização? 
Temos que chamar a categoria a lutar por um acordo que faça justiça com a categoria, a mesma que desenvolveu tecnologia e descobriu o pré-sal. 

Queremos salários dignos e avanços nas cláusulas sociais. E, na Petros, vote em nossos candidatos para lutarmos pela ampliação de nossos direitos.

 Não queremos esmola, pois não merecemos continuar sendo os mendigos da indústria do petróleo e os piores remunerados entre as estatais brasileiras!
 
Não esqueça:
 na eleição da Petros: Para derrotar a Fup, ativos votam nas chapas 23 e 31. Aposentados votam nas 
chapas 15 e 31



Secretaria Geral do Sindipetro-RJ


 

Sindipetro-RJ sindipetro-rj@sindipetro.org.br
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Hoje, Sindipetro-RJ, FUP, Conlutas e Aepet colocam as cartas na mesa diante das câmera da TV Petroleira
 
Assista ao Programa O Petróleo Tem que Ser Nosso e saiba o que unifica e o que distingue Sindipetro-RJ, FUP, Conlutas e Aepet no debate sobre monopólio do petróleo, royalties e mobilização. Retificando as datas, fique ligado hoje, segunda (26), e amanhã, terça (27), sempre às 19h30, na TV Petroleira! www.tvpetroleira.tv










Secretaria Geral do Sindipetro-RJ 

 

 

 


 

Para derrotar a FUP: ativo 23/31 - aposentado 15/31

A categoria já derrotou a FUP em duas eleições na Petros. Seria uma retaliação da categoria com a Federação? Não! Mas a categoria não é boba e sabe que a FUP representa, nas eleições dos conselheiros na Fundação, os interesses da direção da Petrobrás, da Petros e do mercado financeiro.

No momento em que a categoria desenvolveu tecnologia que propiciou a descoberta do pré-sal pela Petrobrás, a FUP quer continuar a tirar direitos. 

A FUP tirou direitos da categoria quando defendeu a Repactuação. Nós estamos nos tribunais em Brasília questionando a Repactuação e já obtivemos uma liminar
a derrubando, que depois foi cassada. No momento estamos aguardando o julgamento do mérito da ação. 

Nós representamos o interesse dos que não repactuaram e também dos que repactuaram, pois o processo da migração implementado pelo RH foi uma grande armação. A FUP é responsável pelo fechamento do Plano Petros de Beneficio Definido - BD, o de melhor concepção previdenciária no mundo. No Plano BD, quando você ingressa na companhia já sabe quanto vai pagar e quanto vai receber na aposentadoria. A nossa luta é para abrir o Plano BD opcional para toda a categoria, principalmente para os novos, e a FUP quer acabar com o Plano BD em definitivo. No Plano de Beneficio Definido – BD, o garantidor é a Petrobrás, 100%  responsável por eventuais futuros déficits e nos Plano Petros 2, de Contribuição Variável – CV, o garantidor é o próprio participante. 

Nós defendemos a adesão ao Plano CV para que os petroleiros não ficassem sem Plano no futuro e tenham a possibilidade de migrar para o BD sem pagamento de jóia. A jóia cobrada pela Petros é muito alta o que inviabilizaria a migração ao Plano BD. A FUP fez o Acordo de Obrigações Recíprocas- AOR, nesse acordo a Federação, em nome da categoria, se comprometeu a retirar todas as ações na Justiça contra a Petros, e a Petrobrás se comprometeu a pagar uma divida de 41 anos que vem desde a fundação da Petros, em 1970. 

A FUP aceitou o pagamento da dívida para daqui há 20 anos e ainda em títulos. Com esse acordo, a FUP jogou no ralo a possibilidade de sanearmos a Petros. Se realmene a Petrobrás pagasse a dívida com nosso fundo, ele ficaria superavitário permitindo, depois de alguns anos, como na Previ do Banco do Brasil, o pagamento de abonos aos funcionários, a suspensão periódica do pagamento da mensalidade ao Fundo. 

Como permitiria a solução dos problemas dos milhares de petroleiros. tais como o limite de idade imposto aos petroleiros que entraram na companhia em 78/79, do limite de três tetos da previdênciados pós-1982, da correção dos proventos das pensionistas e a aberturado Plano Petros - BD, pois tudo isso esbarra na questão financeira. A nossa chapa é a do CDPP - Comitê em Defesa dos Participantes da Petros.

Estão jogando pesado para eleger os candidatos da FUP, para isso acabaram com o voto por correspondência e não querem polarização, tanto que nem responderam nossas críticas. Por isso nessa eleição você pode fazer a diferença: vote e recomende o voto em nossos candidatos!

Não esqueça: ativos votam nas chapas23 e 31. Aposentados votam naschapas 15 e 31
 





Secretaria Geral do Sindipetro-RJ 

 






ELEIÇÕES PETROS 



CDPP apoia as chapas 15 e 23 na Petros (no Conselho Deliberativo). Para o Conselho Fiscal vote 31!





Começou na última sexta-feira (16) a eleição para o Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal da Petros. As eleições vão até 29 de setembro. Estão em condições de voto mais de 145 mil petroleiros, dentre trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas.
O Comitê em Defesa dos Participantes da Petros (CDPP) apoia duas chapas para o Conselho Deliberativo e uma para o Conselho Fiscal. Mas, atenção, o eleitor só poderá votar em uma chapa para o Conselho Deliberativo e uma para o Conselho Fiscal. 







Animação da Campanha o Petróleo Tem Que Ser Nosso será exibida em Belo Horizonte





A vinheta 'Sindicalização' da Campanha O Petróleo Tem Que Ser Nosso será exibida em sessão à céu aberto, no dia 22 de setembro às 17h45 em Belo Horizonte no projeto Cine Plug!





Petrolíferas voltam sua atenção para as Américas, após recentes descobertas





O Brasil iniciou a construção de uma frota de submarinos nucleares para proteger suas vastas descobertas de petróleo em alto-mar. A produção de petróleo da Colômbia está crescendo tanto que está se aproximado da produção da Argélia e pode vir a atingir os níveis da Líbia, pré-guerra, em poucos anos. A Exxon Mobil está fechando novos acordos na Argentina, que recentemente anunciou sua maior descoberta de petróleo desde os anos 80





Em busca de consenso, quatro senadores assinam projeto com novo critério para divisão dos 'royalties'





Já tramita no Senado a proposta assinada por quatro senadores que apresenta uma alternativa de consenso para a distribuição, entre os entes federativos, dos royalties resultantes da exploração de petróleo. O texto é de Francisco Dornelles (PP-RJ), Delcídio Amaral (PT-MS), Lindbergh Farias (PT-RJ) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES). 

 


Assinado Acordo da PLR 2010 Petrobras/Transpetro


 

 


Fotos: Luciana Aguiar

Após uma participação excepcional dos representados, que aprovaram a proposta das empresas, foi assinado no dia 26 de agosto, na Sede da Transpetro, no Rio de Janeiro, o Acordo de Quitação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) da Petrobras e da Transpetro dos empregados marítimos, referente ao exercício de 2010. Conforme assegurado pelas empresas, o pagamento será efetuado no dia 6 de setembro, mesma data do quadro de terra.

 

Pela primeira vez, a proposta da PLR da Petrobras e da Transpetro foi aprovada por todos os navios participantes da votação. Apenas um deles não se manifestou até o encerramento da consulta, às 12 horas do mesmo dia.

 

Participaram da votação 49 navios - o equivalente a 98% da frota em atividade - e 117 votantes individuais. Nas embarcações, 887 tripulantes aprovaram a celebração do acordo e 91 foram contrários. Houve, ainda, cinco abstenções. Os votantes individuais aprovaram a proposta por unanimidade. Dessa forma, foram registrados 1004 votos válidos favoráveis ao Acordo, o que representa cerca de 92% dos votantes.

 

O Segundo Presidente do SINDMAR, José Válido, elogiou a participação expressiva dos representados, que tiveram quatro dias para analisar e deliberar sobre os valores propostos.



Autor: Sônia d´Azevedo

 


INCÊNDIO NO NT DIVA DA TRANSPETROS.

 

 


Foto: Agência Petrobras

 

 


O incêndio ocorrido na noite de 18 de setembro, na praça de máquinas do NT Diva, da Transpetro, causou a morte do Oficial Mercante Rosynaldo Marques dos Santos. Oficial de náutica residente em Belém (PA), Rosynaldo faleceu durante os procedimentos de combate ao fogo, segundo informou a empresa, através de nota oficial. O SINDMAR, representado pelo Segundo Presidente José Válido, irá integrar a comissão interna criada para investigar as causas do incêndio e as circunstâncias da morte do companheiro.

 

No momento do sinistro, a embarcação se encontrava a 25 milhas náuticas a leste de Maricá (RJ) e estava com 32 tripulantes a bordo. O fogo, que se concentrou na praça de máquinas, foi debelado pela tripulação na manhã do dia 19, com o auxílio de rebocadores. O navio está sendo rebocado para o Porto do Rio de Janeiro.

 

O Diva é um dos nove navios de derivados claros de petróleo da Transpetro que fazem a transferência entre os terminais marítimos ligados às refinarias nacionais e os portos brasileiros que não são atendidos diretamente por refinarias. Esses navios também atuam na importação de óleo diesel e na exportação de álcool e gasolina. No início deste ano, passou por docagem de manutenção periódica e, no momento, operava normalmente no transporte de óleo diesel para abastecer os rebocadores que se encontram na Bacia de Campos.

 



Autor: Sônia d´Azevedo  

 

 

 

 

 

 

 


 

A Pauta de Reivindicação da Categoria, chamada Pauta Histórica, foi protocolada no RH dia 06/09.

Construída a partir das campanhas passadas, da plenária realizada no Sindipetro-RJ em 27/08/2011 e das assembleias nas bases do RJ, também passando pela supervisão da Secretaria de Assuntos Jurídicos deste sindicato, a pauta foi entregue está disponível no endereço: http://www.sindipetro.org.br/ w3/index.php?option=com_ content&task=view&id=591& Itemid=93


Rio, 09/09/2011
Sindipetro-RJ

 

 

 

 

 

 

  CNPJ: 33.652.355/0001-14

 

 

Sindicato dos Petroleiros reforça atuação junto aos trabalhadores do setor privado

 

Em entrevista à Agência Petroleira Notícias, o diretor Ivan Luiz falou sobre as perspectivas de crescimento e expansão das ações do Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) junto às empresas do setor privado que também atuam no setor petrolífero
 
Com a quebra do monopólio pelo governo federal para exploração e produção do petróleo em agosto de 1997, o mercado brasileiro abriu as portas para o capital estrangeiro. Diante disso, diversas empresas multinacionais se instalaram no Rio de Janeiro e passaram a buscar o Sindipetro-RJ para a negociação coletiva, visando estabelecer regras econômicas e sociais para reger a relação com seus empregados.

Com a criação de uma secretaria específica, o sindicato passou a dar uma atenção maior para os trabalhadores do setor privado e hoje já são 17 as empresas que possuem acordo coletivo firmado com a entidade, além de diversas outras que, diariamente, buscam informações sobre negociação coletiva e demais assuntos inerentes ao sindicato.

Segundo Ivan Luiz, diretor do Setor Privado do Sindipetro-RJ, é imensurável a quantidade de empresas que irão aderir nos próximos anos à sindicalização. Diante da descoberta do Pré-Sal e do modelo de exploração anunciada pelo atual governo, e considerando a atual geopolítica do petróleo, onde os produtores do Oriente Médio e norte da África se encontram em permanente tensão devido a fatores étnicos e religiosos, a tendência é que cada vez mais empresas estrangeiras se instalem no Brasil. Além disso, a entrada em funcionamento do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, o Comperj, dará novo ânimo ao mercado.

“Nós pretendemos e estamos fazendo a busca do entendimento com o setor privado. Ele não é o que desejamos, mas é uma realidade. E se existe trabalhador, nós não vamos deixá-lo desprotegido, sem uma salvaguarda” pondera Ivan.

O acordo coletivo que o Sindipetro-RJ firma com as companhias possui força de lei e é uma garantia também para as empresas, no sentido de evitarem futuros processos trabalhistas. O estatuto dá respaldo para o contratante e garante o respeito aos direitos do funcionário. - “O trabalhador deve se conscientizar de que ele está fortalecendo a si próprio e à entidade. Ele está entrando num guarda-chuva para sua própria proteção” – afirma  o diretor do Sindipetro-RJ.

A tarefa do Sindipetro-RJ, em relação ao setor privado, é, essencialmente, o cumprimento da legislação atual e avançar na conquista de direitos sociais e trabalhistas. O sindicato também poderá visitar as empresas, para observar as condições de segurança no setor petrolífero.

O equipamento de proteção industrial (EPI) assim como a regularidade na carga horária dos empregados são preocupações constantes do sindicato. Os acidentes no setor muitas vezes poderiam ser evitados e possuem uma relação direta com a negligência na segurança no trabalho. “Há pouco tempo, o trabalhador de uma empresa privada não foi informado que, pelo tubo em que ele iria fazer uma solda estava passando uma forte corrente de gás. Ao começar o uso do maçarico, o trabalhador foi morto, sem qualquer capacidade de reação. Isso é negligência. Uma mera informação poderia ter salvo a sua vida” , alertou Ivan Luiz.

Fonte: Agência Petroleira de Notícias

 

 


 

 

Sindipetro-RJ: compromisso com a independência

O Sindipetro-RJ sempre se notabilizou pela independência em relação ao governo e a direção da empresa. Vale lembrar que até 1996 a região do NF também fazia parte do Sindipetro-RJ.
Fizemos parte de todas as organizações nacionais da categoria, desde o Comando Nacional do Petroleiros, e depois ajudamos a construir a FUP, participando de sua direção. Todas essas entidades tiveram como sede o nosso sindicato, o que mostra o grau de nosso envolvimento com o movimento em nível nacional. 
Não hesitamos em sair da FUP quando ela abraçou a bandeira da repactuação e abandonou os aposentados. Saímos da FUP através de um plebiscito amplamente divulgado nas bases do RJ e com espaços iguais nos debates para ambas as posições. 
Temos orgulho de ser a primeira categoria nacionalmente a ter reintegrado os demitidos do Plano Collor em 1992 (cerca de 800 trabalhadores) depois de uma greve de ocupação de 42 dias na sede da companhia. Resistimos à extinção da Interbrás juntos, Sindipetro-RJ e Caxias ocupando a sede da empresa no Rio. Da nossa luta junto com os outros sindicatos de petroleiros - que continua - em defesa dos trabalhadores da Interbrás da Petromisa, da Nitriflex e Petroflex, foram readmitidos até hoje mais de 1000 trabalhadores à Petrobrás. 
Participamos de todos os movimentos nacionais da categoria e na greve de 1994/1995 que durou 32 dias. Fizemos passeata até a porta da Rede Globo e da Rede Manchete, nessa última ocupando sua sede na rua do Russel e conseguindo o direito de resposta às acusações levianas que a mídia fazia contra nossa categoria e a Petrobrás. 
Durante nossa participação na greve contra FHC, que queria privatizar a Petrobrás, fizemos parte também dos sindicatos dos petroleiros que levaram multa de cem mil reais ao dia. 
Sempre participamos da campanha “
O petróleo tem que ser nosso!”, agora a pleno vapor, e participamos da organização da audiência publica do dia 24/8 no Congresso Nacional, quando enviamos dois ônibus e estivemos nesse mesmo dia juntos com os trabalhadores protestando na esplanada dos ministérios por aumento geral de salários; em defesa dos aposentados e da previdência pública; por 10% do PIB para educação; e pela efetivação da reforma agrária e o fim dos leilões do petróleo. 
Colocamos no ar, agora por duas semanas, a animação da campanha do petróleo na TV do metrô, na rede ferroviária federal, nas barcas e nos cinemas do Rio.
Com a saída da FUP, em 2006, participamos do debate da construção da FNP. Em nosso sindicato aconteceu a maioria das reuniões para construir a nova federação dos petroleiros. 
No Congresso da Construção da FNP no Litoral Paulista em maio de 2010 fomos surpreendidos por uma proposta que contrariava tudo que havíamos escrito e pactuado. Na formatação da direção da FNP, o Sindipetro-RJ teria sua representação diminuída para dobrar a participação dos pequenos sindicatos, na época o de SJC, do PA/AM/MA/AP e do RS. 
Sem nenhum constrangimento por parte dos hermanos, a proposta era de reduzir somente o RJ. Contestamos dizendo que concordávamos em melhorar a representação dos pequenos sindicatos, desde que todos os outros sindicatos chamados grandes (LP, SE/AL e incluindo o RJ) que compõem a FNP dessem sua quota. Não conseguimos acordo e por isso abandonamos o Congresso. Por incrível que pareça, tem diretor do RJ que apóia a diminuição de nossa representação, o que para nós é um desrespeito com os trabalhadores de nossa base.
A direção do Sindipetro-RJ não concorda em ter a sua representação diminuída e já aprovamos na Coordenação e no Colegiado do Sindipetro-RJ que só voltamos a discutir nossa efetiva participação na FNP quando nossa representação for restabelecida. E não venham com proposta de proporcionalidade distorcida como a que garante que cada estado brasileiro ter três senadores. Queremos a proporcionalidade com base no tamanho de cada base que garanta a representação real de cada sindicato. 
Vamos continuar a luta pela unidade da categoria, pela pauta histórica pela mesa de negociação única. Lembrando que a nossa independência nunca representou estar fora das lutas da categoria. Porém, para estarmos juntos, exigimos respeito!
 

 
Rio, 26/08/2011
Sindipetro-RJ

 

 

 


 

 

 

 

Sindipetro-RJ cobra responsabilidade da Petrobrás com segurança no trabalho
 
Ato hoje, sexta-feira, às 12h , no Edise.
Somente em agosto oito petroleiros morreram
 
O Sindipetro-RJ fará ato na porta do Edise, nesta sexta-feira (26), ao meio-dia, em protesto contra a política de insegurança do trabalho na empresa. Enquanto a Petrobrás se preocupa em quebrar recordes de produção e os gerentes lutam para aumentar seus bônus, os petroleiros se arriscam para cumprir metas, sem as condições de segurança adequadas. São muitos os casos de mortes, mutilações e doenças ocupacionais causadas por excesso de exposição a agentes químicos altamente cancerígenos. Já enviamos ofício ao RH da Petrobrás cobrando reunião para tratar da seguranças nos vôos que envolvem as plataformas da UO-Rio, base do sindicato.
 
Bacia de Campos - O Sindipetro-NF participa da Comissão de Investigação do acidente ocorrido com a aeronave da Senior Taxi Aéreo, na sexta-feira (19), na Bacia de Campos. O acidente vitimou quatro trabalhadores: o piloto Rommel Oliveira Garcia; o copiloto, Lauro Pinto Haytzann; Ricar­do Leal de Oliveira, auxiliar técnico de planejamento da Engevix e João Carlos Pereira da Silva, técnico de inspeção da Brasitest. O helicóptero, que saiu da plataforma P-65 e seguia para Macaé, caiu no mar ao tentar fazer um pouso de emergência.
O acidente ocorreu menos de uma semana após o Sindipetro-NF publicar nota nos principais jornais de Campos e de Macaé alertando a população sobre o caos aéreo no embarque e desembarque de trabalhadores na Bacia de Campos. A FUP está convocando uma paralisação de 24 horas hoje, quinta-feira (25). Na base do Norte Fluminense serão realizados atos de protesto nos aeroportos da região.
 
Mais acidentes - Somente em agosto, oito trabalhadores foram vítimas de acidentes de trabalho na Petrobrás. Na mesma sexta-feira (19), o operador de máquinas Márcio José da Silva do Vale, 23 anos, contratado pela CM Construções, foi esmagado por uma motoniveladora, no campo de produção terrestre de Estreito, no Rio Grande do Norte. Ao todo, este ano, 11 acidentes tiraram a vida de trabalhadores do setor petróleo. Todos terceirizados.

                                                                                         
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PLENÁRIA DE PLANEJAMENTO DA CAMPANHA SALARIAL 2011 DO SINDIPETRO-RJ
DIA 27 DE AGOSTO NO AUDITÓRIO DO SINDIPETRO/RJ 
AVENIDA PASSOS, 34 – CENTRO – RJ 
 
CONVIDADOS:
 Todos os Sindipetros ligados a FNP; Setor minoritário da diretoria do SINDIPETRO-BA; Oposições ao SINDIPETRO-NF e ao SINDIPETRO-Caxias.
 
·        09h  -  Abertura - O coordenador do SINDIPETRO-RJ chama a composição da mesa de abertura: (05 minutos)
 
O encontro terá inicio com a saudação de 05 min para cada grupo de opinião que compõe a diretoria do SINDIPETRO-RJ; do setor minoritário do Sindipetro-BA além de representante da FNP.
 
Mesa de abertura será composta por um representante de cada corrente do  SINDIPETRO-RJ, representantes da FNP e do DIEESE.
 
·        09h30min - O Dieese iniciará os trabalhos com uma exposição de 30 min.
Em seguida serão abertas 12 intervenções de 03 minutos. (12x3= 36min.)
 
·        11h30min às 13h30min -  Almoço
 
 
·        13h35min será reiniciado os trabalhos com formação da mesa, composta por representante da FNP; grupos que compõem a diretoria do SINDIPETRO-RJ; setor minoritário do SINPETRO-BA, tendo como tema ACT-2011/2012. (pauta histórica e estratégia para campanha), a FNP dará informe de seu congresso em 10 minutos, os outros representantes da mesa também terão 10 minutos cada.
 
Em seguida será aberto para intervenções dos presentes, que se utilizarão 03 minutos, num total de 20 inscrições = 60 minutos
 
·        16h30min -  Encerramento
 
 
 
Rio, 26/08/2011
Sindipetro-RJ

 

 

 

 

 


 

 

 

Petroleiros discutem acordo coletivo em plenária estadual: sábado, 27, às 9h, no Sindipetro-RJ

O Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) convida a categoria e também as bases do Sindipetro-Caxias e Sindipetro-NF para participarem da plenária estadual a realizar-se no próximo sábado, 27, quando serão discutidas propostas para o Acordo Coletivo de Trabalho 2011-2012. Os trabalhadores devem trazer suas propostas de cláusulas para discussão. A plenária será no sábado, 27, às 9h, na sede do Sindipetro-RJ (Avenida Passos, 34, centro – Rio de Janeiro).

Fonte: Agência Petroleira de Notícias


Rio, 22/08/2011
Sindipetro-RJ


 

 

 

EDITORIAL
PLR: divisão enfraqueceu movimento

A categoria petroleira lutou e resistiu bravamente e sucumbiu diante de uma FUP que abandonou a categoria e se aliou definitivamente ao RH. Para aqueles que ainda duvidam: A FUP não cobrou nova proposta de PLR e insistiu no discurso do super bônus e PLR futura, como se isso fosse a prioridade da categoria. Mas o que fica cada vez mais claro é que eles querem juntar PLR com o ACT e facilitar a vida do governo e da direção da Petrobrás, que em nome da crise financeira internacional não querem ir além da reposição salarial de nossos salários. Por isso, por mais contraditório que pareça, o indicativo do sindicato com aval das assembléias de greve nacional no dia 17. Era fundamental, não podíamos de jeito nenhum juntar PLR com ACT. A greve nacional ficou inviável com a FUP tirando o corpo fora, remetendo para os sindicatos filiados resolverem individualmente o encaminhamento da PLR. Existem denúncias de que a FUP não teria indicado a aprovação da PLR por conta de cargos na Petrobrás. 

Não podemos afirmar com certeza a luta da FUP por cargos, mas essa turma já emplacou um bando de gerentes, por exemplo: as plataformas, responsáveis por 80% da produção nacional, dificilmente farão algum movimento impulsionados pela Federação, se o irmão do coordenador do NF, gerente na Petrobrás em plena ascensão, está saindo da gerencia de RH do Gás e Energia e indo para a gerência de CBS do mesmo órgão. A Bacia de Campos tem um histórico de greves com parada de produção de 1990 a 1996, quando éramos um único sindipetro. 

O nosso sindicato não indicou ninguém para cargo na Petrobrás, apesar da maioria da diretoria ser petista e cutista. E também não somos contra que os partidos da base de sustentação do governo indiquem pessoas para ocupar cargos, porém esse indicado tem que estar a serviço dos trabalhadores e não é isso que estão fazendo, particularmente na Petros e no RH. Também não acreditamos no discurso fácil dos partidos de oposição que criticam, mas que, na prática, abandonaram seus partidos e se filiaram ao PT para ocupar cargos na Petrobrás e no governo. Quer dizer que estamos derrotados? Não! Os desabafos colocados são proporcionais à grandeza da Petrobrás, nem as bases da FUP concordam que sejamos o pior remunerado entre as estatais. Cada um de nós, tem que ser um soldado da causa: temos que dialogar com os companheiros de nossas bases do RJ, FNP e da FUP.

Vamos denunciar os traidores da FUP! Por incrível que pareça, tem um grupo minoritário na FUP que acredita que a federação pode ser mexida por dentro, mas nós da direção do RJ não acreditamos, por isso saímos da FUP, por vontade da maioria da categoria através de plebiscito em todas as bases. Não temos dúvida, a FUP hoje não é uma organização dos trabalhadores, eles são um braço aliado do RH! Vale lembrar que a categoria petroleira já fez greve à revelia da direção.

No mais, é levantar a cabeça. Vamos agora discutir o ACT dia 27 de agosto, às 9h no Sindipetro-RJ. Vamos organizar o nosso congresso estadual para preparar nossa campanha, sendo fundamental a participação da categoria, que está acostumada a enfrentar desafios. Aliás, o desafio é a nossa energia!


INSPETORES E SEGURANÇA PATRIMONIAL

Convidamos a todos para tratar da "transferência para o COMPERJ", em reunião que ocorrerá na segunda-feira próxima, 22/08, às 14h, na sede do Sindipetro-RJ (Avenida Passos, 34 - Centro, Rio de Janeiro).

Diretoria do Sindipetro-RJ.



Rio, 19/08/2011
Sindipetro-RJ

 

 

 

 

 


 

 

ASSEMBLEIAS DA PLR

O Sindipetro-RJ realizou hoje, quarta (17/8), pela manhã assembléias em todas as bases do Rio de Janeiro, e aprovou a última proposta de PLR da companhia. As assinaturas dos acordos da PLR da Petrobrás, Transpetro, Petroquisa e TBG será hoje, 17/8, às 16h. O quadro com os resultados das assembléias de cada base e o total serão divulgado posteriormente.


Rio, 17/08/2011
Sindipetro-RJ


 

Nota à categoria: 

É lamentável a postura do RH da Transpetro, Sr Negrão, que em reunião ontem, 15/8,  com os diretores do Sindipetro-RJ, Marquinhos, Brayer, Jorge Rosa e o assessor de nossa entidade, Sérgio, informou que o Sindipetro-Rio Grande do Norte havia aprovado o acordo de PLR. Acreditando na palavra do gerente, divulgamos a informação em nosso último Surgente. Agora visitando a página do Sindipetro-RN (www.sindipetrorn.org.br/ noticia/sindicato-convoca- para-decisão) constatamos que as primeiras assembléias daquele silicate forma hoje, 16/8, restando 13 outras assembléias. É lamentável a postura desse gerente de RH da Transpetro. Como se trata de um gerente de recursos humanos o fato se torna mais grave ainda! 


Rio, 16/08/2011
Sindipetro-RJ
 

 

 


 

EDITORIAL

PLR - o desafio é nossa energia

Mesmo com toda a dificuldade, os petroleiros do Rio continuam apro-ando o indicativo da direção do Sindipetro-RJ de buscar uma nova proposta até o dia 16 e greve nacional dia 17. Temos que barrar a intransigência de um RH “mau caráter” aliado com a FUP, que há muito deixou de ser uma organização sindical e se transformou num braço da companhia.
O RH merece que baixemos o nível, mas isso nós não vamos fazer. Mas, o que dizer de um petroleiro que saiu do meio sindical e virou RH? Um RH que massacra velhinhos desrespeitando seus contratos através de nível e/ou bônus que são pagos aos ativos e não repassados aos inativos. Não satisfeito, com sua política de AMS, está matando literalmente os aposentados e pensionistas que não conseguem cobertura no tratamento através da AMS no Grande Risco. Isso na quarta empresa de energia do planeta.
Temos um RH que não respeita a de­cisão do STF e ameaça os petroleiros que se aposentam e continuam a trabalhar com o cancelamento da AMS e o não pagamento do complemento da Petros. Que não respeita a lei da PLR que permite que alcancemos 25% do que recebe o acionista. Todo ano, os petroleiros, através de seus sindicatos celebram acordo com o RH. E sempre temos que ameaçar greve para ir além dos 14%. 
Já os diretores da companhia, sem nenhuma mobilização, recebem o que nem com greve alcançamos: PLR máxima e igual para todos. Cada um dos diretores tem garantido R$ 400.000,00 entre PLR e bônus. E para nós, o RH já mandou o recado de que não existe nova proposta. Temos que nos contentar com a PLR mínima, inclusive já rejeitada por todas as assembléias da categoria no Rio? 
A FUP diz que toda mobilização que fizeram, incluindo a greve de 24h no ultimo dia 27, foi para protestar contra o super bônus e pela PLR futura. Em total desrespeito com as bases, não fizeram oficialmente a cobrança de uma nova proposta. A mesma FUP que não fez assembléia para rejeitar a proposta de PLR, agora também automaticamente quer levar nossa PLR para se juntar à discussão do acordo coletivo.
Queremos uma nova proposta de PLR antes do ACT. O RH e a FUP conspiram contra a categoria, querem embolar o meio de campo. Mas além das mobilizações na bases do Sindipetro-RJ e FNP, existe muita pressão nas próprias bases da FUP. Vamos apostar na nossa capacidade de superação.




Rio, 12/08/2011
Sindipetro-RJ
 


PLR URGENTE
 
Companheiros, mais uma vez o RH desafia a categoria. Em resposta ao ofício da FNP, o RH diz que não haverá nova proposta de PLR. Será que a FUP não pediu nova proposta? Toda a movimentação dos petroleiros da base da FUP foi para protestar contra o super bônus e mais nada? Tudo o que o RH quer é juntar PLR com o ACT. E ao que parece a FUP também. 

Os petroleiros sabem que PLR e ACT juntos geram manipulação. Por isso, repudiamos essa tentativa, que há muito não acontecia. Quer dizer que a FUP para se vingar dos “divisionistas”, pune a categoria? 

As bases da FUP têm que exigir da direção a realização de assembléias para decidir o que fazer. Eles tinham rejeitado automaticamente a proposta e colocaram isso em sua página eletrônica. Agora, também automaticamente, querem levar a PLR para ser discutida junto com o ACT. 

A FUP criticou a direção do Sindipetro de São José dos Campos quando este assinou o acordo seguindo a decisão da categoria, que aprovou a PLR em assembléia, apesar do indicativo da direção de rejeição. É fácil criticar a direção de SJC que foi surpreendida pela categoria na assembléia. Mas quem critica rejeitou sem assembléia, automaticamente.

O Sindipetro-RJ e a FNP não irão aguardar o ACT. Vamos discutir com as bases, vamos realizar setoriais, fazer assembléias até o dia 15. E se até o dia 16 o RH não apresentar nova proposta, indicaremos greve nacional da categoria no dia 17. Vamos, inclusive, debater nosso calendário com as bases da FUP. 

O que não podemos é ficar a mercê de um RH que privilegia a diretoria da empresa com PLR e super bônus, declarando que esses são sua base social. Que massacra toda a categoria, ativos e aposentados, praticando o menor salário entre as estatais. Quer tirar nossa AMS usando a mesma tática usada nas privatizações, piora os serviços para facilitar a entrega da nossa saúde a um plano privado. 

Recebemos informação de que o RH encaminhou à diretoria a proposta de mudar a AMS para o Bradesco Saúde. O RH nega. Mas, sabem quem patrocinou a festa de confraternização da Petros no Rio no dia 20/7? A Bradesco Saúde. Com diz o ditado, não existe almoço de graça. Imagine festa e ainda com farta distribuição de prêmios. 

O Sindipetro-RJ alerta a categoria. Há todo momento recebemos denúncias de distorções no PCAC, autoritarismo do RH punindo os ativos aposentados pelo INSS, reivindicando a extensão do nível pago aos Junior para toda a categoria; correção no PCAC dos anistiados; promoção de pleno para sênior automaticamente; AMS para os aposentados na Transpetro. 

A direção do sindicato é sensível a tudo isso. Mas, sem mobilização não dá. A PLR tem que ser uma resposta forte ao RH. Temos que chegar fortalecidos na discussão do ACT. O RH tem como apresentar uma nova proposta, como fez na greve da PLR há dois anos, quando repetia a mesma ladainha. Só depende de nós. A direção do sindicato topa e você?
 


Rio, 05/08/2011
Sindipetro-RJ

 

 

 


 

LIGUE PARA O RH

O RH manda pagar a "PLR Máxima e Igual para Todos os Diretores” da companhia. Para o restante da categoria, uma proposta rebaixada; tanto que foi rejeitada por todas as assembleias aqui no Rio de Janeiro e mais 15 sindicatos do petróleo. Exigimos uma nova proposta para submeter à categoria. 

A direção do Sindipetro-RJ convoca todos os trabalhadores do Sistema Petrobrás a se mobilizar. Liguem e mandem e-mails para os responsáveis por essa discriminação.

Diego Hernandes                    
Tel.: 3224-1963
E-mail: diegohernandes@petrobras.com. br

Jorge Cândido
Tel.: 3224-1820
E-mai: jorgeac@petrobras.com.br 

 
Rio, 03/08/2011
Sindipetro-RJ


 
APN - Agência Petroleira de Notícias | www.apn.org.br
 
PLR: novos protestos
 
Os terminais do RIO (Angra e Ilhas) realizaram atrasos, nesta quinta, 28/7, na entrada no expediente. No EDISE houve nova manifestação, na hora do almoço. Confira as fotos em anexo.
 
Avaliação nacional da campanha de PLR
 
Embora 16 dos 17 sindicatos tenham rejeitado a proposta, o RH se mantém irredutível. Estaria desafiando a categoria? Os petroleiros exigem uma nova proposta. Em 1995, o autoritarismo do RH, rasgando o acordo celebrado,  resultou na greve de 32 dias. 
 
Há dois anos a categoria fez uma greve de cinco dias pela PLR, em resposta ao autoritarismo do RH. Na época, o RH não atendeu ao pleito dos operadores novos, que reivindicavam o extraturno. Além disso, a empresa pretendia que os operadores antigos devolvessem o que já haviam recebido. Isso aconteceu às vésperas de uma campanha de PLR . O resultado foi a greve. 
 
Na atual campanha, o RH volta a exibir a sua face autoritária. Detalhe: as bases de Alemoa, no Litoral Paulista, e a Bahia - que radicalizaram na última greve de PLR – mais uma vez estão mobilizadas, ao lado de outras bases. O RH já disse que representa sua “base social”. De fato, os diretores da companhia já têm garantidos R$ 400 mil, entre PLR e bônus. Fica claro que os trabalhadores para conquistar avanços na PLR, no ACT e  na AMS terão que ir à luta. 
 
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Mobilizações no Rio e em todo o país      
 
O clima nacional é de insatisfação, que se acirrou com ultimato do RH mandando ofício a todos os sindicatos dizendo que essa é a última proposta. O RH já disse representar sua base social, e o faz muito bem: os diretores vão receber R$ 400 mil entre bônus e PLR (bota bem representado nisso!). Já os petroleiros que tocam a empresa têm que se contentar com uma proposta rebaixada que já foi rejeitada por todas as bases. O RH quer que os petroleiros refaçam as assembleias e engulam o sapo. A julgar pelas mobilizações nas bases a coisa não está boa para o RH. Essa turma do RH tem que aprender com a história: não funciona desafiar a categoria. ( Leia mais)
 
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Na Petrobrás, a PLR dos sonhos dos trabalhadores      
 
Este artigo é uma resposta à matéria do jornal Estado de São Paulo, de 24/7
 
Emanuel Cancella, diretor do Sindipetro-RJ *
 
Os petroleiros têm por lei direito de receber participação nos lucros. A Lei nº 10.101, de 19 de dezembro de 2000, garante a todo trabalhador de uma empresa que se organize como Sociedade Anônima até 25% dos dividendos que recebem os acionistas. 
 
Os petroleiros são contra a PLR, que chamam de “fraude salarial”. PLR é uma das remunerações variáveis praticadas pela política de recursos humanos da Petrobrás. Como o próprio nome diz, a Participação nos Lucros e/ou Resultados deveria ser paga a todos os trabalhadores que contribuem para o desempenho da empresa, incluindo aposentados e contratados. Algumas empresas contratadas já pagam PLR aos seus empregados. ( Leia mais)
 
Fotos anexas: manifestações no Edise (Sindipetro-RJ, fotos Samuel Tosta) e em Angra dos Reis (Sindipetro Angra dos Reis)
 
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Você pensa que a Copa é nossa?
 
Venha bater uma bola com a gente no Largo do Machado, dia 30 de julho a partir das 10hs, em direção da Marina da Gloria 
 
Os governos falam o tempo todo que a Copa e as Olimpíadas trarão benefícios para o Rio e para o Brasil. Mas benefícios pra quem? O custo de vida e o aluguel não param de aumentar, famílias são removidas das suas casas, ambulantes e camelôs, proibidos de trabalhar. ( Leia mais)
 
 
Rio, 28/07/2011
Sindipetro-RJ
 

 

 

 

 

 


 

CNPJ: 33.652.355/0001-14

 

 

PLR: continuam as manifestações no Edise

Nesta quarta, dia 27, nova manifestação no horário do almoço
 
As fotos em anexo comprovam que os petroleiros do Edise e da Bahia aumentaram a pressão. A categoria reagiu mesmo depois que a gerência de RH declarou que essa é a última proposta da empresa. Vale lembrar que na última vez que a gerência de RH desafiou a categoria numa campanha de PLR teve como resposta uma greve de cinco dias.
 
Faz dois anos que a gerência de RH negou reivindicação dos novos operadores da Replan (Refinaria de Paulínia-SP) de receber a mesma "dobradinha" (feriado trabalhado) que os antigos operadores e, não satisfeita, mandou os antigos devolverem o dinheiro recebido pela “dobradinha”. A resposta foi greve de uma semana, onde as lideranças sindicais nacionais pediram que os trabalhadores suspendessem o movimento em nome da unidade nacional. Em seguida vinha a campanha da PLR.
 
Na ocasião, os petroleiros da Replan acataram o indicativo e suspenderam a greve. Em seguida, a categoria realizou uma greve de cinco dias onde conquistamos uma PLR digna e ainda o primeiro extra turno que foi o dia primeiro de maio (Dia do Trabalhador). A gerência de RH esquece de que a categoria gosta de desafio. Aliás, o slogan da empresa é justamente "O desafio é a nossa energia". Quando a empresa reafirma, em resposta às mobilizações, que esta é a ultima proposta de PLR, está dizendo também que os diretores da empresa vão receber a "PLR máxima e igual para todos" no valor de R$ 400 mil cada de PLR e de bônus e que todos o restante da categoria receberá a “PLR mínima”.
 
A categoria pode não concordar com esse blefe da gerência de RH. E não existe última proposta: a história mostra que os trabalhadores podem fazer surgir novas propostas. Também pode conquistar um valor maior, receber antes do acionista, receber PLR numa única parcela, contrariar a Secretaria de Controle das Estatais. Todos esses obstáculos a categoria já ultrapassou. Será que agora a categoria vai se dobrar à gerência de RH?
 
A mobilização está crescendo. Amanhã, novas manifestações acontecem na Bahia, pela manhã, e no Edise, no horário do almoço. Por enquanto, os petroleiros querem uma nova proposta e os companheiros da Bahia já sugeriram a palavra de ordem: nova proposta de PLR até segunda feira (01/08) ou greve nacional da categoria. E agora, RH?
 


Rio, 26/07/2011
Sindipetro-RJ
 


 

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PLR: PETROLEIROS DO EDISE PROTESTAM
 
Novo protesto amanhã, dia 26, no horário do almoço
 

Os petroleiros do EDISE cumpriram a decisão de assembléia da ultima semana, de rejeição da última proposta de PLR e realização de um protesto nesta segunda, dia 25, dentro do EDISE (foto anexa). Dirigentes do RJ chegaram ao prédio às 11h e foram comunicados da proibição de seus acessos ao EDISE. Os diretores utilizaram o carro de som para reforçar a orientação do boletim distribuído pela manhã, de manifestação dentro do prédio. Os petroleiros na volta do almoço deveriam passar a roleta e aguardar a orientação do sindicato. Além de barrar o acesso dos diretores do sindicato à  sua base, o que contraria a lei, impediram a abertura de faixa de protesto na manifestação. Um dos gerentes do RH disse aos dirigentes do RJ que a medida era para impedir a manifestação. Multiplicaram o numero de seguranças na porta principal. A partir de 13h fecharam a entra da principal, para impedir a presença de apoiadores no ato, e todos que quiseram entrar no prédio tinha, que dar a volta. Com todo esse aparato repressivo, a categoria participou da manifestação, espalhou adesivos da campanha. Novo protesto amanhã, dia 26, no horário do almoço.
 

 
BAHIA
 
Os companheiros do Unificado da Bahia realizaram protesto hoje, 25/7 dentro do EDIBA com a participação de cerca de trezentos companheiros. Os petroleiros baianos cobram uma nova proposta de PLR caso isso não aconteça propõe uma greve nacional como fizemos a dois anos pela mesma PLR.
 

 Rio, 25/07/2011
Sindipetro-RJ

 


 

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EDITORIAL

PLR: vamos rejeitar a proposta da empresa

O indicativo do Sindipetro-RJ é de rejeição da última proposta de PLR. Quando levantamos a bandeira “PLR máxima e igual para todos” é porque a lei prevê que os trabalhadores recebam até 25% do que recebe o acionista. Se esse é o nosso direito, vamos exigilo. Vale lembrar que os resultados da Petrobrás são máximos graças ao trabalho de toda a categoria.

Para os que não acreditam, a mesma gerência de RH que apresenta uma proposta rebaixada para a categoria, oferece o máximo para a diretoria da empresa. Exigimos que a gerência de RH aplique a mesma fórmula que usa para a alta administração da Petrobrás.

Rejeitar agora é preciso porque corremos risco de receber um valor menor do que os petroleiros das bases dos outros sindicatos, que nem sequer marcaram assembléias. E, provavelmente, vão receber um outro valor de PLR.

Vamos rejeitar a proposta de PLR e aprovar uma grande mobilização nacional para a próxima semana. Vamos unir a categoria nacionalmente para avançar na PLR e já iniciar a preparação para a nossa campanha do ACT. Só quem luta conquista!

 

Rio, 20 de julho de 2011.
Sindipetro-RJ
 


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EDITORIAL
A PLR e a remuneração na Petrobrás

O RH da Petrobrás assume o fracasso de sua política de remuneração. Faz isso quando oferece aos diretores da Petrobrás e à gerência da Petrobrás valores de PLR e bônus muito acima do oferecido à categoria. 
Até no reajuste do salário no ano passado foi diferente: a categoria teve cerca de 9% de reajuste e a diretoria 29%. A cúpula da empresa teve bônus 60% a mais do que o restante dos petroleiros. O RH já declarou que é sensível com sua base social. Inclusive o RH já beneficia a diretoria da Petrobrás praticando a PLR máxima e igual para todos! 
A Petrobrás é a principal impulsionadora do PIB brasileiro, mas para diretores e administração da empresa há gorda PLR e bônus de reconhecimento, enquanto para a categoria, nada. 
A Petrobrás só bate recordes de produção e lucro graças ao desempenho da categoria. Alguém acredita que a diretoria e a administração sozinhas levariam a companhia a esses resultados? Há quem diga que atrapalham! 
Para se empenhar na busca da PLR máxima e igual para todos e um salário compatível com as concorrentes petroleiras, a categoria está esperando o quê? Ano passado, só no Rio, foram 600 homologações no sindicato, funcionários que em sua maioria abandonaram a empresa na busca de melhores salários. Centenas para o BNDES, que paga mais que a Petrobrás. Parabéns para o RH do banco e pêsames para o RH da nossa companhia. 
Mas o RH da Petrobrás é o queridinho dos acionistas, principalmente os de Wall Street Um ex-sindicalista paga o pior salário do setor e mantém um plano de saúde recordista de reclamações, com vários questionamentos na justiça. Isso não é pouca coisa na terceira empresa de energia do mundo, responsável pelo desenvolvimento de tecnologia inédita que propiciou a descoberta do pré-sal. 
É também o RH responsável pelo 
“massacre” dos aposentados. Não é à toa que o RH é chamado de “Meu Rei”. Mas o RH não está sozinho, tem um aliado poderoso no meio dos trabalhadores. Adivinha quem? O resultado é que as assembléias que são esvaziadas para discutir a mobilização e a greve, lotam para aprovar as propostas do RH e de seu aliado. Essa aliança entre o RH e alguns sindicatos é inédita e talvez por isso a categoria sofra o maior arrocho salarial e não esboce nenhuma reação. 
Até quando esse conluio promíscuo vai prevalecer? Além de massacrar a categoria, o RH presta um desserviço à companhia e ao país, pois a Petrobrás é a única empresa a manter uma universidade coorporativa, que investe maciçamente na formação de seu funcionário, e se transforma na principal fornecedora de mão de obra para as concorrentes por conta principalmente de sua política fracassada de recursos humanos.
A situação é grave e a resposta deveria ser a greve! Ou alguém acredita que argumentos, por melhores que sejam, vão sensibilizar o RH e os acionistas?
 

Rio, 15 de julho de 2011.
Sindipetro-RJ
 

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PLR URGENTE:
 

Petrobras apresentará proposta amanhã, 14/7, às 15h.
 
Exigimos PLR máxima e igual para todos. A lei faculta que os trabalhadores recebam até 25% do que assegurado aos acionistas. A alta administração e os diretores da empresa recebem PLR e bônus acima do que preconiza a lei. 
 
O RH da Petrobrás se nega a entregar aos sindicatos as Normas e Critérios de Distribuição da PLR para as citadas funções gratificadas, descumprindo o art. 5º parágrafo XXXIII, XXXIV e LXXIII da Constituição Federal e a lei 9051 de 18 de maio de 1995.
 
Os trabalhadores exigem o permitido pela lei. Não queremos nenhum privilégio. A Diretoria do Sindipetro-RJ se reúne após o recebimento da proposta para deliberar.
 

 
Rio, 13 de julho de 2011.
Sindipetro-RJ


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CAMPANHA DA PLR - dia 13/07/2011

- TABG - 7h - som - faixa

-  CENPES (Pq. Tecnologico) - 7h - som - faixa

- VENTURA - 12h - adesivo - faixa

- EDISE - 12h -  som - faixa

- EDITA -  12h - som - faixa

- TRANSPETRO - SEDE - 12h - som - faixa

  
Mobilização pela PLR Maxima e Igual para todos. Reunião com a Petrobras, amanhã (13/7), as 16h, e logo apos a Diretoria do Sindipetro-RJ reune-se para analisar a proposta e discutir o indicativo para assembleias.


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EDITORIAL

Leninha, um caso de injustiça social


A companheira Edilene Farias, a Leninha, petroleira militante sindical baiana, sofre de uma doença ocupacional rara que a Petrobrás não reconhece. Leninha já endereçou ao Ouvidor novo expediente, relatando a piora no quadro decorrente dos malefícios do gás sulfídrico, uma vasculite que está agredindo seu sistema nervoso, provocando piora a cada dia que passa sem tratamento adequado.
O caso da petroleira é emblemático, pois a Petrobrás, apesar de atuar em área que expõe a saúde de seus trabalhadores, nunca reconheceu esse tipo de doença. A companheira presta um grande serviço aos trabalhadores petroleiros cobrando da companhia a tal 
“responsabilidade social”.
Vários companheiro(a)s na companhia sofreram e até morreram de doenças adquiridas no ambiente de trabalho, sem que a empresa assumisse a responsabilidade. Daí a importância da luta de Leninha para a categoria. Por conta de sua luta e denúncias, a Petrobrás demitiu a companheira. Leninha luta para que a direção da Petrobrás reconheça que sua doença foi adquirida no ambiente de trabalho, pois o não reconhecimento, dentre outros desdobramentos, obriga a funcionária a arcar com o seu tratamento, através da AMS, o que é impossível. Remédios caríssimos, médicos especialistas fora do credenciamento da companhia, acompanhante etc. Seria como um trabalhador arcar com os custos do tratamento da Aids, o que é inviável, e por isso o tratamento é coberto pelo Sistema Público de Saúde, conforme orientação da Organização Mundial de Saúde.
A trabalhadora, diante do descaso da empresa, já a denunciou e já fez os mais diferentes protestos: se acorrentou em frente a Petrobrás na Bahia, fez protesto se colocando num caixão em frente ao Edise e na Bahia. Em sua luta, Leninha conseguiu uma liminar de reintegração a Petrobrás. Demonstrando insensibilidade na mesa de negociação da PLR, o RH diz que recorreu e cassou a liminar de Leninha.
Nesse momento a trabalhadora está de cama e só anda com auxílio de um andador. A companheira é sustentada pelos sindicatos da FNP, o Sindipetro-RJ e mais o seu sindicato de base da Bahia.
Agora ela precisa fazer quimioterapia, mas antes uma avaliação medica de especialista que só existe no Rio e em São Paulo. O Sindipetro-RJ vai arcar com os custos dessa emergência para depois ser ressarcido pelos sindicatos que ajudam a companheira, já que ela não pode perder tempo.
Leninha é mais uma vitima da precária política de RH da companhia. Lamentavelmente  dirigida por ex- sindicalistas que só pensam em diminuir os custos da companhia para dar mais dinheiro aos acionistas, mesmo que isso custe a vida do trabalhador, como nesse caso. 
São verdadeiros 
“coveiros”: ao invés de amparar e ajudar a curar a petroleira que ficou doente no ambiente de trabalho, querem calar sua voz. Já tiraram o emprego e a AMS de Leninha. O que eles querem mesmo é que a companheira morra e se cale para sempre! É essa a justiça social da direção da Petrobrás

 


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EDITORIAL
FUP quer tomar o Sindipetro-RJ na marra
 
O Sindipetro-RJ se desfiliou da FUP em plebiscito realizado em 2006, com a participação de mais de 1407 petroleiros associados de nossa base. Isso depois de um amplo debate dos contras e a favor com espaços iguais no Surgente, que culminou com a ida da categoria às urnas em todas as unidades do Rio de Janeiro, resultando em 61,55% de votos pela desfiliação da FUP e 35,39% pela manutenção. A gota d’água da saída do Sindipetro-RJ da Federação foi a defesa da FUP da Repactuação e o massacre promovido pela Federação com os aposentados.

Agora, depois da eleição no Sindipetro-RJ em abril de 2011 onde a FUP foi mais uma vez derrotada, a oposição fupista anuncia de forma leviana na página da FUP: “assembléia de petroleiros do Rio aprova por unanimidade refiliação do Sindipetro à FUP.” 

No plebiscito em 2006 os votos foram coletadas em urnas em todas as bases no Rio. Agora, na
 “refiliação”, participaram menos de 40 petroleiros. Não sabemos exatamente quantos participaram porque até agora a oposição não entregou a direção do Sindipetro-RJ a ata e a lista de presença da reunião. Não sabemos o porquê da recusa até agora da oposição em entregar a ata e a lista de presença com o resultado da assembléia.

A juíza que deu a liminar agiu dentro do princípio da boa fé diferente da postura da oposição. A juíza garantiu o direito de reunião à oposição, mas não se posicionou sobre a validade da assembleia.  

A verdade é que recebemos o abaixo-assinado da oposição com um pedido de assembleia no dia 13 à noite, para sua realização dia 16. Numa rápida análise percebemos assinaturas em duplicidade, além da participação de não sindicalizados. Para respeitar o estatuto da entidade, que expressa que o abaixo assinado tem que ter 10% de assinatura de petroleiros quites com o sindicato, seria fundamental ter tempo para conferir as assinaturas. A juíza em sua liminar garantiu o direito de reunião que é muito diferente de legitimar a assembleia. O que a oposição realizou no auditório dia 16 foi uma reunião que não tem nenhum poder de deliberação. 

Aliás quem marca assembleia é a direção eleita do sindicato ou 10% dos associados quites, através de um abaixo-assinado. O que não aconteceu. O Sindicato não reconhece a reunião como assembleia, pelos motivos apresentados.



Fracassa reunião convocada para ser uma 
“assembleia de filiação à FUP”

 
Cerca de 30 pessoas compareceram à convocação feita pelos apoiadores da FUP (Federação Única dos Petroleiros) para votação da filiação à Federação, apesar da entrega, ao Sindipetro-RJ, de duas folhas com cabeçalhos diferentes e 636 assinaturas – muitas ilegíveis, repetidas ou de não sindicalizados, em total inadequação ao estatuto do sindicato. Por volta das 17h , dois oficiais de justiça chegaram ao Sindipetro-RJ com um mandado para cumprir a antecipação de tutela para realização de uma assembleia no auditório do Sindicato. Esta peça jurídica, apresentada pela assessoria jurídica da FUP, garantiu a realização da atividade sem a análise dos requisitos de sua validade. Assim foi feito e o auditório foi franqueado para a realização da reunião. 

Apenas a título de comparação, participaram do plebiscito pela desfiliação ou não à FUP, 1407 petroleiro(a)s, que votaram em várias urnas ao longo de três dias, em um processo democrático em que todos puderam participar sem precisar se deslocar de seu local de trabalho, ampliando a participação. Na época, foram 866 votos pela desfiliação, 498 pela manutenção da filiação, 42 votos nulos e um em branco. 

Após este processo, já passamos por dois processos eleitorais, onde os apoiadores da referida federação já foram derrotados nas duas vezes. E em pleno momento de mobilização para conquistar um aumento da PLR, apostam em uma ação divisionista.
 
Veja a foto da "assembleia" (anexa)



PLR: sem proposta

A Petrobrás não apresentou nova proposta para pagamento da PLR na reunião realizada ontem, terça-feira (21), com dirigentes do Sindipetro-RJ e dos sindipetros da FNP. Os representantes do RH Corporativo justificaram a falta de proposta dizendo que a empresa quer avançar em conjunto com os trabalhadores e que espera construir um novo valor junto com os sindicatos.

Os dirigentes dos sindipetros da FNP e do sindicato se reuniram na sede do Sindipetro-RJ para avaliar a postura da direção da empresa e estratégias na luta pela PLR máxima, 25% do que é distribuído aos acionistas. Decidiram aguardar o anúncio de uma nova proposta, já que o valor apresentado anteriormente não atende às expectativas dos petroleiros. 

Durante a reunião, o Sindipetro do RJ cobrou solução para o impasse entre a BR Distribuidora e os trabalhadores que estão em greve de 72 horas, cobrando o pagamento do ATS e para o problema de 34 concursados, na função de Contador, que estão fazendo curso de aperfeiçoamento na UP e estão ameaçados de transferências sem pagamentos de adicionais. O sindicato também colocou na mesa a questão da brigada de incêndio voluntária do Cenpes, que está correndo risco de ser dissolvida e trocada por terceirizados.

Surgente 1195-F
Rio, 22 de junho de 2011.
Sindipetro-RJ
 


 

 

Conselho da Petrobras mantém Promef inalterado

João Cândido foi primeiro navio construído com Promef
Foto: Agência Petrobras 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em reunião realizada no dia 17 de junho, o Conselho Administrativo da Petrobras manteve inalterado o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), embora nada tenha sido divulgado, oficialmente, sobre a transferência da propriedade dos navios do Programa para a empresa SETE Brasil. No entanto, fontes confiáveis garantem que os Conselheiros da Petrobras não aprovaram a proposta de alteração no projeto original do Promef, conforme pretendido por uma parte da diretoria da companhia.

 

Conforme noticiado anteriormente pelo SINDMAR, tal fato, caso ocorresse, iria alterar totalmente a relação laboral dos marítimos dentro do Sistema Petrobras. A companhia possui, no máximo, 10% de participação acionária na SETE Brasil, cuja criação foi formalizada no dia 13 de maio, em São Paulo, para cuidar exclusivamente da construção de sete navios-sonda da Transpetro.

 

No dia 15 de junho, o SINDMAR enviou mensagem aos representados lotados no quadro de mar da Transpetro, alertando sobre a gravidade do assunto e para o fato de aguardar o pronunciamento oficial da Petrobras.

 

Na tarde do dia 17, tão logo foi encerrada a reunião do Conselho Administrativo da Petrobras, o SINDMAR enviou aos navios da Transpetro a mensagem abaixo, que atualiza os trabalhadores marítimos sobre o andamento da questão.

 

Prezados Companheiros e Companheiras,

Vimos informar que tomamos conhecimento que, na reunião do Conselho Administrativo da Petrobras, realizada na data de hoje, não foi divulgado o plano estratégico da empresa que estava sendo aguardado pelo setor, bem como não houve divulgação da aprovação da proposta da diretoria da Petrobras de transferência da propriedade dos navios do PROMEF para a empresa Sete Brasil, conforme informamos em mensagem anterior.

Voltaremos a informá-los na próxima semana ao tomarmos conhecimento de mais detalhes sobre o ocorrido na reunião do Conselho Administrativo da Petrobras.

Solicitamos que confirmem o recebimento desta mensagem e contribuam com sua ampla divulgação.

Despedimo-nos com as já tradicionais Saudações Marinheiras.

SINDMAR.

 

 


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É pouco!
Categoria diz não ao valor de PLR oferecido pela Petrobrás
 
Petroleiro(a)s rejeitaram amplamente a vergonhosa proposta de PLR oferecida pela Petrobrás. Os trabalhadores não aceitam um aumento de menos de 13% no momento em que a empresa bate seguidos  recordes de lucro. Os acionistas receberam um aumento de 40% em relação a 2009.
 
O Sindipetro-RJ já notificou a Petrobrás da decisão da categoria e pediu uma nova proposta. Aguarde em breve mais informações pelo Surgente.

Em tempo: a Petrobrás marcou nova reunião para o dia 21/06.
 

EDITORIAL
Nota à categoria petroleira
Ontem, dia 16 de junho, aproximadamente às 17 horas, a direção do Sindipetro-RJ foi surpreendida por uma diligência de intimação trazida por dois oficiais de Justiça do TRT, além de um associado da categoria e seu advogado, para cumprimento de mandado expedido pela Juíza de Direito da MM. 65ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, obrigando o sindicato a disponibilizar o auditório para realização de assembleia para eleger delegados para o Congresso da Federação Única dos Petroleiros – FUP e deliberar sobre a refiliação do Sindipetro-RJ a essa entidade.
 
Em respeito à decisão judicial, a direção do Sindipetro-RJ cumpriu rigorosamente o que foi determinado pela decisão, franqueando o auditório da entidade para que os petroleiros se reunissem. 
 
Decisão judicial deve ser efetivamente cumprida, nos seus estritos limites. Acatar o mandado de cumprimento expedido pela Justiça do Trabalho não implica em reconhecimento, pela direção do Sindipetro-RJ, da validade da reunião, como assembleia sindical, nos termos do estatuto, enquanto não forem verificados todos os pressupostos de validade da convocação da referida reunião (número mínimo, sindicalização etc).
 
Assim, independentemente da adoção das medidas cabíveis, inclusive na esfera judicial, o Sindipetro-RJ somente se pronunciará oficialmente sobre a reunião do dia 16 de junho, após a verificação dos requisitos de validade da referida reunião e das demais medidas cabíveis na defesa do estatuto da entidade e da democracia.




LOGO da federação  
Federação Nacional dos Petroleiros e Sindipetro-RJ
Relatório das Reuniões das Comissões, Informes  e Deliberações 
Rio de Janeiro, 16 de junho de 2011


I – Reunião de S.M.S – 13/06/11

A FNP esteve reunida com a direção da Petrobrás (Gerências de RH e SMS) para apreciar a pauta enviada pelos sindicatos. Vários pontos foram discutidos referente à Segurança dos trabalhadores. Foi cobrado esclarecimentos sobre os últimos acidentes que vitimaram alguns trabalhadores, como na REVAP e que outro ficou bastante queimado, também o acidente gravíssimo ocorrido em Alagoas, na base de Furado que causou a morte de quatro trabalhadores; também foi discutido os acidentes que vitimaram os companheiros Mack e Damião em Urucu.

Vários outros acidentes ou incidentes que poderiam ter vitimado fatalmente outros trabalhadores em outras unidades, como os incidentes com várias aeronaves em Urucu.

Outras situações debatidas foram as das plataformas que estão sucateadas em Sergipe e no Norte Fluminense.

Outra questão abordada na mesa foi a uso do BENZENO nas unidades operacionais da Petrobrás, principalmente na base da Província do Urucu, onde os índices são alarmantes. A FNP, nesse aspecto, propôs a relativização da Comissão Nacional do Benzeno para debater o tema; outra situação que vem causando incômodo é a continuação de chegadas em São Sebastião/SP com água contaminada, que foi pauta de reunião com a Diretoria do Abastecimento em função da própria população daquela cidade. Foi feito denúncia com atos públicos. Outra cobrança foi a Rio de Janeiro que exige a participação em novos projetos de melhoria na NR 13 (vasos de pressão, caldeiras ou similares, lavagem de uniformes dos empregados próprios e EPIS; também houve cobrança de demandas do TABG (Braço de carregamento em Ilha Redonda, como a questão de franges cegos dos braços de carga. Ainda como demanda do RJ, foi a tentativa de extinção da Brigada de Incêndio de voluntários, substituída por bombeiros terceirizados. 

Sobre a Aposentadoria Especial – onde a empresa provavelmente não vem agindo com correção – como o não recolhimento das GEFIP’s que dá possiblidade de pleitear pela  aposentadoria especial e a empresa só paga para 2700 trabalhadores e, em nosso entendimento, têm direito mais de 12 mil trabalhadores. A FNP e o Sindipetro-RJ propõem reunião específica para resolver essa questão. Ainda foram debatidos o aumento de cursos e treinamentos na Petrobrás e subsidiária, como a Transpetro; vacinas de aposentados com menos de 60 anos, salas de aleitamento materno em todo Brasil.

II – Reunião sobre A.M.S – em 14/06/11

A FNP e os representantes dos sindicatos cobraram um posicionamento sobre notícias veiculadas na categoria sobre uma possível privatização da AMS – a empresa negou e ficou de buscar informações na Diretoria Executiva. O fato é que estamos atentos e iremos cobrar  em todas instâncias da empresa.

Comunicação -  foi cobrada melhoria na comunicação da AMS com os usuários. A empresa concordou em melhorar a comunicação; foi denunciada a falta de conhecimento das gerências regionais, que no nosso entender não estão capacitados de conhecimentos para gerirem o processo. Também cobramos que as pessoas, nas regionais, tenham treinamentos e sejam pessoas do quadro próprio e que tenham alguma autonomia.

Benefício Farmácia – aumentar o número de medicamentos de uso contínuo, incluir os manipulados e injetáveis; melhorar o atendimento nas farmácias e aumentar o número de credenciadas e fazer com que quem nelas trabalham tenham conhecimento do benefício em dos medicamentos; e incluir o Crestor 40mg. A empresa respondeu que apreciará e responderá;

Credenciamento – facilitar o credenciamento de mais clínicas médicas, laboratórios e outros. Sobre laboratórios em alguns locais como no RJ; resolver o atendimento nas filiais que tenham o mesmo CNPJ. 

Procedimentos – dar mais rapidez nas liberações de válvula mitral; fazer com que as clínicas atendam o procedimento de pulsoterapia – manotomia – que tenham atendimento em todas as cidades que tenham Petrobrás e exista esse procedimento; credenciar laboratório mamotomia de mama; também credenciar da multiimagem no Litoral Paulista – agilizar o reembolso dos procedimentos em todos os Estados – sair com o novo manual de procedimento ao nível do já existente; foi reivindicada a divulgação do Regulamento da AMS; foi cobrada uma nova reunião em julho para buscar as respostas às cobranças. A empresa avaliará e responderá a FNP.

Sobre vários pontos apresentados e cobrados a empresa informou que tem acordo e esperamos a execução das melhorias.

III – Reunião de Acompanhamento do ACT

A FNP e sindicatos cobraram posicionamento da empresa sobre diversos pontos como: violação do ACT; não pagamento de horas extras; criação de Novos Regimes que violam o ACT: aplicação da tal escala definida e não  definida; pagamento de hotel em cursos e treinamentos; implantação do Regime Administrativo da REDUC; pagamento do passivo de 80 companheiros que foram admitidos em 2001 e não receberam nem sequer o seguro; pagamento de Horas Extras no TABG para compensar o que é  pago a um grupo do CNCO/TRANSPETRO.

Foi cobrado Auxilio Deslocamento em Caraguatatuba em Bacabeira/São Luis e em outros locais; onde houver situação similar.

Sobre os trabalhadores que Aposentaram e continuam trabalhando – sobre a ameaça de perder AMS; não pagamento da complementação da Aposentadoria e o assédio que tem sofrido esses trabalhadores – a empresa afirma que não existe orientação para perseguir os trabalhadores, porém com relação AMS e o pagamento da Complementação, a empresa continua com a mesma posição.

Reintegração da Companheira Leninha – a empresa informou que a liminar que obrigava a empresa a garantir AMS e tratamento de saúde foi cassada; a empresa afirmou que não tem decisão de reintegração e o processo continua;

Demandas do PCAC – como reenquadramento dos Inspetores de Seguranças, Técnicos de Contabilidades; Técnicos de Enfermagens; demandas dos topados; desvios de funções; piso salarial; tabela única; avanço do ATS para mais de 35 anos etc, a empresa considera como pleito para a Campanha Salarial;

Sobre os Concursos de 2005 e esclarecimentos sobre o plano da Empresa para cumprir o que foi definido pelo TCU – a empresa se comprometeu em fazer uma apresentação sobre o tema;

Sobre a RMNR – foi cobrada uma solução para cumprir as inúmeras decisões nas Ações Judiciais – foi proposto que essa demanda seja resolvida em mesa;

Reenquadramento dos Marítimos – a empresa ficou de analisar.

Demandas dos Anistiados e Anistiandos – a empresa informou que na CEI existem 35 requerimentos de empregados na ex-Petromisa e Interbras; sobre a situação da Sra Catarina a empresa ficou de analisar.

IV – Reunião sobre REGIME DE TRABALHO, 15/06/2011

A FNP e os sindicatos cobraram  o pagamento da Dobradinha dos feriados que estão faltando; sobreaviso na Transpetro Rio igual para todos; Coordenador Técnico onde tiver o mesmo; Pagamento de Horas Extras normais ou cursos e Treinamento para todos os trabalhadores do Sistema Petrobrás nível médio e superior nos mesmos patamares e sem discriminações – implantação do turno de 12 horas na TIC-ADS-CORS-TC no Rio de Janeiro e outras unidades; aumentar o tempo de trajeto de 50 minutos para 1 hora no TABG – Rio – discutir o efetivo mínimo por unidade.

Várias dessas demandas já estão em discussão com as gerências locais ou corporativas, outras estão na Pauta histórica da FNP para a Campanha Reivindicatória 2011 que será discutida nos congressos Regionais que acontecerão nos meses de junho e julho e o nacional no início de agosto.

Efetivo Mínimo – a empresa vai analisar e responder.

V – Reunião sobre Terceirização, em 16/06/2011

Sobre o Acordão do TCU – a empresa está aguardando orientação da DEST sobre a primeirização nas atividades fins. Denunciamos  que a Lei não permite esse tipo de situação de substituir mão de obra própria por terceirizada, assim como em SE/AL essa ilegalidade se dá em São José dos Campos e em todas as áreas da Petrobrás, principalmente em Urucu, onde os trabalhadores terceirizados são tratados como escravos, além da violação dos seus direitos trabalhistas.

Foi cobrados esclarecimentos sobre a GROW com várias irregularidades e multas contratuais e continua a ganhar contratos, igual a essa empresa. Não é diferente uma tal de Worktime que comete os maiores absurdos com os seus trabalhadores. A empresa prometeu apurar a apresentar a sua posição.

Sobre a cobrança de melhorias nos transportes em várias unidades, plano de saúde igual para todos; obrigar as terceiras a pagar a PLR segundo a Lei 10.101; Aplicação do Regime de trabalho igual entre os terceirizados e Petroleiros das Petrobrás – fazer um acordo nacional ao molde dos Petroleiros da Petrobrás.

Denunciamos um tal de Contratão que está em voga na REDUC onde existe uma Cláusula de Responsabilidade que obriga a Petrobrás a pagar a Contratada, mesmo que a mesma não execute nada, a empresa chama-se Estrutural .

A empresa anotou todas as demandas para buscar resolver. Exigimos respostas as todas reivindicações apresentadas.

VI - PLR 2010 – FNP e SINDICATOS REJEITAM A 1ª PROPOSTA DA EMPRESA

A FNP informou a empresa que os Sindicatos PAAMMAAP; SÃO JOSÉ DOS CAMPOS; LITORAL PAULISTA; ALAGOAS/SERGIPE e o RIO DE JANEIRO realizaram as assembleias e a maioria dos trabalhadores aprovaram o indicativo da FNP e rejeitaram a 1ª proposta apresentada pela empresa.

Foi informado em mesa que o Sindipetro Alagoas/Sergipe encerra suas assembleias amanhã, 17, porém o resultado hoje, por maioria os trabalhadores estão rejeitando a proposta.

A FNP orienta aos sindicatos que avaliem qual a proposta de mobilização deve ser apresentada após a próxima reunião que será realizada com a Petrobrás, com apresentação de uma 2ª proposta.

VII – COMUNICAÇÃO DA FNP E CONTRATAÇÃO DE ASSESSORIA DE IMPRENSA

Foi solicitado ao jornalista do LP, companheiro Leandro Olimpio, uma proposta financeira de assessoria de imprensa para a Federação para as tarefas: criar o site e fazer sua manutenção; restabelecer o blog e mantê-lo atualizado; produzir o Informativo Semanal tamanho A4 para ser impresso e circular eletronicamente; garantir o Informativo Eletrônico;  fazer o cadastro de endereço eletrônicos “e-mail”; registrar o domínio e criar os e-mails da FNP e das secretarias; criar o canal "fale conosco”; produzir jornais especiais para resolução do Congresso Nacional; jornal para Pauta Reivindicatória; acompanhar as reuniões da FNP conforme calendário e definição da Direção Colegiada; produzir os Informativos das Oposições apoiadas pela FNP;

VIII – CONTA BANCÁRIA DA FNP

Foi sugerida a abertura da Conta Bancária da FNP, no Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, conforme Ata de Fundação, com os dados da FNP, conforme Registro na Receita Federal.

IX – CONVOCAÇÃO DOS CONGRESSOS REGIONAIS – DOS SINDICATOS E DO V CONGRESSO NACIONAL DA FNP

1.    A Diretoria Colegiada da FNP convoca os Congressos Regionais – dos Sindicatos, a sugere que sejam realizados até o dia 24 de julho;

2.    O Sindipetro PAAMMAAP realiza o Congresso neste sábado, 18 de junho. Solicitamos dos sindicatos e das oposições  que nos informe as datas dos Congressos Regionais. 

3.    Datas sugeridas: 1) 29, 30 e 31 de julho ou  2) 5, 6 e 7 de agosto

4.    Locais sugeridos - 1) Aracaju; 2) São José dos Campos; 3) Rio de Janeiro; 4) Santos. 

5.    Pauta de Reivindicação – Foi enviada para os Sindicatos, os ativistas e as oposições a Proposta de Pauta que foi entregue a Petrobrás no ano passado, para receber as contribuições dos sindicatos, resultados das deliberações dos congressos regionais.

X – ELEIÇÃO DO SINDICATO UNIFICADO SINDIPETRO SÃO PAULO

Data provável – 11 a 15 de julho; Comissão eleita majoritariamente indicada pela Direção do Sindicato, que é filiado a CUT e a FUP; tem em torno de 3000 (três mil filiados); Tem bases nos Estados de São Paulo, Mato Grosso, Goiás e Brasília; serão 15 (quinze) urnas; os mesários tem que ser da categoria e filiados ao sindicato; principais colégios eleitorais: APOSENTADOS, REPLAN, RECAP; EDISP; TERMINAIS nas quatro unidades da Federação.

Tem uma Chapa de Oposição à Direção do Sindicato, a FUP e a CUT.

A FNP indica que os sindicatos discutam o apoio político e financeiro a Chapa de Oposição e o envio de delegação para ajudar nas eleições desde já. Foram agendadas reuniões com as direções dos Sindicatos do LP e São José dos Campos;

XI – DEMAIS ELEIÇÕES NOS PETROLEIROS

1.    SINDIPETRO de Caxias/RJ, filiado a FUP e a CUT acontecerá no final do ano ou no início do próximo. Aguardamos informes dos Companheiros da Oposição.

2.    SINDIPETRO DO LITORAL PAULISTA – filiado a FNP, ocorrerá no início do próximo  ano.

XI – REUNIÃO DO CDPP E ELEIÇÕES DA PETROS

O Companheiro Tedesco, Conselheiro da Petros da Coordenação do CDPP, informou que convocará reuniões do CDPP para os dias 21 e 28, próximas semanas, para debater as Resoluções da Decisão do Conselho Deliberativo da Petros sobre as Eleições da Petros para duas Vagas no Conselho Deliberativo e uma vaga para o Conselho Fiscal e as mudanças no Estatuto da Petros que possibilite a Eleição para Diretor da Petros.
A FNP sugeriu ao CDPP que realize a Reunião no dia 28. 


Rio, 17 de junho de 2011.
Sindipetro-RJ
 

 

 

 


ATENÇÃO APOSENTADOS E PENSIONISTAS DA PETROS NOTÍCIA IMPORTANTE.

 

Petros presta esclarecimentos com relação à matéria da revista Veja 

A revista Veja desta semana (edição 2221, de 15/06/11) traz matéria com o título “Sem Contrato”, construída unicamente a partir de deduções e argumentos infundados sobre a operação de compra de ações ordinárias da Itaúsa pela Petros, em negociação realizada por meio da Bolsa de Valores de São Paulo, no final do segundo semestre de 2010.

Conforme cuidadosamente informado à revista, a operação foi realizada com absoluto sucesso e perfeitamente adequada ao perfil de investimentos da Fundação – constituindo negócio de longo prazo, baixo risco e boa rentabilidade. Mais ainda, todo o processo de negociação teve o acompanhamento e a aprovação – por unanimidade – do Conselho Deliberativo da Petros.

A operação coroou o maior e melhor resultado da instituição nos últimos anos, com superávit de R$ 3,8 bilhões e um aumento de R$ 10 bilhões nos ativos de investimento de 2010, resultado equivalente a 20% de crescimento no ano. Um marco na história da instituição, responsável pelo segundo maior patrimônio de previdência complementar fechada do País.

A matéria cita, além da Petros, outro grande fundo de pensão – a Previ, dos funcionários do Banco do Brasil – e a Itaúsa, maior conglomerado econômico do País, entre os mais importantes da América Latina. Instituições reconhecidamente comprometidas com as melhores práticas de governança corporativa, em que o zelo pela transparência é um dos principais atributos.

Operações envolvendo instituições dessa magnitude não estão sujeitas a ingerências políticas e troca de favores, como supostamente tenta fazer crer a reportagem. Até mesmo a matéria da revista torna explícito o caráter das ilações a que se pretende, conforme transcrito da própria reportagem: “Não existem provas de que o acerto com a Petros tenha sido azeitado pela doação de campanha, mas, conhecendo os mecanismos de negócios entre as grandes empreiteiras e o estado brasileiro, é lícito indagar se sem a doação o negócio sairia da mesma forma”.

Pela mesma razão, e pelo porte desse tipo de operação, a correlação com datas de eleição e da posse do novo governo são, no mínimo, fantasiosas. A concretização do negócio envolveu inúmeras análises e estudos necessários à decisão da Petros. Assim como, em qualquer oportunidade de investimento, foram avaliadas a adequação em relação as nossas Políticas de Investimentos, a necessidade de liquidez para fazer frente à operação e o potencial de rentabilidade do investimento, buscando com isso – e como sempre – responder aos compromissos que a Petros tem com os participantes.

Como – e somente por que – essas análises indicavam a adequação do investimento, foram discutidos os aspectos relacionados a preço, liquidação financeira e outros. Este processo envolveu várias operações para compor o capital a ser investido, que demandam tempo e critérios técnicos rigorosos, o que fez com que a negociação se estendesse por mais de 12 meses.

A Diretoria Executiva da Petros acompanhou todas as etapas da negociação e aprovou a operação, por unanimidade, no dia 27/09/2010. A decisão foi submetida ao Conselho Deliberativo, que na semana seguinte a ratificou, também por unanimidade, no dia 05/10/2010. O Conselho recomendou à Diretoria Executiva que fossem criadas as melhores condições de liquidez dos ativos da Fundação para compor o montante de recursos necessários para concretizar o negócio, o que exigiu esforços empreendidos nos meses de outubro, novembro e dezembro.

O negócio seguiu rigorosamente as regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e foi fechado em leilão público realizado em 30/12/2010, pela BM&FBovespa. Conforme os resultados do leilão público, já amplamente divulgados, a Petros pagou R$ 3,090 bilhões – incluindo neste valor à principal vendedora, Camargo Correa, e todos os demais vendedores.

A revista Veja enviou perguntas à Petros na fase de apuração de informações da reportagem, que foram prontamente respondidas pela diretoria da Fundação. No entanto, os esclarecimentos fornecidos não foram usados na matéria, a não ser referências às datas em que ocorreram alguns episódios da negociação, mas ainda assim para corroborar e induzir a visão equivocada dos fatos que a reportagem construiu. A Fundação está elaborando carta à redação da revista, esclarecendo os equívocos relatados na matéria.

Perfil da Itaúsa

Segundo a publicação Melhores & Maiores, da revista Exame (julho/2010), a Itaúsa figura como o maior grupo empresarial brasileiro por faturamento. As principais empresas controladas pela Itaúsa se destacam nos diversos setores de negócios em que atuam: Itaú Unibanco Holding S.A., que controla os bancos Itaú e Itaú BBA, no segmento financeiro, e Duratex, Itautec e Elekeiroz, empresas líderes de seus respectivos ramos industriais.

A unificação, em novembro de 2008, dos bancos Itaú e Unibanco resultou no maior conglomerado do Hemisfério Sul, com valor de mercado que o posiciona entre as 20 maiores instituições financeiras do mundo.

O lucro líquido da Itaúsa foi de R$ 1,4 bilhão, durante o primeiro trimestre de 2011, com rentabilidade de 18,7% sobre o patrimônio líquido médio. Nesse período, o total do patrimônio líquido alcançou R$ 29,5 bilhões e os ativos R$ 283 bilhões.

Nos últimos oito anos, as ações da Itaúsa acumularam valorização de 715%, cerca de 200 pontos percentuais acima da valorização acumulada pelo índice Ibovespa no mesmo período (515%). Em comparação com a meta atuarial (IPCA + 6%) – que alcançou a marca de 150% entre 2002 e 2010, a valorização obtida pelas ações da Itaúsa pode ser considerada extraordinária e reforça a avaliação quanto ao excelente negócio realizado pela Petros, fato amplamente reconhecido pelo mercado e pela mídia.

 

Diretoria Executiva

 

 


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GRUPO DA FUP TENTA GOLPE EM PLENA CAMPANHA DE PLR
 
Em plena assembleia de discussão da PLR, a oposição fupista tumultua e tenta confundir a base.
 
O sindicato sempre cedeu o seu auditório para realização de reuniões, assembleias e plenárias a grupos de associados, inclusive à oposição do Rio de Janeiro. Mas, em total desrespeito à categoria, a oposição está organizando uma panfletagem, com o objetivo de mobilizar a categoria para uma pretensa assembleia, buscando filiar nosso sindicato à FUP, atropelando o calendário de assembleias da PLR. Alguém acredita que isso pode ajudar na discussão da PLR?
 
Para começar, os abaixo-assinados foram protocolados no dia 13/6, ao final da tarde, quando a diretoria do sindicato já estava em reunião, com  pauta previamente aprovada, o que por si já inviabilizaria a pretendida assembléia para o dia 16/6. Dentre outros motivos, porque temos que conferir se o número de assinaturas nos abaixo-assinados representam os dez por cento dos associados ao Sindipetro-RJ, conforme previsto no Estatuto. 
 
Numa rápida análise dos documentos protocolados, constatamos que os dois abaixo-assinados têm textos diferentes. Qual texto vigora? Confessadamente, vinte dos signatários preencheram naquele momento a ficha de filiação ao Sindipetro-RJ, o que contraria o estatuto, pois, de acordo com  o artigo 9°,  eles precisariam estar quites com o sindicato: como, se não efetuaram nenhum desconto?
 
O mais grave: um dos signatários, Sérgio Abbade Pinto Neto, diretor do Sindipetro-Caxias, o mesmo que presidiu a Comissão Eleitoral do pleito de 2011 do Sindipetro-RJ, subscreveu o abaixo-assinado duas vezes!  
 
OLHO VIVO: o coordenador da chapa da FUP, derrotada na recente eleição do Sindipetro-RJ, está querendo se fortalecer para o Congresso da FUP, elegendo vinte e sete delegados, ao invés dos 6 (seis) a que tem direito (enquanto oposição sindical).  Seria uma tentativa de se manter como diretor liberado da FUP? É por essas e outras que a base rejeitou a FUP cinco vezes: no plebiscito de 2006, nas eleições de 2008 e de 2011 e nas duas últimas eleições da Petros.
 
Em anexo: confira o parecer jurídico


Rio, 14 de junho de 2011.
Sindipetro-RJ


CNPJ: 33.652.355/0001-14

 

EDITORIAL

Diretores da Petrobrás vão receber 400 mil de PLR e bônus
É isso mesmo. No informativo aos acionistas, preparatório à Assembléia de Acionistas ocorrida dia 28 de abril de 2011, a alta administração da Petrobrás propôs como montante de PLR a ser distribuído aos membros da Diretoria Executiva o valor de R$ 1.400.714,79 e mais o mesmo montante como “bônus por desempenho”, totalizando R$ 2.801.429,58. Isto significa em média R$ 400 mil para cada um dos sete membros da DE.
A remuneração global da Diretoria em 2011 será 21% maior que a de 2010 e 50% maior do que há dois anos. Fazem o mesmo que os políticos de Brasília: quando tratam do próprio salário, legislam em causa própria, mas quando decidem os ganhos dos trabalhadores, dizem que o país vai quebrar. Os membros do Conselho de Administração vão receber cerca de R$ 7.500 em média por reunião que participarem. Um escândalo!

PLR máxima e igual para todos! - O movimento sindical historicamente defende o aumento real de salários, em oposição às diversas formas de remuneração variável, entre elas a PLR, que precariza nosso trabalho e não conta para o cálculo da aposentadoria, férias, FGTS, horas-extras, entre outros itens. Prejudica também os aposentados que não recebem remuneração variável e sofrem perdas enormes em seu rendimento. É um absurdo que parcela significativa do rendimento anual dos trabalhadores seja oriunda da PLR. Queremos aumentos em nossos salários!
Mas enquanto persiste esta distorção, defendemos que a PLR seja máxima e igual para todos, pois somos nós trabalhadores que construímos coletivamente esta riqueza.
A assembléia de acionistas definiu que serão distribuídos R$ 11,7 bilhões de dividendos aos acionistas da Petrobrás. Pela lei, a empresa pode distribuir até 25% deste valor como PLR. 
Nós, petroleiro(a)s, que construímos a riqueza desta empresa temos o direito de receber estes 25%. Se a Petrobrás bate todos os recordes de produção e lucratividade, isto se deve ao trabalho de dezenas de milhares de petroleiros.



INFORMES:

- Cartas enviadas para Petrobras, solicitando reuniões para tratar de questões sobre os trabalhadores:
A - Carta enviada a Petrobras (RH do Cenpes), abaixo.
Rio de Janeiro, 02 de junho de 2011.

Carta – Sindipetro – RJ – nº 210/2011

À 
Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras
At:. Gerente de RH do Cenpes – Drª Maria de Fátima Duarte Matos



Assunto: Solicitação de reunião


Prezada Senhora,

Solicitamos que seja marcada reunião urgente, para que possamos tratar da realocação de trabalhadores de turno, da Gerência de Águas.

Atenciosamente,

Emanuel Jorge de Almeida Cancella
Coordenador da Secretaria-Geral do Sindipetro-RJ

*************************************

B - Carta enviada a Petrobras (Gerencia Geral da TIC), abaixo.

Rio de Janeiro, 03 de junho de 2011.

Carta – Sindipetro – RJ – nº 211/2011


À
Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras
At:. Gerente Geral da TIC/INFRA-TIC – Marcelo Estellita



Assunto: Pedido de reunião

Prezado Senhor,


Diante de grandes insatisfações surgidas, solicitamos que seja marcada reunião com urgência, para que possamos tratar e tentar minimizar os problemas que envolvem os trabalhadores terceirizados, da empresa CPMBRAXIS.

Atenciosamente,

Emanuel Jorge de Almeida Cancella
Coordenador da Secretaria-Geral do Sindipetro-RJ

**************************************


PLR

- Carta enviada aos Sindicatos da FNP, abaixo.

Rio de Janeiro, 03 de junho de 2011.

Carta – Sindipetro – RJ – nº 212/2011

À
Frente Nacional dos Petroleiros – FNP

Companheiros,

Na reunião da Diretoria Colegiada do Sindipetro-RJ, realizada no último dia 30/05/2011, entre outros pontos foi discutido a campanha da PLR, sendo deliberada a realização de uma reunião entre o Sindipetro-RJ e os sindicatos filiados a FNP, com objetivo de construirmos em conjunto, um calendário de mobilização para as questões que envolvem a PLR e o ACT 2011/2012, como também assuntos relativos às lutas da categoria.

Como sugestão, sugerimos o dia 9 de junho (quinta-feira), para realização desta reunião.

Atenciosamente,

Emanuel Jorge de Almeida Cancella
Coordenador da Secretaria-Geral
Pela Diretoria Colegiada do Sindipetro-RJ
Em tempo: No mesmo dia, à noite, recebemos ofício da Petrobras, comunicando reunião para o dia 09/06/2011, às 16h, para tratar da PLR 2010.


Rio, 03/06/2011
Sindipetro-RJ

 


 

CNPJ: 33.652.355/0001-14

                                                                                                   EDITORIAL (Surgente 1194-X)
PLR – um mar de contrastes
Em 2010 o lucro líquido da Petrobrás foi de R$ 35 bilhões, 19,5% maior que o registrado em 2009. No primeiro trimestre de 2011, o lucro da Petrobrás foi recorde: 42% acima do mesmo período de 2010. É recorde em cima de recorde. Este é o resultado do trabalho de dezenas de milhares de petroleiros próprios e terceirizados que constroem o dia-a-dia desta companhia. O problema é que na hora da remuneração, são os trabalhadores os que menos recebem.

A assembléia de acionistas, reunida em 28 de abril de 2011, definiu remunerá-los em R$ 11,7 bilhões: um aumento de 40% em relação à 2009. Decidiram também, por proposta da direção da empresa, aumentar em 13% a remuneração da Diretoria Executiva, do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal. Somando ao aumento que se autoconcederam no ano passado, a alta administração da Petrobrás ganha hoje 46% a mais do que há dois anos (A PLR deles entra neste montante global).

Para os trabalhadores a assembléia dos acionistas provisionou R$ 1,691 bilhões, 13% a mais do que no ano passado e 14% do montante distribuído aos acionistas. Considerando que o efetivo de trabalhadores aumentou, a PLR individual tende a crescer menos que os 13%. Não podemos aceitar estes contrastes. A lei faculta que possamos receber até 25% do que é distribuído aos acionistas, o que representaria R$ 2,925 bilhões, ou R$ 36,5 mil por trabalhador, na média.

Vamos reiterar o pedido de reunião com a empresa para discutirmos já a PLR. A companhia pagou o adiantamento em janeiro, pela lei a segunda parcela tem que ser paga no segundo semestre que vai de julho a dezembro.



TEXTO DE UM COMPANHEIRO DA BASE DO TABG
´´Gostaria de manifestar minha indignação e a imensa vergonha que hoje estou sentindo de usar o uniforme e ostentar o crachá desta empresa. 

Hoje, pela segunda vez só nesta semana, tivemos que assistir a mais uma demonstração do total desrespeito e humilhação que esta empresa vem impondo aos nossos colegas e colaboradores. Mais uma vez (já perdemos até a conta), os trabalhadores desse terminal que ingressam no horário de 6h40 na lancha MORIÁ, ficaram por quase uma hora à deriva nas proximidades da Ilha Redonda, aguardando socorro para serem rebocados até o terminal. Ficaram expostos ao frio (como em muitas outras vezes já ficaram expostos à chuva e ao sol), ao perigo de serem atingidos por outras embarcações (visto a neblina na região), e em condições de total precariedade, pois em face da superlotação da embarcação, muitos tiveram que permanecer todo o tempo de pé, já que não há assentos suficientes para todos. 

É vergonhoso ver a empresa que propagandeia ser "a maior armadora da América Latina" transportar sua força de trabalho semelhante a animais, sendo levados para o matadouro. Estamos assistindo, passivamente, à reedição dos velhos Navios Negreiros, que transportavam, de forma desumana e vil, os escravos para o trabalho forçado. 

Espero que essas imagens possam despertar para a real gravidade da situação e jogar por terra qualquer argumento em contrário. Não podemos esperar até que aconteça algo mais grave para tomarmos alguma atitude, pois a tragédia, há muito, já vem sendo anunciada.``



Horas-Extras CNCO 
O Sindipetro-RJ enviou carta, no dia 25 de maio, ao Gerente Executivo de RH da Transpetro, Cláudio Francisco Negrão, solicitando o agendamento de uma reunião urgente para conversarmos sobre a questão do cálculo das horas-extras dos trabalhadores do CNCO.



Missa de 7º Dia por Carlos Manoel da Costa Pinto - petroleiro aposentado do CENPES
Sábado, 28/05/2011, às 18h, na Igreja São João Batista, em Botafogo.


Ato político em defesa da categoria e da soberania nacional marcará posse da diretoria do Sindipetro-RJ
A diretoria colegiada eleita para o triênio 2011-2014 tomará posse na próxima quarta-feira, dia 1º de junho, no Clube de Engenharia. Além de todos os petroleiros da ativa e aposentados, estão sendo convidados para a cerimônia políticos e parlamentares de diversos partidos, militantes de movimentos sociais e lideranças sindicais.

A posse será um ato político em defesa dos direitos dos trabalhadores da ativa e aposentados e em defesa da soberania nacional, principal bandeira da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso, que reúne dezenas de entidades da sociedade civil, entre os quais o Sindipetro-RJ desempenha papel de destaque.

Anote em sua agenda 
Dia: 1º de junho - quarta-feira 
Horário: 18h
Local: Clube de Engenharia - Av. Rio Branco, 124, Centro, Rio de Janeiro-RJ

Fonte: Agência Petroleira de Notícias


Rio, 27/05/2011
Sindipetro-RJ

 


CNPJ: 33652.355/0001-1

 

 

Ato político em defesa da categoria e da soberania nacional marcará posse da diretoria do Sindipetro-RJ

A diretoria colegiada eleita para o triênio 2011-2014 tomará posse na próxima quarta-feira, dia 1º de junho, no Clube de Engenharia. Além de todos os petroleiros da ativa e aposentados, estão sendo convidados para a cerimônia políticos e parlamentares de diversos partidos, militantes de movimentos sociais e lideranças sindicais.

A posse será um ato político em defesa dos direitos dos trabalhadores da ativa e aposentados e em defesa da soberania nacional, principal bandeira da campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso, que reúne dezenas de entidades da sociedade civil, entre os quais o Sindipetro-RJ desempenha papel de destaque.

Anote na agenda e participe Posse da diretoria do Sindipetro-RJ - ato político em defesa da categoria e da soberania nacional

Dia: 1º de junho - quarta-feira 
Horário: 18h
Local: Clube de Engenharia - Av. Rio Branco, 124, Centro, Rio de Janeiro-RJ


Fonte: Agência Petroleira de Notícias






Rio, 26/05/2011
Sindipetro-RJ


CNPJ: 33652.355/0001-1

EDITORIAL
Quarto turno de eleição, ninguém merece!

A oposição, filiada a FUP no Rio de Janeiro, já perdeu três eleições seguidas: em 2006 o plebiscito que desfiliou nosso sindicato da FUP; a eleição de 2008 e agora a eleição de 2011.

Concluída a recente eleição, em que a base elegeu a atual direção para mais um mandato de 2011 a 2014, vem a oposição propor - através de um abaixo-assinado - assembléia de refiliação de nosso sindicato à FUP. Ninguém merece!

Vale ressaltar que o estatuto do Sindipetro-RJ é dos mais democráticos, dando igualdade às chapas na eleição, financiando todo material de campanha, disponibilizando o carro de som na porta das unidades com tempo de fala igual para as chapas em disputa. O plebiscito em 2006, pelo qual a base do Rio de Janeiro decidiu sair da FUP, foi feito após um amplo debate com igualdade de espaço nos boletins e debates com tempos iguais para ambas as posições.

O estatuto do Sindicato prevê que um abaixo assinado que reúna 10% dos associados pode obrigar a direção a realizar assembléia. Isso foi criado para impedir supostas intransigências da direção do sindicato. Esse dispositivo está previsto no art. 9, parágrafos 5º”... por recusa ou omissão da Direção Colegiada...”, e no 6º “...quando houver motivos que justifique...”. Filiar nosso sindicato à FUP nos parece que não é vontade da categoria. A base do Rio negou por três vezes consecutivas essa pretensão.

Propor o quarto turno, além do ineditismo em eleições, é duvidar da capacidade da categoria de escolher seu próprio rumo. Nós, os sindicalistas da direção e da oposição, passada a eleição, precisamos arregaçar as mangas e resgatar a dignidade do petroleiro.

Primeiro, conquistar uma PLR máxima e igual para todos, aproveitando o excelente resultado financeiro da companhia; depois a AMS de excelência totalmente custeada pela companhia. Afinal, é essa categoria que desenvolveu tecnologia e descobriu o pré-sal, que dependendo da vontade de nosso governo pode ser a solução para os problemas sociais dos brasileiros. Os companheiros da Transpetro nem sequer tem direito a AMS na aposentadoria. 

Precisamos melhorar o salário da categoria: somos o pior entre os petroleiros em remuneração no mundo. Não queremos ser os melhores, porém não aceitamos ser o pior. A Petrobrás gasta cerca de 3% de seu faturamento com as políticas de RH, as concorrentes gastam no mínimo o dobro. Melhorar nossos salários é, por exemplo, aplicar a “periculosidade para valer!”

Nosso plano de cargos precisa urgentemente ser revisado. Além de adequar o piso salarial dos vigilantes, enfermeiros e contabilistas, precisamos garantir vários acertos no PCAC principalmente que a promoção de pleno para sênior seja automática como já é de Junior para pleno. Os companheiros da Petroquisa aguardam há muito a incorporação; os da Braspetro foram incorporados à Petrobrás, mas estão discriminados. 

O RH da companhia não respeita a lei! Retalia os petroleiros que, apoiados em decisão do STF, se aposentaram pelo INSS e continuam na ativa. O RH não respeita o contrato dos aposentados com a Petros. Por esse contrato, os aposentados têm direito a receber 90% da remuneração que receberiam se estivessem na ativa. Os aposentados pagaram por esse contrato durante todo o tempo que trabalharam e continuam a pagar na aposentadoria.

O governo Lula readmitiu na companhia os demitidos do Sistema Petrobrás (Petrobrás, Interbrás, Petromisa, Nitriflex e Petroflex). Porém, esses trabalhadores estão com suas carreiras totalmente defasadas em relação ao restante da categoria. A maioria aguardando o reenquadramento no PCAC, assim como muitos que estão fora da AMS e sem direito a complementação da Petros na aposentadoria.

Diante de tantos desafios, vem a oposição através do quarto turno falar em filiar nosso sindicato à FUP. Isso só pode ser coisa de quem não tem o que fazer. Aliás, o coordenador da oposição é totalmente liberado do trabalho há vários anos pela FUP sem ser diretor de nenhum sindicato. Essa falsa polêmica não interessa em nada a categoria e com certeza faz a alegria do RH.

É hora de união em defesa dos verdadeiros interesses da categoria!





Rio, 20/05/2011
Sindipetro-RJ


Câmara mantém prisão especial e aprova alterações no Código Penal

10/4/2011 9:05,  Por Agencia Brasil.

Cela superlotada

A maioria das celas no país está superlotada

A Câmara dos Deputados aprovou, nessa semana, um projeto que altera pontos do Código de Processo Penal. Entretanto, manteve a prisão especial para pessoas que tenham diploma de nível superior, apesar de o Senado Federal ter derrubado esse benefício. Se for sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, as regras vão continuar permitindo que pessoas com diploma e também parlamentares, governadores, prefeitos, líderes religiosos e presidentes tenham direito a uma cela especial em caso de prisão provisória.

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, a decisão da Câmara foi acertada porque o sistema penitenciário brasileiro não assegura dignidade aos presos.

– O que se busca não é uma cela especial, com conforto de hotel de luxo, mas que as pessoas fiquem isoladas desses presos de alta periculosidade que estão na cadeia – disse.

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) também apoiou a medida. Para a vice-presidente de Direitos Humanos da entidade, Renata Gil, o fim dessa garantia poderia colocar em risco a vida dos magistrados.

– A prisão especial é uma garantia para aqueles que aplicam a lei penal. Na medida em que vulnerabiliza a prisão, permite que um juiz ou promotor fique encarcerado junto com a pessoa que foi acusada, condenada – disse.

Na votação na Câmara, a maioria dos partidos foi favorável à manutenção da prisão especial. O PPS, no entanto, discordou.

– Esse é um privilégio odiento e abusivo – disse o presidente do PPS, deputado Roberto Freire (SP). E o tema poderá voltar a ser discutido durante a votação do projeto de reforma do Código de Processo Penal em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

O projeto, além de manter a prisão especial, altera outros pontos do código, especialmente no que se refere à prisão provisória. Agora, o juiz poderá optar, em casos de menor gravidade, por medidas cautelares, como o monitoramento eletrônico do acusado, a proibição para que ele frequente determinados locais ou o seu recolhimento em casa durante a noite e nos dias de folga.

– As medidas vão provocar um esvaziamento das celas. Permanecerão encarcerados apenas os que efetivamente necessitam – explicou Renata Gil.

O projeto também prevê a criação de um banco de dados  mantido pelo Conselho Nacional de Justiça para registro de todos os mandados de prisão expedidos no país. Segundo o Ministério da Justiça, a medida permitirá uma gestão mais eficiente do sistema carcerário.

A matéria segue, agora, para sanção presidencial.


 

Armação quer estrangeiros no lugar de brasileiros



Visita Asso Ventisei

As nefastas investidas dos armadores para tentar abrir de qualquer forma o nosso mercado  de trabalho para marítimos estrangeiros  são repudiadas pelo SINDMAR. Os  ataques dos armadores não são disparados somente para as embarcações estrangeiras que operam em nossas águas. Além destas, os empresários querem colocar os marítimos estrangeiros nos navios com bandeira brasileira: a Armação quer tripulá-los com mão de obra estrangeira alegando a falta de mão de obra. Mas o que eles realmente querem é aumentar seus lucros desempregando brasileiros. A classe precisa se unir ainda mais e ter consciência neste momento.


Todos os nossos postos de trabalho correm risco de ser ocupados por marítimos estrangeiros. É de amplo conhecimento que a mão de obra estrangeira, principalmente em determinados países asiáticos, é substancialmente inferior à brasileira, tanto no aspecto financeiro como no profissional. Mas, para os empresários, isso pouco importa; como o lucro está em primeiro lugar, as condições de trabalho (econômicas e sociais) serão precarizadas. A hora é de lutar por nossos postos de trabalho!


A pressão para derrubar as Resoluções Normativas números 72 e 80, mecanismos legais que mantém os marítimos brasileiros em seus postos de trabalho e que exige vistos de trabalho para estrangeiros, é grande. O SINDMAR reitera que o momento é de lutar pelo que é nosso. Caso contrário, perderemos nossos postos de trabalho para os estrangeiros, inclusive nas embarcações que arvoram o pavilhão nacional. A ofensiva da Armação é para tentar colocar mão de obra internacional para ocupar nossos lugares. As inverdades que rondam a chamada grande imprensa comprovam bem as intenções dos armadores.


Neste cenário, a insatisfação do pessoal de bordo com a postura das empresas continua a crescer. Nesta semana, o SINDMAR foi a bordo do Asso Ventisei, da Asso Marítima Navegação, para explicar a situação atual. Durante o encontro com seus representados a bordo, o Sindicato também discutiu a situação da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho com as companhias que atuam no offshore.


Na reunião a bordo, o SINDMAR frisou que a derrubada da RN-72 e RN-80 significará o início da perda de todos os postos de trabalho para os marítimos brasileiros.


No encontro, a tripulação discutiu esses temas com o Sindicato, alinhando o pensamento e mostrando que há força na união. Saiba mais sobre tudo isso lendo: 

Autor: Marcio Arruda

 

Primeira exportação de petróleo do pré-sal é realizada pela Petrobrás

presal1A primeira carga de petróleo produzida no pré-sal, destinada à exportação, foi vendida pela Petrobrás para a estatal chilena Empresa Nacional de Petróleo (Enap). 1 milhão de barris de petróleo extraídos do campo de Lula, na Bacia de Santos, foram comercializados.

O embarque está previsto para o mês que vem. O óleo exportado será entregue em Quintero e San Vicente, no Chile.

O pré-sal se refere aos reservatórios de petróleo localizados abaixo da camada de sais, nas crostas terrestre e oceânica. Essas camadas tem formações mais antigas e de mais difícil acesso que as reservas de petróleo acima da camada de sal (pós-sal).

No Brasil as recentes descobertas destas camadas pela Petrobrás tem ocorrido no subsolo do oceano Atlântico estendendo-se do Norte da Bacia de Campos ao Sul da Bacia de Santos,  desde o Alto Vitória até o Alto de Florianópolis.

Essas descobertas elevam a empresa no ranking das grandes geradoras de energia. Adquirindo experiências e desenvolvimento de técnicas em águas profundas, está cada vez mais preparada para as descobertas no Pré-Sal.

A meta é alcançar, em 2017, produção diária superior a 1 milhão de barris de óleo nas áreas nas quais operam.

 

 


                                                EDITORIAL
CNPJ: 33652.355/0001-14
Terminadas as eleições, não existem vencidos nem vencedores, somos todos petroleiros

A luta não para! O momento em que os petroleiros desenvolvem tecnologias que permitem a descoberta do pré-sal pela Petrobrás coincide com os maiores ataques às nossas conquistas. 

A nossa AMS está sendo implodida pela direção da empresa e principalmente pelo RH. Companheiros da Transpetro não têm direito sequer a AMS na aposentadoria. O RH e o Gerente de AMS, além de não respeitarem a cobertura do grande risco em tratamentos de doenças da maior gravidade obrigando sindicatos como o RJ a buscar a cobertura através de liminares. Agora recebemos a denúncia - a ser confirmada – de que o RH encaminhou à diretoria da Petrobrás proposta de substituir nossa AMS pelo plano “Saúde Bradesco”. Em resposta: queremos uma AMS de excelência totalmente custeada pela Petrobrás. 

A descoberta do pré-sal pode representar a solução de todas as mazelas sociais de nosso povo, inclusive uma política de saúde de excelência para todos os brasileiros. Só depende da vontade política de nosso governo. Queremos a extensão dessa política de saúde para nossa categoria.

Em 2010, só no Rio de Janeiro saíram 600 petroleiros novos da companhia, em busca de melhores salários. Não só os aposentados reclamam dos baixos salários. Nas pesquisas de ambiência, a maior insatisfação da categoria é em relação aos salários. 

Segundo o RH, mais de 70% da categoria repactuou. A adesão à repactuação, que denominamos como perda de direitos, se deu principalmente pelo pagamento de 15 mil reais ou três salários. O “sucesso” da repactuação foi fruto principalmente dos baixos salários. Felizmente, milhares de companheiros estão entrando com ações de anulação da repactuação através dos sindicatos e associações de trabalhadores. 

Quando RH concede, como na campanha salarial passada, reajuste de 29% para os diretores da companhia e 9% para a força de trabalho, sendo somente 4% para os aposentados, além de abono de 60% para acúpula acima do valor da categoria, é porque reconhece a defasagem salarial.

Quando setores da categoria se insurgem pelo pagamento de horas-extras como os vigilantes e agora os operadores do Edise, é um sintoma de que a remuneração não atende. 

Quando os trabalhadores de turno exigem o pagamento da “periculosidade para valer” é uma manifestação contra os baixos salários.
Três mil petroleiro(a)s de um universo de seis mil aderem à aposentadoria pelo INSS e continuam a trabalhar por decisão transitada em julgado pelo STF. Mas o RH, em desrespeito à lei, retalia com a perda da AMS e da complementação do salário pela Petros quando eles se afastam por mais de quinze dias do trabalho por motivo de saúde. Esses trabalhadores se expõem ao risco na busca de recomposição salarial. Com certeza os outros três mil companheiros só não aderiram com medo da retaliação descabida do RH. 

A categoria exige correções no PCAC, como a adequação no piso salarial dos Inspetores de Segurança Patrimonial, Técnicos de Enfermagem. Para os Técnicos de Contabilidade, promoção automática de Pleno para Sênior. Caso existam outras distorções do PCAC, vamos encaminhá-las ao RH. Isso é ou não reflexo dos baixos salários?

Quando companheiros readmitidos no Sistema Petrobrás (Petrobrás, Interbrás, Petromisa, Nitriflex e Petroflex) lutam pelo seu justo reenquadramento no PCAC, a maioria na terceira idade e sem poder se aposentar, para não perder o direito à Petros e à AMS, fica evidente que a política de RH da companhia não é boa. 

A Petrobrás gasta com a folha de pagamento 3% do faturamento. As concorrentes petrolíferas gastam o dobro da Petrobrás. Não é à toa que somos os petroleiros piores remunerados entre os concorrentes do setor. Reflexo do bom desempenho da companhia, graças ao trabalho dos petroleiros, a Petrobrás financia 50% do PAC, com certeza vai ser a grande financiadora das obras que viabilizarão a Copa do Mundo e as Olimpíadas em nosso país. 

A história dos trabalhadores petroleiros mostra que todas as nossas conquistas foram através de luta. Vamos começar a discutir já a organização de nossa mobilização para a próxima campanha da PLR e do nosso Acordo Coletivo na nossa data base em setembro ou continuar a sermos os petroleiros mais mal remunerados do mundo. 


Só quem luta conquista!




Rio, 06/05/2011
Sindipetro-RJ


Seu voto na Chapa 1 é decisivo para impedir que a FUP retome o Sindipetro-RJ



Companheiro petroleir(o)a,

A eleição do Sindipetro-RJ vai até esta sexta-feira, 29 de abril, e agora, mais do que nunca, sua participação será decisiva neste pleito que definirá os rumos do nosso Sindicato. Se você ainda não votou na Chapa 1 (Independência, Unidade e Luta), faça isto o mais rapidamente possível, convocando seus colegas de setor a fazerem o mesmo.
Muitos petroleiros já manifestaram o apoio e o desejo de votar na nossa chapa, mas agora é fundamental (e decisivo) que compareçam às urnas e votem. Portanto, não deixe para a última hora aquilo que você pode fazer agora. Na avaliação que fizemos hoje de nossa eleição, o nosso grande inimigo é a abstenção. Vote e convoque outros companheiros a comparecerem as urnas. A intenção de voto não conta nas eleições. 
Nesta eleição o seu voto decidirá entre o Sindipetro autônomo dos petroleiros (representado pela Chapa 1) ou um sindicato atrelado à FUP e ao RH da empresa (como deseja a outra chapa). Só a Chapa 1 combate (de verdade) os acordos rebaixados da FUP e do RH da empresa, que tantos prejuízos trouxeram aos petroleiros. Se não fosse a pressão do Sindipetro-RJ e dos sindicatos da FNP, os acordos coletivos propostos pela direção da empresa e defendidos pela FUP seriam ainda mais rebaixados. Agora: já pensou o que eles vão fazer se controlarem também o nosso sindicato? Não deixe que isto aconteça. Vote na Chapa 1 para derrotar de vez aqueles que durante anos traíram a categoria. Vamos dar a resposta que eles merecem.
A Chapa 1 é o Sindicato autônomo, independente e do lado de todos os petroleiros: da ativa, aposentados, novos, mais antigos, do Sistema Petrobras etc.

 


                              EDITORIAL
CNPJ: 33652.355/0001-14                                 A FUP E OS DIVISIONISTAS


A FUP acusa o tempo todo o Sindipetro-RJ e os sindicatos da FNP de divisionistas. O problema é que a FUP há muito deixou de ser uma organização sindical e passou a ser um braço da empresa principalmente do RH. Tire suas próprias conclusões: 

FUP – Noticias de 21/03/2011: “Em 2010, pela primeira vez em muitos anos, a FUP e seus sindicatos fecharam o acordo coletivo em setembro, data base da categoria, garantindo aos petroleiros o maior ganho real de todos os tempos: 9,36%, que representaram até 4,66% de reajuste acima da inflação, como comprova o estudo do Dieese.” Pesquisa de ambiência comprova que o maior índice de insatisfação nos trabalhadores da empresa se localiza nos salários. Além disso, a FUP age como se não existissem os aposentados na categoria, pois os aposentados, futuro de todos nós, receberam nesse mesmo período pouco mais de 4% de reajuste. 

FUP – Noticias de 11/04/2011: “Ações desrepactuação causam prejuízos e condenações por litigância de má fé.” Usando o terrorismo e mentindo para a categoria, a FUP tenta barras as milhares de ações de anulação de repactuação e de pagamento aos aposentados dos níveis de 2004, 2005 e 2006 propostas pelo Sindipetro-RJ, FNP, AEPET, FENASP e Associações. 
Nas ações de níveis vários companheiro(a)s já receberam o dinheiro correspondente ao passivo. A FUP, junto com a direção da Petrobrás e da Petros, tenta com a repactuação extinguir o plano de melhor concepção em previdência complementar que é o Plano Petros –BD, que tem a Petrobrás como fiadora e responsável por possíveis futuros déficits. Nesse Plano o trabalhador sabe na contratação quanto vai pagar e quanto vai receber na aposentadoria. 
A luta do Sindipetro-RJ e da FNP é pela extinção da repactuação e abertura de forma opcional do Plano Petros – BD para todos os trabalhadores do Sistema Petrobrás. Você acredita que a FUP, defendendo a repactuação, está do lado dos trabalhadores? 
Primeira Mão da FUP de 15 a 21/04/2011: “Histórias de conquistas da Unidade Nacional na FUP - Novo plano de cargos.” A FUP faz um balanço triunfalista do PCAC e da RMNR e nada fala das inúmeras propostas de correção do Plano. Realmente fica muito difícil para a categoria mudar o Plano de Cargo e salários e a RMNR com a FUP dizendo que está tudo muito bem.
AMS: O Sindipetro-RJ, a FNP, a FENASPE, a AEPET e as Associações defendem uma AMS de excelência totalmente custeada pela Petrobrás. E apelamos para a justiça através de liminares para garantir a cobertura da AMS de grande risco para petroleiro(a)s de nossa base e da FUP. A proposta da FUP é nada de liminares e de justiça. É contratarmos um quadro de assistentes sociais “exigindo tratamento e atenção que o petroleiro merece por parte da AMS e da empresa” Imagine se os conhecidos “coveiros da AMS” vão se sensibilizar com as assistentes sociais. Talvez por isso os petroleiros da base da FUP têm apelado para o jurídico do Sindipetro-RJ. 
Petroleiros da ativa aposentado pelo INSS: Apoiamos a decisão do STF que decidiu que aposentadoria não extingue o contrato de trabalho. É um absurdo que a direção da Petrobrás não cumpra a lei e retalie a categoria ameaçando com a retirada da AMS e da complementação salarial da Petros. Vamos enviar essa denuncia ao Ministério público o “fiscal da lei”. A FUP se cala. 
PLR: O Sindipetro-RJ e a FNP defendem “PLR máxima e igual para todos” já que as diferenças salariais acontecem no mês a mês. Na PLR entendemos um bolo dividido igualmente entre toda a categoria. A FUP quer discutir, criar normas e critérios, quem sabe para dividir mais a categoria: muito provavelmente o chefe vai ganhar mais que o peão, etc.
Esses são alguns exemplos onde o pensamento e a política da FUP se igualam a direção da empresa, em especial ao RH. Nós do Sindipetro-RJ e da FNP não somos divisionistas, somos intransigentes na defesa do interesse do trabalhador. Também não defendemos a destruição de nenhuma organização sindical, até porque a FUP há muito deixou de ser uma organização dos trabalhadores e se transformou num aliado do RH e das suas políticas!


Encontro de comunicação sindical inaugura espaço da Presidente Vargas

Um encontro de comunicadores da área sindical seguido de coquetel marcará a inauguração da extensão da sede do Sindipetro-RJ. Após 13 meses de reforma, o espaço do 7º andar da avenida Presidente Vargas, 502, será inaugurado na segunda-feira (25), às 19h. A atividade será uma tribuna livre para debater a comunicação sindical e a luta dos movimentos sociais que atuam junto ao Sindipetro-RJ e na campanha contra os leilões do petróleo e gás brasileiros. Além dos petroleiros e seus familiares estão convidados integrantes de todas as centrais sindicais, movimento estudantil, entidades de classe, associações e demais interessados no tema. O microfone estará aberto para quem desejar expor sua opinião. A extensão da sede da avenida Passos chega totalmente remodelada. Além da troca de toda a tubulação e parte elétrica foram construídos dois banheiros e estúdios para a Web Radio (já em funcionamento na avenida Passos) e a Web TV petroleira.




Sindipetro-RJ promove debate sobre a Petros

O Sindipetro-RJ realiza debate sobre a Petros, na próxima terça-feira (26), às 10h, na ABI (rua Araújo Porto Alegre,71/9º andar). O debate terá esclarecimentos sobre o fundo e o superávit da Petros em 2010, apresentado na Revista Petros nº 83. Foram convidados para a mesa o RH da Petrobrás, a Petros, a FNP (Frente Nacional dos Petroleiros), a FUP (Federação Única dos Petroleiros), além dos conselheiros eleitos pelos trabalhadores. Será também o pré-lançamento de um filme sobre a situação dos aposentados e da animação da Campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso! 



Rio, 20/04/2011
Sindipetro-RJ


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EDITORIAL

AMS de excelência totalmente custeada pela Petrobrás
A categoria petroleira que propicia ao Brasil a produção, o refino, a comercialização, a transferência e o abastecimento de petróleo e seus derivados há 57 anos, exige AMS de excelência totalmente custeada pela Petrobrás. 
Além disso, fruto do trabalho da categoria, a Petrobrás ganhou dois prêmios internacionais sobre prospecção de petróleo no mar. E foram os petroleiros da Petrobrás que desenvolveram a tecnologia que permitiu a descoberta do nosso pré-sal. 
Se o mundo premia e reconhece a nossa pujança na indústria do petróleo, a direção da Petrobrás castiga a categoria. A nossa AMS, que já foi referencia na área de saúde, agora é motivo de sofrimento e morte. Isso mesmo: companheiros petroleiros estão morrendo de doenças como câncer, tumor no cérebro, coração e outras doenças graves por falta de tratamento coberto pela AMS. 
Mesmo pagando o seguro conhecido como (Grande Risco), que garante a cobertura dessas doenças e outras de igual ou maior gravidade, a AMS nega a cobertura e manda o assistido aguardar em casa ou simplesmente diz que nosso Plano não cobre. A categoria já descobriu as reais intenções desses coveiros da nossa AMS. A primeira é aviltar nosso Plano ao máximo e forçar a própria categoria a fazer campanha pelo fim da AMS, como os governos neoliberais fizeram nas privatizações. A segunda é institucionalizar o “jeitinho.” A todo momento, recebemos informação de que um diretor da Petrobrás, um gerente da empresa ou um dirigente sindical resolveu o problema de alguém, que não conseguia cobertura para o tratamento. Mas e quem não tem acesso ao “jeitinho”? 
O Sindipetro-RJ não aceita o sucateamento de nossa AMS, pois o seguro conhecido com Grande Risco que todos pagam mensalmente mesmo sem usar, tem que cobrir todo tratamento de doenças reconhecidas como de grande risco. 
Não vamos validar o “jeitinho” ou o tráfico de influencia. O pré-sal pode tranquilamente financiar uma política de saúde de excelência para toda a sociedade brasileira. Isso só depende da vontade política de nossos governantes, alias essa é uma da bandeiras da campanha “O petróleo tem que ser nosso!” 
Enquanto isso não acontece, já fizemos nossa parte, e vamos exigir da direção da Petrobrás uma AMS de excelência e totalmente custeada pela companhia!


Rio, 08/04/2011
Sindipetro-RJ

 


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EDITORIAL SURGENTE 1194-G
Obama, tire as garras do pré-sal. Leilão é privatização!

O petróleo - sonho de milhões de bra­sileiros que foram às ruas no movimento O pe­tróleo é nosso!, na década de 40 e 50, na maior manifestação cívica, - agora com a descoberta do pré-sal gera polêmica.
Em uma das frentes o IBP – Instituto Brasileiro de petróleo, porta voz dos in­teresses das multinacionais e inimigo do brasileiros. O IBP, denunciado pelo Wikileaks, atua com forte lobby no Con­gresso Nacional, junto à direção da Pe­tro­brás e aos governantes. 
Na mesma trincheira do IBP, agora o Canal Discovery Channel lança um do­cumentário “O desafio do pré-sal” (http://www.youtube.com/watch?v=-ZvqCoMhdCY&feature=related) uti­li­zando informações técnicas estra­té­gi­cas estranhamente fornecidas pela própria direção da Petrobrás e da Agên­cia Nacio­nal do Petróleo – ANP, através da parti­ci­pação de dirigentes da Petro­brás e da ANP. O Discovery lança dúvida sobre a via­bi­lidade do pré-sal, cita os vul­tosos investi­mentos e os riscos de aconte­cer no pré-sal acidentes de maior gravid ade do que o do Golfo do México, que en­vol­veu um gi­­­­gan­te do petróleo, a Bri­tâ­nica British Petroleum - BP.
Para que não pairem dúvidas sobre a posição do Canal Discovey, a estrela do documentário é David Zylbersztain, primeiro diretor-geral da ANP que na primeira entrevista como principal dirigente da Agência anunciou ao mundo “O pe­tró­leo é vosso!”. 
Defendemos que o pré-sal deva ser tratado de forma estratégica, já somos au­to-suficientes na produção de petróleo, por isso devemos produzir no pré-sal so­mente para as nossas necessidades internas. 
Lula avançou em muito em relação à lei 9478/97de de FHC. Porém, Lula só mu­dou as regras em relação ao pré-sal, criou a par­­tilha onde até 70% das reservas pré-sal po­dem ser abocanhadas pelas multi­na­cionais, e acelerou a produção nos trans­formando num grande expor­tador de pe­tróleo. Alem de incentivarmos o con­sumo de hidrocarboneto contri­buin­do para o aque­cimento global continua­ríamos a ser for­necedores de matéria pri­ma para o mundo.
A CNBB lança na Campanha da Fra­ternidade de 2011 o tema: “Fraternidade e a Vida no Planeta” e faz uma análise cor­retíssima sobre o uso da energia no mundo no capitulo – 1.5.1 As matrizes energéticas disponíveis. ...Igualmente o programa pré-sal exige dispêndio de fortunas para ex­tração de produto altamente poluente, cujo processo pode resultar em desastres ambientais incalculáveis, como o ocorrido no golfo do México, no ano passado... 
Porém, independente da nossa von­tade, o petróleo vai continuar a ser o prin­cipal componente da matriz energética no mundo pelo menos nos próximos 50 anos. O Brasil através do pré-sal pode inverter esse modelo, mas para isso tem que ter o controle total do nosso petróleo como pro­põem os movimentos sociais no Projeto de Lei que tramita no Senado através da PLS nº 531/09. O dispêndio de fortuna para ex­tração do pré-sal é nada em relação ao ma­­­nancial gigantesco de petróleo des­coberto algo em torno de 100 bilhões de barris. Segundo o IPEA (Instituto de Pes­quisas Econômica Aplicada) em 2008 o custo de produção do barril de petróleo no Brasil já considerando o pré-sal era de US$ 10.4, já o preço do barril de petróleo em março de 2011 no mercado inter­nacional está acima dos U$ 100. 
Os acidentes na indústria do petróleo têm como principal causa a aceleração na produção, também conhecida como pro­­dução predatória, prejudicando in­clusive a capacidade dos reser­va­tó­rios. A lei dos mo­vimentos sociais é con­tra o Brasil se transformar num grande ex­portador de petróleo. 
Os representantes dos movimentos sociais já se reuniram com a CNBB e te­mos fé de trazê-los para o nosso lado inclusive porque a entidade faz a opção pelos pobres e o projeto dos movimentos sociais propõem aplicar o dinheiro do pré-sal principalmente para os mais ca­rentes do país como na reforma a­grária; construção de moradia popular, saúde e educação de qualidade; segu­rança pú­blica; gás de cozinha e com­bus­tível para transporte coletivo subsidiado; emprego e renda para os brasileiros, além de inves­timentos em energias mais limpas.
Nesse clima de indecisão, se o pré-sal é solução ou problema, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama vem ao Brasil nos dias 19 e 20 de março e vai se reunir com a presidenta Dilma Roussef . Não temos duvidas, a pauta principal dessa reunião é a retomada dos leilões do nosso petróleo. E os movimentos so­ciais denunciam: leilão é privatização.
Será que os brasileiros que foram às ruas na campanha “O petróleo é nosso!” estavam equivocados, enfrentando perseguições, prisões e mortes? 
O movimento foi vitorioso à medida que resultou na criação da Petrobrás e no monopólio estatal do petróleo que possibilitou a descoberta do pré-sal, as maiores reservas em descoberta recente de petróleo do planeta. Diante desse fe­nômeno, nós vamos abrir mão de ex­plorá-lo em nosso beneficio e muito pro­vavelmente entregá-los aos gringos? Va­mos transformar o sonho do petróleo dos brasileiros num grande pesadelo?



Sindicato e trabalhadores paralisam UTGCA por tempo indeterminado

Litoral Paulista, 16 de março de 2011


Sindipetro-LP e trabalhadores iniciaram nesta quarta-feira (16/03), às 6 horas da manhã, uma paralisação por tempo indeterminado na Unidade de Tratamento de Gás de Caraguatatuba (UTGCA). Os petroleiros cobram melhores condições de trabalho e segurança, além do reconhecimento de direitos.

“A UO-BS só tem enrolado a categoria e não atende nossas reivindicações. Por isso, tivemos que recorrer a uma mobilização da categoria”, explica o coordenador geral do Sindicato, Ademir Gomes Parrela, que completa. “Há uma sobrecarga muito grande de trabalho e por conta disso o risco de acidentes é elevado. Tudo isso se deve a uma redução dos Técnicos de Operação por grupo de turno. Precisamos de mais técnicos para tomar conta dos processos operacionais”.

Outras pendências que motivaram o movimento são correções nas instalações de equipamentos de atmosfera explosiva e o fornecimento falho de EPI (Equipamentos de Proteção Individual). Capas de chuva, óculos de grau e macacões fornecidos pela empresa são insuficientes para o número de petroleiros lotados na unidade. Para engrossar a lista de problemas relacionados ænbsp; segurança no trabalho, os trabalhadores ainda reclamam de atividades que realizam sob circunstâncias perigosas. Como exemplo citam trabalhos externos efetuados durante chuvas com raios.

Em relação ænbsp; melhoria de direitos, a paralisação exige a correção do regime de trabalho de todos os Técnicos de Manutenção; a imediata aplicação dos 30% de periculosidade para toda força de trabalho (petroleiros e terceirizados); melhorias nos planos de saúde, tanto dos petroleiros, quanto dos terceirizados, e regularização do pagamento de horas extras.

A respeito das condições de trabalho, há petroleiros com desvio de função, ou seja, que realizam outras atribuições fora de sua competência, outro fato que gera insegurança. O mesmo acontece com algumas empreiteiras que forçam ajudantes de manutenção a trabalharem como executantes (oficiais). Além disso, existem inúmeras reclamações de maus tratos de chefes, em particular quando um trabalhador acidentado solicita a abertura de CAT (Comunicado de Acidente de Trabalho).¦nbsp; Alguns já chegaram a tomar suspensão por cobrarem a CAT.

O movimento dos petroleiros iniciado na UTGCA irá se estender para as Plataformas de Mexilhão e Merluza. Nestas unidades também há inúmeros desrespeitos com os direitos dos trabalhadores. A Petrobrás não vem praticando benefícios válidos para outras unidades, como indenização pelo descumprimento das 11 horas de descanso e auxílio deslocamento.

A planta de Gás de Caraguatatuba, que já está com gás nas instalações, está prestes a começar a operar. Isto somente é possível com todas as garantias de segurança dos trabalhadores. A empresa foi notificada dos problemas semana passada e até o momento não se dispôs a resolver nenhum.

Leia na íntegra o ofício enviado pelo Sindipetro-LP ænbsp; UO-BS (clique aqui)



ERRATA
Informamos que, diferente do publicado no boletim Surgente 1194-H, o quórum para a eleição do Sindipetro-RJ é 50% + 1 dos votos válidos. 



Rio, 18/03/2011
Sindipetro-RJ


* Caso não queira mais receber informações envie mensagem com a palavra REMOVA.


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EDITORIAL

O GLOBO, A PETROBRÁS E A TERCEIRIZAÇÃO

Na verdade a Globo não é contra a terceirização. Ela é contra a realização de concurso público e contra a Petrobrás, assim como o Sindipetro-RJ não é contra os terceirizados, e sim contra a terceirização. A Globo sempre se colocou contra os concursos públicos, bandeira dos sindicatos de petroleiros. Alega a “Vênus Platinada” que concurso público aumenta os gastos públicos e fortalece as estatais em detrimento da iniciativa privada. 
Em resumo, a Globo não tem moral para criticar a terceirização na Petrobrás e a direção da empresa não tem como justificar essas contratações a luz da moralidade pública e da eficiência técnica. Como já disse um companheiro da base, concurso público não dá propina; já a contratação de mão de obra e serviços convive com o tráfico de influência, o nepotismo, a corrupção, o assédio moral e sexual, além da precarização dos serviços e da mão de obra. 
A maioria dos acidentes na Petrobrás envolve terceirizados despreparados tecnicamente, que pagam com a própria vida. E na maioria das vezes a comissão que apura esses acidentes atribui a culpa ao trabalhador. Até porque morto não fala. E o sindicato não tem dúvida: a culpa é da direção da empresa que terceiriza atividades fim e permanentes na Petrobrás, contrariando a lei e o Ministério Público, fiscal da lei. 
O Sindipetro-RJ vai continuar a denunciar ao Ministério Público essa prática perniciosa da empresa. Vamos continuar a entrar com ações jurídicas para efetivar terceirizados contratados antes da promulgação da Constituição Federal de 5 de outubro de 88, que trabalhem permanentemente no Sistema Petrobrás. E vamos, junto aos nossos aliados no Congresso Nacional, buscar dispositivos legais para priorizar nos concursos públicos, trabalhadores que já labutam na empresa. Por exemplo, transformando o tempo de serviço na empresa, de 5, 10, 20 anos, em pontos nos concursos públicos para a Petrobrás, para dar igualdade aos terceirizados nos concursos.
Enquanto se faz de inocente, a direção da empresa, em total desrespeito a lei e aos sindicatos dos trabalhadores, já se aproxima da casa de 300 mil terceirizados. Temos menos de 100 mil trabalhadores efetivos no Sistema Petrobrás. São mais de 3 contratados para 1 efetivo. Será que todas essas contratações eram de especialistas e urgentes a ponto de não poder aguardar o concurso público? 
Mais que nunca a máxima de Marx “trabalhadores uni-vos” é fundamental para desmascaramos a hipocrisia da Globo e a direção da Petrobrás pela exploração criminosa da mão de obra dos terceirizados! 


Terceirização será um dos temas das reuniões de acompanhamento do ACT

Participe enviando sugestões sobre os temas das reuniões para o e-mail
sindipetro-rj@sindipetro.org.br ou ligue para a Secretaria Geral: 3852-0148 r. 206


As reuniões das comissões de acompanhamento do Acordo Coletivo de Trabalho prosseguem na próxima semana. Diretores do Sindipetro-RJ se reúnem com o RH da Petrobrás na próxima terça-feira (1), para discussão das cláusulas 130 – Acompanhamento do ACT, 89 – Regimes de Trabalho e 149 – Terceirização. As cláusulas 46 - AMS e 97 – SMS, serão avaliadas na quinta-feira (3).
O Sindipetro-RJ levará para a mesa de reunião uma série demandas da categoria como problemas de segurança com as barcas que realizam o transporte de petroleiros no TABG, o risco de acidentes como o ocorrido recentemente na Plataforma Cherne2 , na Bacia de Campos e a questão das brigadas de incêndio.
O aumento da terceirização na Petrobrás, apontado em reportagem do Jornal O Globo, edição de domingo (20), e denunciado exaustivamente pelo Sindipetro-RJ, também estará na pauta. Não é de agora que a Petrobrás adota uma política nociva de utilizar mão de obra terceirizada, inclusive em atividades estratégicas e de risco. E não são poucos os concursados que procuram ajuda do sindicato na tentativa de ocupar os cargos para os quais foram legitimamente aprovados. 



Rio, 25/02/2011
Sindipetro-RJ

 

 

 

 


 

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EDITORIAL


Pré-sal – passaporte para um acordo digno

No ensaio da discussão do processo eleitoral do sindicato, a categoria tem se manifestado, mas não é falando em eleição. Em resposta aos boletins e e-mails eleitorais, respondem: queremos o fim das retaliações dos petroleiros que se aposentam e continuam a trabalhar; queremos o avanço de nível do pessoal oriundo da Braspetro; queremos o enquadramento dos marítimos no PCAC de terra; o enquadramento no PCAC dos readmitidos das empresas do Sistema Petrobrás; o pagamento das horas extras trabalhadas; melhores condições de trabalho, embarcações seguras, brigada de incêndio própria etc. 
A direção do Sindipetro-RJ entende que a descoberta do pré-sal abre enormes perspectivas de conquistas. Está na hora de usarmos nossa força de trabalho e deixarmos de ser os mendigos da indústria de petróleo. Vamos forçar a direção da Petrobrás a investir mais do que os 3% do faturamento que gasta atualmente com os seus empregados. Isto é metade do que gastam as concorrentes.
O RH da companhia é muito bem sintonizado com o mundo do trabalho. Tanto que pratica salários bem acima da média da categoria com os diretores da empresa. No último acordo os diretores tiveram 29% de reajuste, os pobres mortais da ativa 8% e os aposentados 4%. A cúpula da empresa recebeu abono de 160% e o restante da categoria de 100%. A PLR dos tops de linha é bem acima da tabela da categoria. Como se não bastasse, a AMS dos diretores é paga 100% pela companhia e para ajudar nos custos, os diretores têm cartão coorporativo.
Para avançar nas conquistas, aos petroleiros resta a greve! É o único argumento que a empresa respeita. Não existe conquista dos trabalhadores sem greve ou ameaça de greve! 
O sindicato vai fazer a sua parte. Protocolar no RH a pauta histórica que contém todos os pleitos da categoria acumulados ao longo dos anos. E vamos chamar a categoria para debater e realizar atos e mobilizações. A participação dos trabalhadores faz a diferença. Sem a atuação dos petroleiros na campanha salarial, o RH vai aprofundar ainda mais as discriminações, com ativos e aposentados. Vai dizer, como sempre, que estamos ganhando muito bem e gastamos muito com a AMS, além de insinuar que precisamos mudar para um plano de saúde do mercado. 
Os sindicatos vão reafirmar que queremos AMS de excelência e totalmente custeada pela companhia. Mas, é preciso que a categoria responda com mobilização. O Sindipetro-RJ tem consciência que podemos avançar e muito no acordo coletivo, principalmente com base na descoberta do pré-sal. Só não somos vendedores de ilusão. Sem participação e mobilização não dá!
 
Reuniões das Comissões do ACT
 
Aos companheiros petroleiros da base do RJ em respeito ao Acordo Coletivo, o RH da companhia marcou para o dia 01/03/2011 (terça-feira), reuniões para discutir os temas abaixo relacionados.
A Diretoria solicita à categoria que envie sugestões sobre os temas abaixo e caso queira participar da reunião, ligar para Secretaria-Geral (3852-0148 ramal: 206), a partir de 10h, falar com Leal ou Nádia, e enviar correio eletrônico através do email sindipetro-rj@sindipetro.org. br . Como é uma reunião de negociação e não uma assembléia vamos limitar a participação.

9h
- Acompanhamento do ACT – clausula 130.
- Regimes de Trabalho – clausula 89.
- Terceirização – clausula 149.
 
14h
- AMS – clausula 46.
- SMS – clausula 97.
 
OBS: O Sindipetro-RJ está através de ofício pedindo a mudança do dia e hora da reunião das Comissões de AMS e SMS, em função da realização da reunião dos aposentados. Tão logo seja confirmada a nova data divulgaremos.
 
Rio, 18/02/2011.
Sindipetro-RJ

 

 


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EDITORIAL


DILMA, OBAMA E SÉRGIO GABRIELLI

Se depender dos presidentes Dilma Russef (Brasil), Barak Obama (Estados Unidos) e Sérgio Gabrielli (Petrobrás), o nosso país vai se tornar um grande exportador de petróleo. Como acontece desde o Brasil Colônia, continuaremos a fornecer matéria prima para o mundo. No caso do petróleo a situação é alarmante porque as reservas de hidrocarbonetos se esgotam e não se renovam. Essa riqueza pertence a atual e as próximas gerações. Não temos o direito de entregar esse tesouro e comprometer o futuro de nosso país. 
Os argumentos para tratar esse petróleo de forma estratégica e não exportá-lo são irrefutáveis: o Brasil já é auto-suficiente na produção de petróleo; devemos produzir no pré-sal na medida das necessidades internas, para financiar saúde e educação de qualidade, construir moradias principalmente para brasileiros de baixa renda, investir maciçamente em segurança, fazer a reforma agrária. O dinheiro do pré-sal pode e deve financiar também o aumento na geração de energias alternativas, mais limpas, diminuindo a presença do petróleo em nossa matriz energética e conseqüentemente protegendo nosso planeta.
No caso de exportação, quando necessário, vamos mandar para fora produtos com valor agregado, como os petroquímicos, que têm muito mais valor econômico. Basta de exportarmos matéria prima para o mundo e importar produtos com valor agregado! 
Obama vem ao Brasil em março. Com certeza o motivo principal da visita é o petróleo. Os EUA têm como e­stratégia principal a transformação dos países detentores de reservas de hidrocarbonetos em exportadores, pois os ianques só possuem reservas de petróleo para atender suas demandas por três anos.
A plenária estadual da campanha “O Petróleo Tem que Ser Nosso!” foi realizada no Sindipetro-RJ, na terça-feira (1), e entre outras deliberações decidiu intensificar a campanha contra os leilões do petróleo brasileiro, esteja ele em terra ou no mar. Aliás, no marco regulatório do petróleo de Lula existe a possibilidade de não realizarmos leilão, nem partilha. A lei faculta à presidenta Dilma entregar o bloco para produzir integralmente na Petrobrás. 
A plenária decidiu também realizar ato de protesto durante a permanência de Obama no Brasil. Além do ato no local da presença do presidente americano, seja no Rio ou em Brasília, simultaneamente, realizar ato de protesto em todos os consulados americanos no Brasil. A plenária nacional da campanha do petróleo se reunirá em março, em Minas Gerais, para ratificar os encaminhamentos. Até lá, vamos cobrar da presidenta Dilma coerência com o debate eleitoral e vamos mobilizar os brasileiros com a palavra de ordem: “Leilão é privatização. O petróleo é nosso e não abrimos mão!”


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Situação das lanchas no TABG


A força de trabalho da Ilha D’Água, TABG, na sexta-feira dia 28/01/11, foi surpreendida no horário da saída, pois a embarcação Ilha do Governador que faria o transporte dos trabalhadores teve a casa de máquinas inundada, devido ao aumento de um buraco no casco da embarcação que impossibilitou sua
navegação. 

Para retirar a água do porão da embarcação foi utilizado um caminhão vácuo. Procedimento executado rotineiramente devido aos buracos de menor diâmetro no casco. 

A mesma lancha no dia 24/08/10 ficou à deriva e foi rebocada por outra embarcação.

Os trabalhadores do TABG e o Sindipetro-RJ exigem providências imediatas para solucionar o problema para que sejam atendidas as condições mínimas de segurança dos trabalhadores.

Acrescenta-se a esta situação o calor intenso, lotação e água (do mar e da chuva) que entra pelas laterais das embarcações e que os trabalhadores têm que suportar.


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Trabalhadores elegerão representante no Conselho de Administração da Petrobrás



O Sindipetro-RJ e o RH da Petrobrás realizaram hoje, quinta-feira (3) uma reunião sobre a escolha do representante dos petroleiros para o Conselho de Administração da empresa. A lei que trata do tema foi sancionada em 29 de dezembro pelo então presidente Lula. Agora, as empresas públicas ou aquelas sob as quais a União, direta ou indiretamente, detém maioria do capital social com direito a voto, têm garantido um representante no Conselho de Administração. A exceção são empresas com menos de 200 funcionários.
Esta é uma antiga reivindicação dos trabalhadores, pois permite o acompanhamento e a participação no planejamento dos negócios da companhia. Entre as atividades deste Conselho está a supervisão dos atos de gestão da Diretoria Executiva e fixação das diretrizes estratégicas.
Na reunião, o RH apresentou a lei e afirmou aos representantes do Sindipetro-RJ que a disposição é que o processo de escolha seja transparente. A própria lei indica que a empresa deve realizar a eleição em conjunto com as entidades sindicais.
Com as modificações, o número de conselheiros aumentará de 9 para dez, todos com mandato de um ano. A projeção da gerência de RH é de que o novo conselheiro tome posse no dia 1 de junho. O Sindipetro-RJ sugeriu ao RH tomar por base o regimento de eleição para o Conselho da Petros para construir o processo de regulação das eleições para o Conselho de Administração. 
A orientação da presidência, enfatizou o RH, é de que o processo seja “o mais rápido possível e de que não sejam criados obstáculos além dos impostos pela legislação”. Contudo, para mudar o estatuto da empresa e definir as eleições, ainda é necessário esperar a publicação de uma portaria do Ministério do Planejamento que fará a regulamentação da lei.
O representante dos trabalhadores será escolhido dentre os ativos e apenas seus pares terão direito a voto. Para não haver conflito de interesses, diz a lei que o representante dos empregados “não participará das discussões e deliberações sobre assuntos que envolvam relações sindicais, remuneração, benefícios e vantagens, inclusive matérias de previdência complementar e assistenciais”. 


Rio, 04/02/2011.
Sindipetro-RJ


 

DPC altera normas da Autoridade Marítima


Praça de Máquinas
Foto: SINDMAR

 

 

 

 

 

 

As portarias 278/DPC e 279/DPC, de 22 de dezembro de 2010, publicadas no dia seguinte no Diário Oficial da União (DOU) alteram a NORMAM 01 e a NORMAM 13 e trazem as seguintes modificações:


A portaria nº 278 amplia a área de atuação dos Condutores (CDM) permitindo que:
a) Possam ser Chefes e Subchefes de Máquinas em embarcações de até 1000 kW de potência na navegação de cabotagem e de apoio marítimo, ambas dentro do limite das águas jurisdicionais brasileiras (AJB) que podem chegar até a distância de 200 ou 380 milhas da costa. Anteriormente os CDM só poderiam exercer tais funções, nesses tipos de navegação, até 20 milhas da costa.

b) Possam ser Chefe e Subchefe de máquinas de embarcações de até 5000kw de potência na navegação interior. Essa alteração interfere, basicamente, na navegação de apoio portuário. Pois anteriormente, nesse tipo de navegação, o limite onde os CDM poderiam atuar era o de embarcações de até 3000 kW. A partir dessa potência só os oficiais deveriam exercer tais funções.

c) Possam ser Chefe e Subchefe de máquinas em embarcações de AB menor do que 500, empregadas na navegação de apoio marítimo, dentro do limite das AJB, desde que a potência não ultrapasse 3000 kw. Anteriormente só poderiam exercer tais funções até 20 milhas da costa e em embarcações de até 1000 kW de potência.


Por sua vez a Portaria 279 define o que é navegação costeira e, no caso do apoio marítimo, estende esse tipo de navegação até o limite das AJB. Em seu anexo 1-D-Tabela de Tripulantes para Embarcações de Apoio Marítimo, insere um quadro com o quantitativo de condutores, marinheiros e moços de máquinas que as embarcações com AB menor do que 500 e com potência entre 1000 e 3000 kW devem lotar, adequando a lotação ao previsto na portaria 278.


Ao lado, as reproduções do Diário Oficial da União que trata deste assunto. Se preferir, clique aqui e faça o download do PDF que reproduz a Portaria 278 da DPC. Para baixar o arquivo que reproduz a Portaria 279 da DPC, clique aqui.


Tão logo tomou conhecimento das portarias, o Presidente do SINDMAR falou sobre a iniciativa da Diretoria de Portos e Costas.


Site: Como o SINDMAR recebeu as mudanças nas Normas da Autoridade Marítima, publicadas no DOU no final do ano que passou?

Severino Almeida: Se mantidas e efetivadas as mudanças, acreditamos que a Autoridade Marítima terá assumido um risco desnecessário. As alterações ocorridas nas NORMAMs 01 e 13 não estão  alinhadas com a histórica preocupação da Diretoria de Portos e Costas com a segurança operacional das embarcações em nossas águas jurisdicionais. As bruscas mudanças publicadas – considerando que não houve alteração nas embarcações já existentes nem na qualificação do pessoal – expõem que a Autoridade Marítima esteve equivocada durante todos estes anos ou inicia, agora, uma mudança de comportamento em atendimento a pressões de mercado. Qualquer uma das opções merece reflexão.


Site: Que razões levaram a DPC para decidir pelas alterações nas NORMAMs?

Severino Almeida: Creio que, certa ou errada, a Autoridade Marítima deve entender que possui razões, além da competência para realizá-las. Lamento não conhecer as mesmas. Aliás, este é dos aspectos que mais nos chama a atenção, tendo em vista que, com frequência, estivemos em situações nas quais inúmeras licenças para se exercer função de categoria superior foram concedidas após a análise, caso a caso: a  generalização é extremamente arriscada.


Site: As alterações preocupam?

Severino Almeida: Expressamos preocupação, não especificamente por gerar desequilíbrio em nosso mercado de trabalho. Este tenderá ao equilíbrio tendo em vista o número de novos formandos, o volume de postos de trabalho disponíveis, o número de licenças já emitidas para o exercício de função própria de categoria superior, assim como  o número de oficiais atingidos em decorrência da mudança. É em especial uma compreensível preocupação decorrente da mudança de peso e medida  no que se refere à segurança operacional das embarcações. Temos defendido, junto à Diretoria de Portos e Costas, que a potência das embarcações não deve ser, com exclusividade, o limitador para a definição da competência dos oficiais de máquinas que as tripulam. Mais e mais embarcações, mesmo que com potência reduzida, estão chegando em nossas águas com alto grau de sofisticação técnica que justifica uma qualificação cada vez mais elevada dos responsáveis por suas máquinas e equipamentos.


Site: A decisão pelas novas regras coloca em choque o SINDMAR e a DPC?

Severino Almeida: Não vejo razão para este entendimento. Continuaremos em nossa disposição ao diálogo, contribuindo para soluções que se façam necessárias diante de um cenário que não é imune a mudanças. Só gostaríamos de estar convencidos de que qualquer mudança não altere o padrão que entendemos adequado para prover as operações com o nível de segurança possível de ser alcançado. A nossa disposição ao diálogo é um compromisso responsável diante desta meta.

 

 

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EDITORIAL

VEM AÍ A ELEIÇÃO NO SINDIPETRO-RJ

O Sindipetro-RJ está entre os maiores sindicatos de petroleiros do Brasil. Sua atuação sempre foi marcante, seja em relação à defesa dos petroleiros da ativa e aposentados, seja na campanha em defesa de nosso petróleo e da Petrobrás. Na luta pela soberania, o Sindipetro-RJ tem sido vítima de cassetetes e ações judiciais das polícias federal e militar.Diretores foram punidos com suspensão e demissão da Petrobrás.
 
Ser independente é diferente de ser isolado. O Sindipetro-RJ sempre se coloca junto aos sindicatos da categoria na luta pelas questões coletivas e nacionais.
 
Além das lutas coorporativas, somos aliados das entidades que defendem a reforma agrária, moradia digna, direitos humanos, estudantis e das minorias discriminadas, assim como fomos solidários com as vítimas das chuvas na serra do Rio de Janeiro.
 
O Sindipetro-RJ é hoje uma entidade respeitada no Brasil e no mundo. Já fomos matéria de órgãos midiáticos internacionais como o New York Times e a CNN.
 
Não poupamos esforços na defesa de nosso petróleo e da categoria. Em protesto contra a discriminação com os aposentados, tiramos a roupa em frente ao palácio do governo em Brasília e na sede da Petrobrás no Rio. Ocupamos por várias vezes prédios da Petrobrás para protestar em defesa daqueles que construíram nossa companhia e fizemos o enterro simbólico do presidente da companhia e do RH.
 
Na porta da sede da empresa realizamos atos como a 
“Corrente da Justiça” e greve de fome para tentar dar um basta na discriminação odiosa contra os aposentado(a)s.
 
Na luta contra a repactuação do Plano Petros, conseguimos a adesão de centenas de petroleiros que já entraram com a ação de anulação da repactuação. O sindicato continua a aceitar novas adesões a estas ações. Nosso jurídico contabiliza centenas de ações vitoriosas em segunda instância para pagamento dos níveis de 2004/5/6 aos aposentados e várias ações transitadas em julgado com o autor botando o justo dinheiro no bolso.
 
Não poupamos e não pouparemos esforços para que a Petrobrás respeite o contrato que tem com os aposentados.
 
Na defesa dos novos funcionários no Rio de Janeiro realizamos campanhas vitoriosas de isonomia na década de 80 e em 2000. Temos que conquistar AMS para os aposentados da Transpetro. Na luta pela AMS para tratamentos de grande risco, o Sindipetro-RJ tem recorrido à justiça e conquistado a cobertura por meio de liminares.
 
Temos que lutar pela 
“Periculosidade para Valer” como forma de recompor o salário da categoria. Abrir a adesão ao plano Petros BD opcional à toda categoria é outro debate que travamos.
 
Como a vida não pode ser só de lutas e debates, nunca deixamos de festejar o dia do aposentado. Este ano a comemoração será nessa sexta-feira, 28/1, 18h, na Galeria dos Empregados do Comércio. Também estamos produzindo um filme sobre os aposentados com lançamento previsto ainda neste mandato. Nunca nos afastamos dos aposentados seja na alegria ou na tristeza.
 
Isso é um pouco da atuação da atual direção do Sindipetro-RJ. Nas eleições do nosso sindicato queremos manter nossa entidade nessa trajetória de lutas e conquistas e principalmente com independência em
relação à direção da empresa e do governo.
 


Rio,  28/1/2011
Sindipetro-RJ

 


 

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O Sindipetro-RJ recebeu na data de hoje, 24/1/2011, mensagem do gerente da Petrobras, Paulo Imbiriba, comunicando referente ao pagamento das horas-extras para os Inspetores de Segurança Interna (ISIs) do Compartilhado, informando que não foi possivel finalizar o calculo das horas-extras, a pagar e a compensar, em tempo habil para inserir os valores na folha de pagamento de janeiro/11. Desta forma, reforçam o compromisso e estão trabalhando para que o referido pagamento seja realizado em fevereiro/11.


 

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EDITORIAL
AMS faz mal à saúde

Muitos têm sido vitimas da péssima cobertura no atendimento da Assistência Médica Supletiva principalmente no grande risco. Divulgamos no último Surgente as liminares do jurídico que o Sindipetro-RJ conseguiu no ano de 2010 para garantir o tratamento de companheiro(a)s ou seus dependentes. Muitas dessas pessoas provavelmente estariam sem vida se a Justiça não garantisse o tratamento, já que são doenças e tratamentos de alto risco. Apesar dos reclamos do RH da Petrobrás e do gerente da AMS, esses representantes da empresa não passam de “coveiros da AMS”. É preciso que a categoria dê uma resposta a esses gerentes desumanos, que brincam com a vida das pessoas. Esses carrascos da categoria, ao invés de buscar o aperfeiçoamento da AMS no sentido de aprimorar os serviços e corrigir essas distorções de nossa Assistência Médica Supletiva, estão recorrendo a Justiça através da Petros para derrubar a liminar que garante o tratamento do trabalhador. Foi assim na tentativa frustrada através da Ação Cautelar Inominada, proc. Nº 0014803 – 87.2010-5.01.0000. Tem que ficar claro que se ação implementada pela Petros tivesse sucesso derrubando a liminar, isso representaria a morte do(a) petroleiro(a) ou seu dependente. É preciso que a categoria se insurja contra essas ações, fique atenta e denuncie. Uma dessas liminares conseguidas pelo Sindipetro-RJ é de um petroleiro de outra base. É importante que a categoria investigue se todos os sindicatos de petroleiros estão atuando nesses casos em defesa da categoria. É preciso dar um basta nessa violência. Principalmente quando vislumbramos que muitos petroleiros podem ter perdido a vida diante da negativa da AMS e sem tem a quem recorrer! 
 
 
HORA-EXTRA, INSPETOR DE SE­GU­RANÇA PATRIMONIAL - 
A direção do Sindipetro-RJ fez contato dia 19 de janeiro com Paulo Imbiriba, um dos gerentes que junto com Paulo da Luz participou da reunião em 27 de dezembro que tratou do pagamento de hora-extra, da indenização das horas, ISPS – Code, entre outros pontos. O Sindipetro-RJ foi informado que Paulo da Luz, RH do Compartilhado, está de férias. Imbiriba informou que a companhia mantém o compromisso de apresentar proposta de pagamento das horas-extras ainda em janeiro de 2011. Cobramos a formalização das informações, já que nem a base nem o sindicato são notificados do andamento e como se trata de uma pendência de anos fica a dúvida se a companhia vai honrar a palavra e pagar o que é devido aos trabalhadores. 
Com relação a ISPS – Code, Imbiriba informou que o Compartilhado está reunindo informação para se reunir com a Transpetro e discutir encaminhamento.
 
 

Petrobrás desrespeita independência sindical do Sindipetro-RJ

O gerente de Relações Trabalhistas e Sindicais da Petrobrás, Jorge Cândido, procurou o Sindipetro-RJ, nesta sexta-feira (21), solicitando que a entidade defina se participará de reuniões com a empresa em conjunto com a Federação Única dos Petroleiros (FUP) ou com a Federação Nacional dos Petroleiros (FNP). As próximas reuniões serão para debater a eleição de representantes dos trabalhadores no Conselho de Administração do Sistema Petrobrás e as Comissões de Trabalho (AMS, terceirização, ACT, SMS, etc).
 
Pela proposta do RH, o Sindipetro-RJ só teria duas opções: se reunir junto com a FUP ou com a FNP. Já enfatizamos em vários documentos que lutamos pela formação de mesa única com os 17 sindicatos e a Petrobrás. Vale lembrar também que em 2010 a Petrobrás marcou reuniões distintas com o Sindipetro-RJ, FNP e FUP, mesmo contra nossa posição.
 
Em desrespeito a nossa autonomia e independência sindical, a direção da empresa tenta criar um constrangimento marcando unilateralmente reuniões do Sindipetro-RJ com a FNP ou com a FUP.
 
Repudiamos mais uma tentativa de intervenção da Companhia na política sindical dos petroleiros. Esperamos que o RH convoque o Sindipetro-RJ preferencialmente em mesa única, ou em separado como fez durante o ano de 2010.       
 

Rio, 21/01/2011.
Sindipetro-RJ
 

 

 

 

 

 


 

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Doação às vítimas da chuva na região serrana do
 
Rio de Janeiro
 
O Sindipetro-RJ doou R$ 5.000,00 às cidades da região serrana do Rio de Janeiro. Em princípio, o dinheiro vai ficar à disposição das centrais sindicais, que discutirão hoje, 17/01/2011, o destino dessa quantia, caso as centrais não cheguem a um acordo sobre a ajuda, o Sindipetro-RJ vai destinar imediatamente esta quantia às três cidades afetadas pelas chuvas. 
O Sindipetro-RJ incentiva a categoria a também depositar sua ajuda nas contas bancárias criadas para receber doações aos desabrigados e que estão sendo divulgadas pelos veículos de comunicação.
 
* Banco do Brasil
- Teresópolis – Agencia 0741-2 – Conta 110000-9
 
- Nova Friburgo – Agencia 0335-2 – Conta 120000-3
 
- Petrópolis – Agencia 0080-9 – Conta 76000-5
 

* Caixa Econômica Federal
Agencia 0199 – Conta 2011-0
 
 

 
Rio, 17/01/2011
 Sindipetro-RJ

 

 

 

 


 

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Sindipetro-RJ se reúne com RH do Compartilhado

A direção do Sindipetro-RJ realizou reunião com o RH do Compartilhado, hoje, dia 27, segunda, sobre as horas-extras dos Inspetores de Segurança Interna – ISI. A reunião foi realizada no Edita e teve como pauta o pagamento de Horas-Extras; a indenização por supressão de Horas-Extras; ISPS-CODE; primeirização dos Inspetores de Segurança na Transpetro e PCAC DOS ISI. Representaram o RH Paulo da Luz e Paulo Imbiriba. Pelo Sindipetro-RJ participaram Emanuel Cancella, Andre Bucaresky e Brayer

 
Horas-extras - O RH desta gerência reconheceu que há horas-extras a serem pagas aos ISI, após levantamento feito pelo COMPARTILHADO, em cumprimento ao compromisso assumido na última reunião com o Sindipetro-RJ. Até 10 de janeiro será feito o cálculo das horas a pagar e a compensar, com previsão de pagamento em janeiro de 2011. As horas resultantes de treinamento específico para os ISIs serão compensadas. Os outros treinamentos serão considerados horas-extras.

Os companheiros ISI que entraram na justiça cobrando as horas-extras, segundo o RH, deverão aguardar decisão judicial. Mas o sindicato não concorda com isto. O pleito destas horas-extras já ocorre há muito tempo, o que fez alguns trabalhadores perderem as esperanças de uma solução negociada e entraram na justiça. O sindicato não concorda que estes trabalhadores sejam prejudicados e vamos buscar discutir este tema em todas as instâncias da empresa. Há vários casos em que a Petrobrás chamou os trabalhadores para acordo judicial, o que pode ser feito também neste caso, garantindo o mesmo tratamento para todos os trabalhadores.

Solicitamos aos companheiros ISI que confrontem seus cálculos de horas-extras com os da companhia a serem apresentados em 10 de janeiro de 2011. Essa proposta ,segundo o RH do COMPARTILHADO, vale para todas as regionais. 

Indenização de supressão de horas-extras: Alguns companheiros que recebiam horas-extras pleiteiam a indenização prevista em lei como compensação pela sua supressão. O representante da empresa negou que a Petrobrás deva esta indenização. O sindicato propôs uma nova reunião para apresentarmos os fatos e confrontarmos com a versão da empresa. A reunião ocorrerá no início de fevereiro. O sindicato lembra que essas horas seriam devidas a todos os ISI não somente aos do GAPRE. 

ISPS - CODE: O RH informou que esse adicional é pago aos petroleiros marítimos desde 2007 e que vai se reunir em fevereiro de 2011 com o RH da Transpetro para discutir a extensão do pagamento a todos os petroleiros que atuam na área. 

PCAC DOS ISI: O sindicato reafirmou o pleito dos trabalhadores de correção do piso salarial dos ISI no PCAC. O RH do COMPARTILHADO reconhece a legitimidade do pleito, mas entende que não é interlocutor para isto. O sindicato reafirmou a importância de corrigir o salário dos Inspetores e vai reiterar em todas as mesas de negociações, boletins, boca de ferro até que justiça seja feita com os Inspetores de Segurança Interna.




Rio, 27/12/2010
  Sindipetro-RJ

 

 


APOSENTADOS FICARAM SEM AUMENTO SALARIAL ESTE ANO.

PETROS NÃO REPASSA OS  5,20% DO TERMO ADITIVO ASSINADO PELOS SINDICATOS , PARA OS APOSENTADOS. SEGUNDO A PETROS, A PETROBRÁS NÃO INFORMOU OFICIALMENTE A CELEBRAÇÃO DO TERMO ADITIVO. SERÁ QUE FOI UM LÁPSO DA PETROBRÁS, OU MESMO DISCRIMINAÇÃO? ESTAMOS DE OLHO ABERTOS!

DE QUALQUER FORMA É UM ABSURDO! OS APOSENTADOS ESTÃO SEMPRE DISCRIMINADOS. 

A DIRETORIA DO SINDRADIO.


 

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 SINDIPETRO-RJ GIRANDO PELA BASE
 

HORA EXTRA – INSPETOR DE SEGURANÇA PATRIMONIAL
  O funcionário Paulo da Luz (RH da PETROBRÁS) informou ao Sindipetro-RJ que a reunião do dia 22 seria transferida para 27 de dezembro de 2010, às 11h, no Edita, 28º andar. Paulo da Luz alegou que representa cinco regionais e teria que fazer uma proposta para todas elas. Ressaltou que o exame preliminar aponta para existência de um passivo de hora extra. O sindicato exige o pagamento dessas horas. Fique ligado!
 
O Sindipetro-RJ é um dos maiores sindicatos de petroleiros do país. Vamos torná-lo maior ainda!
 
Com 6.447 associados, o Sindipetro-RJ  reúne o maior  número de sindicalizados entre todos os sindipetros do país. Sem desmerecer os inequívocos méritos dos demais sindicatos, nosso estatuto nada deve ao dos nossos co-irmãos, em termos de democracia. Asseguramos igualdade financeira e material às chapas na disputa pela direção da entidade. Realizamos assembléias na porta das unidades e nossas reuniões são abertas à participação dos associados. 
 
Nossa contabilidade, como manda a boa norma, acha-se absolutamente em dia. O Balanço do Exercício de 2009 foi legalmente aprovado em Assembleia. Os balancetes, atualizados até novembro de 2010. Os balanços financeiros são divulgados à categoria no Surgente e na nossa página eletrônica. Mantemos em dia nossos compromissos financeiros para com pessoas jurídicas e trabalhadores da entidade. 
 
O Sindipetro-RJ participou ativamente da luta pelo retorno dos demitidos. Aliás, fomos a primeira estatal a trazer de volta os demitidos de Collor, isso depois de 42 dias de ocupação da sede da Petrobrás, em 1992. No Sistema Petrobrás, o Sindipetro-RJ, ao lado do Sindipetro-Caxias, ocupou a sede da Interbrás, em protesto contra a sua extinção. 
 
Desde então, nosso sindicato vem dando total e irrestrito apoio para que o retorno desses companheiros se concretize, sejam da própria Petrobrás, Interbrás, Petromisa, Petroflex ou Nitriflex. Nesse final de governo Lula, todas as semanas temos financiado passagens para companheiros demitidos viajarem a Brasília em busca do retorno dos remanescentes dessas empresas, sem nada exigirmos desses petroleiros. Postura que, infelizmente, nem todas as direções sindicais assumem. Consideramos que é nossa obrigação, porque o princípio mais elementar de um verdadeiro sindicalista é o de ser fraterno e realmente companheiro. 
 
Além de respeitado e exemplar, o Sindipetro-RJ ostenta uma projeção no Brasil e no mundo. O filme “O petróleo tem que ser nosso –  última fronteira”  foi alvo comentários até por parte do consagrado jornal New York Times e não é a primeira vez que somos notícia, em nível internacional. Isso causa uma incontida inveja em alguns espíritos estreitos. 
 
Estamos lançando, também, uma campanha de sindicalização nas bases e uma agenda para 2011, com ilustrações do nosso saudoso Henfil. Ela está à disposição dos associados, na sede do sindicato.  Os novos sindicalizados também serão presenteados com a agenda que conta parte da nossa trajetória de luta. Venha fazer parte dessa história!  Como dizia Henfil, “Não fique só. Fique sócio!”  
 
HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULA:
A categoria está apreensiva com a manutenção do convênio da nossa AMS com o Hospital São Vicente de Paula. Fomos informados de que a Petrobrás questionou alguns procedimentos do hospital, o que teria causado mal entendido. Novas regras foram estabelecidas desde 3 de dezembro.  Em resumo, o credenciamento do hospital com a AMS está mantido e qualquer reclamação deve ser levada à Petrobrás, através do Sindipetro-RJ.
 
Sindipetro adverte: AMS faz mal à saúde
O sindicato tem sistematicamente recorrido à Justiça para que os nossos associados sejam atendidos em direitos básicos, assegurados por lei. Isso porque a AMS tem se negado a autorizar vários procedimentos, recomendados pelos médicos. Até quando teremos que recorrer à Justiça para garantir direitos?
 
AUTOCRÍTICA:
 Erramos no Surgente 1192/2010 quando afirmamos que, na Assembleia convocada para alterações do estatuto, realizada no dia 20 de dezembro, a proposta de não colocar em votação o aumento do número de secretarias do Sindipetro-RJ foi aprovada por consenso dos presentes. Esta proposta foi aprovada por 30 votos a favor, 20 contra e 2 (duas) abstenções.
 

 
 Rio, 23/12/2010

 

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EDITORIAL
PETROS: QUEM DIVIDE A CATEGORIA?

Foi a direção da Petrobrás e da Petros no go­verno FHC que promoveram a migração ao Plano Petrobrás Vida (PPV) na categoria petroleira e enfrentaram o movimento sindical petroleiro unido, que barrou a tentativa.
Depois, no governo Lula, veio a repactuação do Plano Petros. Então, a Fup apoiou e se juntou à direção da Petrobrás e da Petros para retirar di­reitos da categoria. E a Fup tem a cara-de-pau de chamar as forças que lutam contra a repactuação de divisionistas. Mas quem mudou de lado e foi se aliar a direção da empresa? Foi a Fup. 
A Fup abandonou o Plano Petros, o de melhor concepção previdenciária do mundo. Pois no Plano BD, além da Petrobrás ser a responsável por qualquer déficit, o mantenedor sabe quanto vai pagar na adesão e sabe no mesmo momento quanto vai receber na aposentadoria. 
Nessa novela que está longe de acabar, quem está sendo comido pelas beiradas é a direção da Petrobrás, da Petros e da Fup: o RH da Petrobrás deu munição aos adversários da Repactuação quando gravou em CD no qual o suborno ou o dinheiro dado a quem repactuasse era por contas das perdas salariais. Choveram ações judiciais para incluir toda a categoria na extensão do pagamento. 
A Federação já foi reprovada pela categoria quando, na ultima eleição dos Conselheiros da Petros, botaram como plataforma de seus candidatos a Repactuação. Resultado: não elegeram ninguém! E, no último acordo da categoria, eles e o RH impuseram de forma unilateral como cláusula do acordo a reabertura da Repactuação. Isso junto com o BPO (bom para otário) foi a gota d’agua. 
A categoria reagiu e no Rio só o Sindipetro-RJ tem cerca de duas centenas de ações de anulação da repactuação. Somados a outras da Aepet, Ambep, Fenasp e outras, só no Rio existem cerca de 500 ações contra a repactuação. Mas a Fup diz que são 30 no Brasil. 
 
Enfrentamos um gigante que é a Petrobrás com forte influência em todas as instâncias de poder. Porém, não estamos acarretando nenhuma perda aos nossos seguidores, muito pelo contrário. Já derrubamos a repactuação através de liminar, que depois foi cassada, mas estamos aguardando o julgamento do mérito da ação. Isso para provar que não estamos malhando em ferro frio. 
Já conquistamos para centenas de petroleiros aposentados do Rio sentença favorável nas ações de pagamento de nível de 2004/5 e 2006 em segunda instância. E para alguns conseguimos decisão transitada em julgado para pagamento desses níveis, que já embolsaram a grana.
Também não é verdade que fomos contra o Plano Petros 2: indicamos a adesão a esse plano para que a categoria esteja ligado a Petros e no futuro não tenha que pagar “jóia” de adesão. Mas é parte de nossa luta a reabertura do Plano Petros BD de forma optativa para toda a categoria. 
O nosso sindicato continua a entrar com as ações de anulação da repactuação em nome dos nossos associados. Quem não for, pode se associar na hora!
 
 Rio, 21/12/2010
Sindipetro-RJ


 CNPJ: 33.652.355/0001-14


 Plenária no Rio debate rumos da campanha
 
“O Petróleo Tem que Ser Nosso”
 
Os movimentos sociais e ativistas do Rio de Janeiro têm compromisso nessa quarta-feira, 15 de dezembro. Essa é a data da plenária estadual da campanha “O Petróleo Tem que Ser Nosso”, marcada para 18h, na sede do Sindicato dos Petroleiros do Rio. Com praticamente todos os projetos do governo aprovados, as organizações tem o desafio de traçar os próximos passos da luta pelo monopólio estatal do petróleo.
“Continuamos defendendo o projeto dos movimentos sociais para o petróleo. A proposta apresentada pelo Lula avança em relação à lei de FHC, mas está muito distante do que queremos. Vamos continuar com a luta. Basta de leilões do nosso ouro negro” – exalta Emanuel Cancella, diretor do Sindipetro-RJ.
A plenária dessa quarta vai debater o novo cenário a partir da efetivação do marco regulatório do petróleo recém aprovado e organizar o calendário de atividades da campanha. Começam a ganhar força rumores sobre a realização de novas licitações de áreas para exploração e produção de petróleo e gás. O comitê operativo estadual do Fórum contra a Privatização do Petróleo Brasileiro entende que é fundamental a militância do Rio de Janeiro se preparar para puxar um amplo movimento contra os leilões. 
O Sindipetro-RJ avalia que é fundamental deixar claro para a Dilma, desde já, que o povo brasileiro não vai aceitar a privatização do ouro negro brasileiro. Os petroleiros do Rio querem chegar à próxima plenária nacional da campanha, marcada para a segunda quinzena de março, com um nível maior de mobilização e mais setores sociais envolvidos nessa luta. 
O Sindicato dos Petroleiros do Rio de Janeiro, sede da plenária, fica na Avenida Passos, 34, Centro, próximo à Praça Tiradentes.
 
Fonte: Agência Petroleira de Notícias 
 
 

Rio, 14/12/2010
Sindipetro-RJ

 


 

Unicidade sindical é destaque em Congresso



 


Para o Presidente do SINDMAR, Severino Almeida, a solidariedade dos trabalhadores é fundamental para resistirmos a condições inadequadas nas relações laborais. A afirmação foi feita pelo líder sindical na abertura do V Congresso Extraordinário da CONTTMAF, que acontece de 29 de novembro a 1° de dezembro, em Rio das Ostras (Rio de Janeiro). O encontro debate a logística do transporte no Brasil.


Além de Severino Almeida, que é Presidente da CONTTMAF, o Congresso da Confederação contou com as presenças do Ministro em exercício da Secretaria Especial de Pesca, Cleberson Carneiro Zavaski, das Deputadas Federais Emília Fernandes e Jandira Feghali, do Diretor de Portos e Costas (DPC) em exercício, Almirante Rodolfo Dibbo, do Deputado Estadual Alcebíades Sabino, de representantes de federações, de sindicatos filiados à Confederação e de entidades sindicais argentinas.


O Ministro em exercício da Pesca, Cleberson Carneiro Zavaski, destacou a fase vivida pelo país. “A eleição da primeira mulher Presidente na história do Brasil é um momento único. A CONTTMAF sente isso e trabalha suas reivindicações para avançar juntamente com a realidade do nosso país”, afirmou o Ministro.


O representante da Confederación Genneral del Trabajo de La Republica Argentina, Enrique Oscar Venturini, ressaltou a necessidade de ampliar o debate sobre os problemas globais. “A Bandeira de Conveniência tem um forte impacto negativo para a Marinha Mercante. A luta contra este sistema deve ser intensificada”, disse Venturini.


Secretário Regional da ITF, Antonio Fritz alertou para os riscos do modelo sindical adotado por alguns segmentos e países. “Fora do Brasil, temos uma multiplicidade de sindicatos para um mesmo segmento. Um modelo assim, fragmentado, é incapaz de lutar e trazer condições dignas para os trabalhadores”, explica Fritz, que vê a unicidade sindical como o caminho a ser seguido para o fortalecimento da classe.


A opinião é compartilhada pela Deputada Jandira Feghali, para quem a unicidade sindical mantém de forma decisiva a força dos trabalhadores. “A pulverização enfraquece a todos. A unicidade é a nossa bandeira. Esse é o meu compromisso com o Brasil; o meu compromisso com vocês”, afirma.


Destacando a união dos trabalhadores, a Deputada Emília Fernandes parabenizou os aquaviários por sua luta pelo resgate da valorização profissional das categorias. Esse fato está sendo construído com a participação de todos. “A luta da sociedade organizada depende de os sindicatos estarem fortes e unidos”, declara. Sobre a igualdade de condições laborais entre homens e mulheres, a Deputada acredita que “esta luta pela vai além das políticas; precisa ir para as ruas, principalmente quando o Brasil elege sua primeira presidente mulher”.


O primeiro dia do V Congresso da CONTTMAF foi encerrado pela palestra do especialista em Logística de Transportes Lorenzo Carrasco, com a participação do economista Carlos Lessa, que abordaram o tema “A crise econômica global e a reconfiguração da ordem mundial”.

 


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Ampliado prazo para desrepactuação


O prazo legal de entrada da ação para anulação da repactuação do Plano Petros encerrou hoje, dia 24. Mas protesto judicial impetrado pelo Sindipetro-RJ interrompeu o prazo de prescrição para seus associados. A categoria pode continuar a requerer a chamada “ação de desrepactuação”. Petroleiros têm feito fila no sindicato para entrar com o processo. A ação é para os sindicalizados, mas os não sindicalizados podem pegar cópia do protesto para fazer ações individuais.
 
 

Editorial 


 Nosso fundo de pensão está em debate. Enquanto o Sindipetro-RJ, FNP (Frente Nacional dos Petroleiros) e os conselheiros eleitos discutem com a categoria a anulação da desrepactuação e o BPO(Beneficio Proporcional Opcional) nos sindicatos, na porta das unidades e nos clubes da Petrobrás, os representantes da Petrobrás, Petros e FUP fazem seus debates sobre BPO dentro das unidades da companhia e proíbem a participação de representantes legítimos dos trabalhadores. 

Aliás, foi assim em todos os debates sobre a repactuação: éramos impedidos de falar ou nos eram reservados exíguos três minutos depois de ouvir durante horas a opinião do RH.  

A ação de anulação da “desrepactuação” e o debate do BPO  - ou como denominado pelos baianos como “bom para otário” - é uma das facetas desse embate que travamos com a direção da Petrobras/Petros/Fup. Já conseguimos uma liminar que anulou a repactuação que infelizmente foi cassada, e estamos aguardando o julgamento do mérito. Também foi pedido nosso à Justiça a abertura do Planos Petros BD de forma opcional para os novos funcionários, os readmitidos e outros aos quais não foi permitido entrar no Plano. Vale lembra que o Plano Petros BD tem a melhor concepção de plano previdenciário do mundo: o mantenedor no ato de adesão sabe quanto vai pagar mês a mês e sabe quanto vai receber na aposentadoria; o garantidor ou o fiador do Plano BD é a própria Petrobrás; e no Plano BD o responsável integralmente por déficits, se acontecerem, é a Petrobrás.

Importante também a ação de pagamento dos níveis de 2003/4/5 aos aposentados, onde obtivemos várias vitórias em segunda instância e algumas com decisão transitada em julgada com o aposentado(a) colocando o merecido dinheiro no bolso.
Corra também ao sindicato e convide seus companheiros a anular a repactuação! A Petrobrás do pré-sal tem que ser a do Plano BD para todos e da AMS de excelência e 100% financiada pela companhia!
 

Rio, 26/11/2010
Sindipetro-RJ

 

 


 

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EDITORIAL
DESREPACTUAÇÃO E BPO

Primeiro a direção da Petrobrás, Petros e a maioria da FUP assediaram a categoria para repactuar. Usou dinheiro para ganhar as consciências dos petroleiros e convencê-los a mudar de Plano. Agora, para se opor às ações na Justiça de desrepactuação, o triunvirato quer que a categoria faça na correria o BPO (Beneficio Proporcional Opcional), perpetuando o erro. 
É verdade que o governo Lula fez tantos leilões de petróleo quanto FHC e também é verdade que o governo Lula manteve a mesma política de FHC de discriminação com os aposentados. Mas no setor petróleo houve avanços consideráveis: fim da ameaça de privatização; nacionalização da indústria naval; retomada dos concursos públicos; readmissão do demitidos do Sistema Petrobrás; criação do Comperj; novo marco regulatório do setor petróleo para o pré-sal etc.
O Sindipetro-RJ durante todo o governo Lula não deu tréguas: combatemos os leilões de petróleo e a repactuação. Agora, mais do que nunca, vamos manter a luta contra a discriminação com os aposentados. Os debates e as ações contra a repactuação são apenas o começo.
Mas o triunvirato insiste e quer perpetuar a repactuação através do BPO. O Sindipetro-RJ, junto com a FNP e sindicatos filiados à FUP como o da Bahia, está promovendo palestras sobre a desrepactuação e o BPO. Conselheiros da Petros eleitos pela categoria estarão na Bahia realizando vários encontros nos dias 22, 23 e 24 de novembro. Foi convidado para o debate um representante da FUP. 
Já o triunvirato, encabeçado pela FUP, faz campanha defendendo a adesão ao BPO usando prazo limite para pressionar a categoria. A repactuação está com os dias contados seguindo o mesmo caminho da sua cópia, o Plano Petrobrás Vida - PPV. A liminar que suspendeu a repactuação que foi depois cassada, as ações vitoriosas no TST e as já transitadas em julgado - com o trabalhador recebendo os níveis de 2003/4/5 e incorporando-as nas aposentadorias - reforçam nossa tese. 
A realização de debates e a convocação dos sindicatos, do Sindipetro-RJ e da FNP à desrepactuação através da Justiça é a pá de cal na repactuação! Discuta com seus colegas, corra ao sindicato e desrepactue, a hora é essa!
 

JURÍDICO

Em ação impetrada pela Secretaria de Assuntos Jurídicos do Sindicato, a juíza da 27ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou ontem, quarta-feira (17), a realização em caráter de urgência de tratamento cirúrgico pelo Sistema Polaris da Biomed, para uma aposentada de 78 anos com grave patologia da coluna lombar. Apesar da situação, a AMS estava negando a autorização para realização do procedimento pelo Sistema, indicado pelo médico da aposentada.
 
Rio, 19/11/2010
Sindipetro-RJ


 

Petrobrás e SINDMAR assinam Termo Aditivo

 

O Termo Aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho 2009/2011 com a empresa Petrobras para os oficiais e eletricistas mercantes foi assinado no dia 16 de novembro. O Termo Aditivo ao ACT foi firmado após aprovação dos representados do SINDMAR. O arquivo em PDF do Termo Aditivo foi enviado aos representados para consulta, sempre que necessária.

O SINDMAR recebeu a proposta de Termo Aditivo na mesa de negociação. Após o Sindicato indicar a aceitação do documento, os marítimos votaram e decidiram pela aceitação do Termo. A companhia garantiu que irá quitar o pagamento em até sete dias úteis após a assinatura.

                                                            *******************************************************

Grifos nossos, Sindradio:  O índice como sempre para os aposentados e pensionistas, ficaram abaixo do que preceitua o Regulamento da Petros, ou seja, UMA PERFEITA DISCRIMINAÇÃO. Para os aposentados ficou estabelecido apenas um índice de 5,20% , enquanto que para os da ativa, ficou estabelecido um índice de aumento salarial de  9,36%. Infelizmente continua a discriminação com os aposentados e pensionistas da Petros, e o pior, a burla do REGULAMENTO DA PETROS, se arrasta desde o ano de 2004.

Os Sindicatos ingressaram com ações trabalhistas na Justiça do Trabalho , a fim de que o referido Regulamento da Petros seja cumprido in-totum. A ação trabalhista do Sindradio encontra-se  no TST desde SETEMBRO DE 2009. Vamos aguardar com paciência e confiar na Justiça do Trabalho, para que o REGULAMENTO DA PETROS SEJA CUMPRIDO DE CONFORMIDADE COM O QUE PRECEITUA OS SEUS DITÂMES.

A Diretoria do Sindiradio.


 

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HORA EXTRA, INSPETORES DE SEGURANÇA PATRIMONIAL
 
A informação passada em reunião do Sindipetro-RJ com a Gerência do Compartilhado de que à hora extra dos trabalhadores da segurança patrimonial estaria quitada feita pelo titular, Silva Filho, gerou protesto entre os seguranças. Para tirar dúvidas, estamos convocando os estes trabalhadores para uma reunião, terça feira, 16/11, 17h, no Sindipetro-RJ, na avenida Passos nº 34. Solicitamos a presença do máximo de companheiros. Os que estiverem trabalhando podem enviar seu comentário por email sindipetro-rj@sindipetro.org. br. 
 
 

 


RESULTADO DAS ELEIÇÕES  DO SINDIPETRO PA/AM/MA/AP
 
Chapa da FNP 497 votos, 85% dos votos válidos.
Chapa da FUP 91, 15% dos votos válidos.
Brancos 5 votos.
Nulos 2 votos.     
 

 
Rio12/11/2010
Sindipetro-RJ

 

 

 

 

 

EDITORIAL
PRÉDIOS NA PETROBRÁS
A Petrobrás adotou a política de alugar prédios nos grandes centros urbanos para atender a expansão da companhia. Alugam com base em parecer que tenta justificar que economicamente é mais barato o aluguel. Essa situação é muito parecida com a construção de navios e plataformas pelo governo FHC no exterior com a fundamentação de que o custo financeiro era menor. Interessante que tanto na construção de navios e plataformas como no aluguel de prédios o responsável é a Diretoria de Serviços da Petrobrás. Na construção naval a história provou que o custo social era infinitamente maior que o custo material e o governo brasileiro nacionalizou essa construção, desenvolvendo tecnologia própria, abastecendo o mercado interno e com a possibilidade de exportar esses produtos, gerando emprego e renda no país. Na situação dos prédios alugados o sindicato constata uma reclamação geral dos funcionários que são transferidos de forma unilateral para prédios desconfortáveis, sem os chamados serviços da companhia, como AMS, RH etc. Será que os chamados baixos custos dos aluguéis compensam a insatisfação dos empregados? Isso não pode acarretar queda da produtividade? Vale lembrar que o edifício sede da Petrobrás (Edise) foi construído há mais de quarenta anos pela engenharia da companhia e hoje ainda é o prédio mais eficiente do centro do Rio. No passado, esses prédios, ou grande parte deles, eram da Petros, que alugavam para a Petrobrás. Será que para a Petros não é um bom investimento financiar prédios para alugar para a Petrobrás? A Diretoria de Serviços deveria esclarecer à força de trabalho a fundamentação do negócio, mas nunca faz isso. Creio que seria importante os Conselheiros eleitos pelos trabalhadores na Petros buscarem informação sobre o tema. E as perguntas que não querem calar? Alugar de terceiros com valores do aluguel e condomínio altíssimos, é um bom negócio para quem? Está sendo levado em conta o índice de satisfação dos trabalhadores?
 
 
 
HORA EXTRA
 
Os diretores do Sindipetro-RJ Francisco Soriano e  Emanuel Cancella se reuniram no dia 21, com o Gerente dos Serviços de Infra Estrutura e Segurança Patrimonial, Silva Filho, para cobrar o pagamento das horas extras. Essa foi uma reivindicação dos trabalhadores da Segurança. Segundo o gerente, as horas extras já foram totalmente pagas. Na reunião o gerente comunicou que vários trabalhadores da segurança estão devendo horas à Petrobrás. Esse sistema é contabilizado através de um banco de horas. O sindicato agora vai retornar ao diálogo com os trabalhadores para conferir as informações fornecidas pela empresa. A direção do sindicato permanece atenta à resolução do problema e vai cobrar da gerência o compromisso de esclarecer possíveis dúvidas.
 


Rio,08/10/2010
Sindipetro-RJ

AVISO AOS QUE REPACTUARAM COM A PETROS.

 

RETA FINAL PARA DESREPACTUAÇÃO COM O PLANO PETROS; PRAZO ACABA DIA 28 DE NOVEMBRO DE 2010.

A DECLARAÇÃO DE DESISTÊNCIA À REPACTUAÇÃO ESTÁ NO SITE ABAIXO: http://www.aepet.org.br/tmp/declaracao_de_desistencia_repactuacao-2010.pdf.

 


CNPJ: 33.652.355/0001-14

EDITORIAL
A HERANÇA DE FHC NO SETOR PETRÓLEO

Se dependesse dos tucanos, festa do pré-sal seria no Texas. Não vamos esquecer da tentativa de mudança do nome para Petrobrax para facilitar a privatização da empresa, da pulverização das ações da companhia negociando 40% delas na Bolsa de Nova York, do sucateamento da Petrobrás com esvaziamento dos quadros técnicos e corte de investimentos, da destruição da indústria petroquímica - a mais lucrativa na indústria do petróleo - e da destruição da indústria naval, transferindo a construção de navios, plataformas, sondas para fora do país, exportando emprego e investimento. O Brasil chegou a ser o maior construtor naval do continente na década de 80.   
FHC quebrou o monopólio estatal do petróleo. Introduziu a lei 9748/97, criando a Agencia Nacional do Petróleo (ANP) e os leilões. A categoria não se calou. Em 1994 e 1995  realizou uma greve nacional de 32 dias, a maior da história, para impedir a privatização da Petrobrás. Mais de cem sindicalistas foram demitidos. Em 1996, junto com o MST, os petroleiros ocuparam o Salão Verde do Congresso Nacional para tentar barrar a votação da lei que extinguiu o monopólio estatal do petróleo. 
Essa é a herança de FHC na Petrobrás. Para não deixar dúvidas da ação predatória dos tucanos e democratas no setor, o primeiro diretor geral da ANP, David Zilberstain, ex-genro de FHC, anunciou à imprensa e aos representantes das multinacionais na primeira entrevista coletiva: 
“O petróleo é vosso”, ironizando o maior movimento cívico do país “O petróleo é nosso”. O governo de Luís Inácio sepultou a proposta de privatização da Petrobrás, retomando os concursos públicos, investindo maciçamente na companhia que hoje é a quarta empresa de energia do planeta e financia 40% do PAC. Retoma o braço petroquímico, criando o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro –  O Comperj. 
Lula readmitiu milhares de trabalhadores do Sistema Petrobrás, demitidos por governos anteriores. Nacionalizou a indústria naval, gerando emprego e investimentos no país. Aumentou a participação acionária da União na companhia no maior processo de capitalização da história. A oposição e a mídia chegaram a ironizar a operação e apostar em seu fracasso. Lula mudou o marco regulatório do petróleo para o pré-sal, contrariando tucanos e democratas que votaram contra a lei, insistindo na manutenção dos leilões de FHC. 
O petista não resolveu todos os problemas do setor petróleo, mas avançou muito. Os movimentos sociais e os sindicatos, entre eles o Sindipetro-RJ, vão insistir na luta pela Petrobrás 100% estatal e na volta do monopólio prevista no projeto de lei dos movimentos sociais em tramitação no Senado Federal. Vários parlamentares se elegeram comprometidos com o nosso projeto. FHC, que chamou os aposentados de vagabundos, rasgou o contrato com os aposentados da Petrobrás. Lula, para nossa decepção, não mudou esse quadro de desrespeito com aqueles que fizeram da Petrobrás o que ela é hoje. O Sindipetro-RJ não se calou e não vai se calar enquanto aqueles que construíram a maior parte dessa história de vitórias e conquistas não tiverem seus direitos garantidos. 
Porém, no momento do debate eleitoral, o Sindipetro-RJ não pode se omitir diante da ameaça da volta do projeto que tentou privatizar a Petrobrás e entregar nosso petróleo às multinacionais. Os petroleiros não aceitam o retrocesso e a entrega das riquezas do povo brasileiro!
 
                                                   
Rio, 08/10/2010
Sindipetro-RJ


 

 

Dois projetos disputam o futuro do país

Um deles tem vasta trajetória em defesa das privatizações


A Petrobrás do governo Fernando Henrique, padrinho político do candidato Serra, foi uma empresa marcada por grandes acidentes ambientais. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, e outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores, em março de 2001. Um ano antes, o Sindipetro-RJ já divulgava o laudo da comitiva do Crea-RJ que visitou a plataforma P-36 e manifestou preocupações com relação às condições de segurança e funcionamento na unidade, além da não utilização de mão-de-obra brasileira na modificação do projeto original que ampliou sua capacidade de produção. 
Os trabalhadores petroleiros alertaram diversas vezes que as péssimas condições de trabalho e a política de metas de recordes de produção foram as causas básicas do acidente.
Hoje o Brasil investe em tecnologia própria na construção das plataformas. De 2002 a 2010 o governo federal encomendou a construção de 15 plataformas de produção, sendo que em sete delas o casco foi produzido no Brasil. A mais recente é a plataforma P-57, inaugurada semana passada em Angra dos Reis e que será enviada para o campo de Jubarte, no Espírito Santo. A terceirização da empresa cresceu a níveis alarmantes, política que ainda hoje não foi superada, apesar da volta dos concursos na Petrobrás. E quem não lembra da tentativa de mudança de nome para Petrobrax, em dezembro de 2000, que não vingou pela resistência da categoria petroleira, com apoio da sociedade?
O candidato que hoje diz no horário eleitoral que não defende as privatizações, foi o responsável pelo leilão da Vale do Rio Doce e da Light, patrimônios nacionais, segundo o próprio FHC. “Eu não estava convencido da necessidade de privatizar a Vale, mas o Serra me convenceu”, diz o ex-presidente em entrevista (veja link publicado no blog de Paulo Henrique Amorim: http://www.conversaafiada.com. br/antigo/?p=23211).
A “venda” do patrimônio público nacional foi financiada pelo banco que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil, o BNDES. O governo FHC destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais engordou o bolso foram as empresas estrangeiras de telecomunicações e energia.
Isso sem falar nas diversas acusações de corrupção e irregularidades durante o processo de privatização, em particular a do Sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce.
 
Víuvas da P-36
Das 11 famílias que perderam seus parentes na explosão da P-36, apenas duas puderam enterrar seus mortos. As outras nove tiveram de se conformar com o sobrevôo da área onde a plataforma afundou. Não foi possível recuperar os corpos submersos. A P-36 foi a pique carregando, entre as ferragens, os corpos estraçalhados desses trabalhadores. A Petrobrás chegou a impedir o acesso das viúvas à empresa. Apenas em 2003 a Petrobrás as recebeu em audiência, pagando em seguida as indenizações.
 

Na próxima quinta (21) brasileiros vão às ruas contra o retrocesso e as privatizações: entrega do pré-sal e da Petrobrás. Concentração às 15h na Candelária
 

 
RJ, 15/10/2010
Sindipetro-RJ
 
Acordo assinado hoje

Conforme deliberação das assembléias, a direção do Sindipetro-RJ assinou nesta terça-feira (28), o Termo Aditivo do Acordo Coletivo de Trabalho. Com isso, seguindo o calendário apresentado pela Petrobrás, a categoria recebe o pagamento na próxima quinta-feira (7).

A última de seção de assembléias para avaliação da proposta da empresa foi a dos aposentados, que ocorreu nesta terça, às 14h, no auditório do Sindicato. Dos 175 presentes, 170 rejeitaram a proposta, contra três votos a favor e duas abstenções. Somando a votação de todas as bases, a proposta da Petrobrás alcançou a aprovação de 646 petroleiros do Rio de Janeiro, contra 533 rejeições e nove abstenções.

Discriminação - A direção colegiada do Sindipetro-RJ indicou a rejeição da proposta, que reproduz na prática a política de discriminação adotada pela Petrobrás, concedendo reajustes diferenciados para a ativa e aposentados há quinze anos. Este ano, a empresa concedeu reajustes diferenciados até mesmo para a ativa, ao brindar o presidente e os diretores com 29% de reajuste, além dos R$ 90 milhões distribuídos para os 9.500 petroleiros com cargo de confiança. Enquanto isso, os aposentados receberão apenas o IPCA de 4,49% e os outros petroleiros da ativa, além dessa reposição do IPCA, terão índices variando entre 3,71% e 4,87% na tabela da RMNR, acrescidos do abono de um salário base ou R$ 6 mil – o que for maior.

A proposta da empresa inclui também alterações na tabela de benefícios do Programa Jovem Universitário, cujo maior valor regional passa de R$ 540,00 para R$ 750,00 e o reembolso, de 30% para 60%; adoção de mecanismos de proteção aos direitos trabalhistas dos terceirizados; não incidência de reflexos no desconto do dia parado ou compensação referente à paralisação do dia 3 de setembro; adicional de polidutos incluído na RMNR para os trabalhadores cedidos para a Transpetro, retroativo a setembro de 2009 e reajuste de 9,36% para os benefícios educacionais até o ensino médio, a partir de janeiro de 2011.

Assembléia – A assembléia dos aposentados transcorreu em clima de tranqüilidade, apesar da revolta com a postura da Petrobrás que divulga publicamente uma política de responsabilidade social e segue discriminando os aposentados, responsáveis pela construção do sucesso da empresa.

A plenária foi aberta com informes da Secretaria de Aposentados, seguido de breve discurso dos candidatos petroleiros a cargos políticos presentes. O Sindipetro-RJ ressaltou a importância de votar em candidatos petroleiros.

O diretor do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, compondo a mesa dos trabalhos, ressaltou a importância da luta do sindipetro-RJ em defesa dos aposentados, realizando todos os anos atos de protesto. Esse ano com a Corrente da Justiça que durou mais de um mês e a greve de fome por três dias. 

Ele lembrou do empenho do Jurídico do Sindipetro-RJ que há cerca de dois anos foi ao TST de Brasília, de gabinete em gabinete, apresentando o “memorial” que embasa a legitimidade do pagamento dos níveis aos aposentados. Hoje várias ações são vitoriosas em segunda instância e algumas já estão sendo pagas aos aposentados. Isso ainda é muito pouco, mas coloca uma luz no fim do túnel. A FNP, o Sindipetro-RJ, a Aepet, a Fenasp e as associações vão lutar juntas para dar um basta definitivo nessa discriminação. 

Reunião dos aposentados – O coordenador da Secretaria de Aposentados, Roberto Ribeiro, explicou que durante a campanha reivindicatória as reuniões dos aposentados ocorreram de 15 em 15 dias. Agora, em outubro, voltam a ocorrer normalmente na primeira terça-feira do mês. A próxima será no dia 3 de outubro, às 14h, no auditório do Sindipetro-RJ.

 

Rio, 28/09/2010
Sindipetro-RJ
 

 

CNPJ: 33.652.355/0001-14

 

EDITORIAL

Novas discriminações

O Sindipetro-RJ há muitos anos vem puxando atos isolados em defesa dos aposentados: ocupações, peladão, latrinaço, Corrente da Justiça e greve de fome. E agora vem a resposta de várias unidades da Petrobrás, principalmente das plataformas, o grito: somos todos petroleiros. A FUP está encurralada, pois tem sido durante todos esses anos o carrasco dos aposentados. Agora adota o velho golpe de distorcer o resultado das assembléias, como na Bahia, ou busca desculpas para não realizar assembléias como no caso das plataformas. O problema é que agora a discriminação não é só com os aposentados que vão receber somente o IPCA 4,49%. O presidente e os diretores vão receber 29% de reajuste, a categoria 9,36% e grande parte desse índice vem através da RMNR, que não conta para aposentadoria e não contribui para a Petros. Os que têm cargo de confiança na companhia vão receber 160% de abono e o restante da categoria 100%. Além disso, o salário de diretor da companhia e dos gerentes executivos é acima de 40 mil, valor que acompanha o abono, enquanto a maioria dos petroleiros vai receber abono de 6 mil reais. Isso é ou não uma discriminação? Temos que rejeitar essa proposta para buscar a periculosidade para valer, a AMS para os aposentados da Transpetro, promoção automática de pleno para sênior, comissão de anistia, correção no PCAC para os Inspetores de Segurança Patrimonial, Contabilistas e Enfermeiros, resolver os muitos problema dos readmitidos da Interbrás, Petromisa, Nitriflex, Petroflex etc. A FUP, quando indica a aceitação da proposta da empresa, vira as costas para a categoria. Vamos para as assembléias na porta das unidades às 8h votar a rejeição da proposta da empresa.




Grito dos aposentado relatado por nosso colega.

Missiva de autoria do petroleiro aposentado, Antônio Pacífico Stecca, sócio da AMBEP São Paulo, denuncia o descaso dos mandatários da Patrocinadora e da Fundação: “É difícil acreditar - e impossível aceitar - que depois de tantos anos de dedicação nos vejamos simplesmente vilipendiados, esquecidos e desrespeitados, tendo nossos direitos relegados ao ‘status’ de reivindicação absurda”. É ainda com certa relutância que escrevo aos senhores sobre tão tormentoso assunto. Sem dúvida, bastante tormentoso, para nós, petroleiros aposentados, que tanto contribuímos para a pujança dessa nossa maravilhosa empresa. É difícil acreditar - e impossível aceitar - que depois de tantos anos de dedicação nos vejamos simplesmente vilipendiados, esquecidos e desrespeitados, tendo nossos direitos relegados ao “status” de reivindicação absurda e, portanto, sem a importância e sentido de urgência com a qual deveria ser tratada. Hoje vemos colegas ex-petroleiros passando por dificuldades inimagináveis quando acreditávamos que nossos direitos - adquiridos através de nossos anos de contribuição à Petros - seriam honrados pela Petrobras. Talvez tenhamos todos sido muito ingênuos em acreditar que, sacrificando parte dos nossos rendimentos mensais para a contribuição à Petros, estaríamos garantindo uma condição de vida digna após a aposentadoria. Uma condição condizente com os resultados que trazíamos a Petrobras quando assinamos nossos contratos de trabalho. Compromissos foram firmados e nós, naquele momento ainda petroleiros, cumprimos mês após mês com tudo que nos foi solicitado: um excelente desempenho profissional para a Petrobras e um significativo pagamento mensal feito à Petros. E se não há muito a ser discutido, qual o sentido de tentar burlar esses contratos às custas de artimanhas que acabam comprovando a posição incoerente da Petrobras e da Petros nas muitas batalhas judicais que vem sendo travadas? Diante da enxurrada de ações trabalhistas tramitando e pelos tribunais e que acabam dando ao ex-petroleiro impetrante o ganh!
 o de cau
sa, só posso assumir que existe por parte dos senhores total desinteresse ou desconhecimento sobre o problema, o que impediu uma análise criteriosa da situação para que fosse tomada a decisão ética correta. De outro modo, ao considerar que existe uma estratégia especificamente elaborada para retardar o pagamento dos nossos direitos, estaria admitindo que os senhores contam com a morosidade da Justiça e a idade avançada dos requerentes a seu favor, a despeito do consequente desgaste moral trazido aos petroleiros aposentados. E isso não é a Petrobras que conhecemos! Se apelar para a sua consciência ética tem surtido pouco efeito, quem sabe os senhores passem a considerar o impacto dessas ações para os resultados do seu negócio e o risco que elas representam à marca Petrobras e a imagem da Petros. Senhores, meu apelo é para que a atitude que dará um fim justo a todo esse tormento parta da própria empresa. Quem dedicou a vida à Petrobras merece receber o que por direito lhe cabe para viver dignamente os anos que lhe restam.

Jose Martiniano


Rio, 24/09/2010
Sindipetro-R

 


 

CNPJ: 33.652.355/0001-14

CAMPANHA REIVINDICATÓRIA 2010
 
O Sindipetro-RJ realizou assembléias simultâneas hoje (23) em todas as bases, a partir das 8h. Bases operacionais (Tebig e TABG) e o Centro de Pesquisa rejeitaram a proposta da empresa. Já as bases administrativas aprovaram. Veja quadro completo (anexo). 
 
A FUP jogou pesado em nossas bases, principalmente no Edise. Todos são bem-vindos nas assembléias do Sindipetro-RJ. Porém, a categoria tem que saber que em grande parte das bases da FUP a oposição tem dificuldade de falar nas assembléias, o que é lamentável.  A FUP distorce resultados como no caso do Sindicato Unificado dos Petroleiros e Petroquímicos da Baía, que reprovaram a proposta, ao contrário do que a FUP divulgou em seu informativo. Da mesma maneira, o Sindipetro-NF alegou cerceamento da liberdade sindical no aeroporto para não convocar assembléias nas plataformas  fato contestado pelos petroleiros embarcados na bacia de Campos. Nós, do RJ, somos solidários na falta de liberdade que vem sendo enfrentada no Norte Fluminense, mas não podemos concordar que este seja o motivo para não convocar assembléias. A revelia da direção, quatro plataformas já realizaram assembléias e rejeitaram a proposta da empresa defendida pela maioria da FUP. 
 
Os diretores do Sindipetro-RJ nas assembléias de hoje convenceram parte da categoria a respeito da importância da rejeição dessa proposta. Ela privilegia o presidente, diretores e gerentes da empresa propondo abonos e reajustes acima do que é oferecido à grande maioria dos trabalhadores. Foi fundamental também o argumento da unidade nacional da categoria com a FNP e os sindicatos dissidentes da FUP, junto com os petroleiros da bacia que estão impedidos de realizar assembléias. O nosso indicativo em relação à proposta será definido depois da assembléia dos aposentados no dia 28 de setembro. Vale lembrar sobre as bases da FUP que o Espírito Santo vai realizar assembléia no dia 27 e a Bahia rejeitou a proposta. O Sindipetro-RN aprovou a proposta, mas só autoriza a assinatura se todos os sindicatos da FUP assinarem. Não há nada definido. Sem falar nas plataformas que nem começaram as assembléias.  O próximo passo é buscar a unidade com os petroleiros que querem uma nova proposta, sem discriminações. Uma nova proposta que tenha, principalmente, aumento real para todos, ativos e aposentados, dando um basta na RMNR. E que entre nas cláusulas sociais ignoradas pela FUP em total desrespeito com a categoria.
 
E em tempo: O diretor do Sindipetro-RJ Emanuel Cancella está impedindo de entrar na sede da Petrobrás desde a greve de fome que começou no dia 14 de setembro e se encerrou no dia 17. Estamos questionando na justiça essa violência contra um representante do sindicato. 

OBS: Em decorrência da não concessão do auditório da ABI, assim como o da ACM, a assembleia dos aposentados será realizada no auditorio e no térreo do Sindipetro-RJ, sito, Av. Passos, 34, Centro - RJ, dia 28/9, às 14h.


Rio, 23/09/2010
Diretoria do Sindipetro-RJ

 


 

 

 

CNPJ: 33.652.355/0001-14

 

Carta aos petroleiros  
  

Reunidos em assembleia, dentro do contexto reivindicatório inerente à campanha salarial, os trabalhadores da plataforma marítima Namorado 2 (PNA-2) deliberaram, de forma unânime e inequívoca, pela NÃO ACEITAÇÃO do indicativo proposto pelo Sindipetro-NF. 


Dos motivos que fundamentam a decisão:
 
Reajuste salarial – Pela pauta de reivindicações aprovada pela força de trabalho a tabela salarial seria reajustada, no percentual de 100 % do ICV-DIEESE acumulado entre 1º de setembro de 2009 e 31 de agosto de 2010. Vale ressaltar que o índice que melhor reflete a inflação, do nosso extrato social, é este e não o IPCA como propõe a empresa. Somente para efeito de corroboração do nosso entendimento, enquanto o ICV-DIEESE, no período referido, alcançou 5,16 %, o IPCA aponta apenas 4,49% ; o que demonstra, mais uma vez, que nossa pauta não foi atendida, repercutindo claramente em perda salarial;
 
Ganho real - Pela pauta de reivindicações aprovada pela força de trabalho lutaríamos por um ganho real de 10%, no sentido de recompor o poder de compra da categoria. A proposta da PETROBRÁS passa ao largo desse objetivo e se utiliza de subterfúgios (abonos, auxílios, RMNR etc.) para desviar a percepção dos trabalhadores da sua real condição salarial;

RMNR – A Petrobrás “inventou” essa famigerada figura remuneratória com o claro propósito de excluir os aposentados dos avanços econômicos, bem como confundir os trabalhadores quanto os aspectos reais de sua remuneração. Ressaltamos que a RMNR se assemelha, em intenção, a prática de outrora, consistente em contemplar os trabalhadores da ativa com “níveis”. Algo que vem sendo rechaçado na justiça em ações movidas pelos aposentados;
 
Aposentados – Precisamos parar de fingir que as perdas sistemáticas que os aposentados vêm sofrendo não nos diz respeito. Temos o dever moral de tornar mais efetiva nossa luta, de forma unificada. Somos todos petroleiros;
 
Abono discriminatório – A PETROBRAS como empresa de economia mista deve se pautar nos princípios constitucionais da administração pública: moralidade, isonomia, legalidade entre outros. Por entendermos que tal abono é discriminatório, ato de exceção, e, portanto, fere tais princípios; o repudiamos veementemente. Tal prática não se coaduna com o Estado Democrático de Direito. Vale ressaltar que, seguindo orientação do SINDIPETRONF, organizamos um abaixo assinado, nos mobilizamos, nos expomos perante a chefia, enfim, lutamos pela ética e pela não discriminação na PETROBRÁS; agora somos surpreendidos pela aceitação tácita dos nossos representantes. A denúncia à CGU e ao MPF é necessária mas não é s